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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Cientistas e engenheiros que trabalharam no projeto KH-9 Hexagon contam um pouco de como foi construir o satélite que monitorou os inimigos dos EUA na Guerra Fria.

TRANSCRITO DE:http://www.tecmundo.com.br/curiosidade/17066-relatos-de-quem-viveu-pense-bem-antes-de-entrar-em-um-projeto-militar.htm

Conforme publicado pelo site Boing Boing, após cerca de 40 anos de segredos, os responsáveis pelo projeto de satélites espiões KH-9 Hexagon puderam compartilham um pouco do que passaram para construir a tecnologia que monitorou os inimigos das Forças Armadas dos EUA durante a Guerra Fria.
O projeto, apelidado de “Big Bird”, foi descontinuado em setembro deste ano, mas passou décadas fotografando e monitorando imagens panorâmicas de territórios “hostis”, que somadas resultaram em 60 quilômetros de filme fotográfico.
Como era de se imaginar, desenvolver esse tipo de equipamento exigiu muito esforço e dedicação dos cientistas e engenheiros. "Meu nome é Al Gayhart e eu construí satélites espiões para viver", revelou o engenheiro de 64 anos que agora passa as tardes nos bares de sua cidade.
Ao se candidatarem para participar do projeto, os pesquisadores tiveram sua vida investigada pelo FBI, incluindo interrogatórios com parentes, amigos, vizinhos e ex-patrões – tudo para identificar o caráter e a índole dos participantes. "Eles queriam ter certeza de que não seríamos subornados", comentou Marra ao site. Esse processo poderia durar até um ano. Enquanto ocorriam as investigações, os colaboradores eram designados para tarefas mais simples e que não comprometiam o projeto como um todo.
Joseph Prusak, de 76 anos, se espantou ao ser apresentado ao KH-9 Hexagon. "Eu pensei que eles eram loucos. Eles queriam um satélite que tivesse 18 metros de comprimento e 13.600 quilogramas e que ainda fornecesse filmes a uma velocidade 500 centímetros por segundo. A precisão e complexidade fundiu minha mente", relata o engenheiro espacial.
Prusak ainda explicou que durante os testes com o satélite ele conseguiu visualizar a sua própria casa. "Isso foi anos-luz antes do Google Earth e eu podia ver claramente a piscina no meu quintal", complemento o experiente colaborador do projeto.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A Memória Celular

TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE:




Pessoas entre a vida e a morte relatam verem luzes brancas e encontro com deus, delírios da mente durante momento final. Nos Estados Unidos, um policial recebe um tiro e morre, se tornando doador de órgãos. O homem que recebe seu coração, tempos depois passa a ver frequentemente em seus sonhos luzes brancas e “um homem que parece Jesus”. Alguns pesquisadores creem que os órgãos são capazes de guardar as lembranças de seus donos, mas outros ainda são bastante céticos quanto a isso.
cerebro Qual é o único órgão capaz de produzir e armazenar nossa memória? Se você respondeu o cérebro, pense de novo. Um dos assuntos mais controversos na Medicina diz respeito à possibilidade de órgãos individuais serem capazes de armazenar em suas células a personalidade do indivíduo, suas lembranças e seus gostos pessoais.
Os médicos passaram a estudar esse fenômeno da memória celular depois que os transplantes de órgãos se tornaram mais frequentes, quando então diversos casos estranhos passaram a ser relatados. Em 2008 a BBC publicou o caso de Sonny Graham, que recebeu num transplante em 1995 o coração de Terry Cottle, que havia se matado com um tiro na cabeça.
Um ano depois, por curiosidade, foi procurar a família de Terry Cottle e acabou se apaixonando pela viúva do doador, Cheryl Cottle, com quem se casou em 2004. Alguns anos depois, tal como o doador, ele se matou com um tiro na garagem de sua casa, na Geórgia, EUA, aos 69 anos.
paul Um dos maiores especialistas no assunto, o neuroimunologista Paul Pearsall, (imagem ao lado) publicou extensiva pesquisa sobre o tema e também um livro, entrevistando 150 transplantados de pulmão e coração, onde concluiu que estes órgãos podem ter memória. No livro, é relatado diversos casos. Entre eles, há o de Claire Sylvia, professora de dança que recebeu o coração de um jovem em um transplante. Ela, que nunca havia tomado bebida alcoólica na vida, acordou da cirurgia e a primeira coisa que pediu foi uma cerveja — da mesma marca preferida de seu doador.
coração-memoria Outro caso interessante é o de uma garota de dez anos que recebe o coração de uma menina de 8 anos, algumas horas depois de sua trágica morte, num crime que não havia sido solucionado. Depois de alguns dias, a menina passou a ter sonhos estranhos, em que consegue ver cenas do momento do crime. Ela consegue descrever para os policiais todos os detalhes da morte da sua doadora, o que permite a captura do criminoso.
Apesar destas evidências e de diversos outros relatos, os médicos são cautelosos e ainda não admitem a existência real de uma memória que seja carregada nos órgãos além do próprio cérebro. No entanto, desde o primeiro transplante realizado em 1967 na África do Sul pelo médico Christiaan Barnard, os transplantados têm tido comportamentos estranhos e diferentes, que nunca tiveram antes. É sem dúvida, um fenômeno que merece maiores pesquisas.

A Cidade Perdida do Manuscrito 512



Abrigado na Biblioteca Nacional-RJ, encontra-se o documento que representa um dos maiores enigmas arqueológicos do Brasil. Trata-se do Manuscrito 512, que contém o relato de um grupo de bandeirantes que encontrou em meados do século XVIII as ruínas de uma misteriosa cidade perdida no interior da Bahia.



manuscrito 512

Manuscrito 512, da Biblioteca Nacional - RJ





Encontrado por acaso em 1839 por um jovem erudito, Manoel Ferreira Lagos (1816 – 1871) na então Biblioteca da Corte (atual Biblioteca Nacional-RJ) e posteriormente publicado pelo IHGB, o documento traz o subtítulo: Relação histórica de uma occulta e grande povoação antiquissima sem moradores, que se descobriu no anno de 1753.

Oscilando entre uma narrativa com detalhes ora precisos, ora poéticos, o documento descreve as características da cidade em detalhes. Os bandeirantes que sairam de São Paulo se depararam com uma cordilheira cujas montanhas eram tão altas que
“pareciam que chegavam à
região etérea, e que serviam de trono ao vento, às próprias estrelas”.
A entrada era formada por três arcos de grande altura, com inscrições que não puderam então decifrar. No fim da rua principal, havia uma praça, onde se erguia uma coluna de pedra negra, em cujo topo havia uma estátua de “um homem comum, com a mão no quadril esquerdo e o braço direito estendido, mostrando com o dedo indicador o Pólo Norte. As casas da região estavam abandonadas, sem nenhum móvel ou vestígio de presença humana recente. Haviam detalhes que remetiam a civilizações antigas, como uma fonte e um pátio com colunas circulares em cada uma das 15 habitações que circundavam um grande salão.



ruínas de igatu

Ruína de Igatu-BA, que alguns acreditam ser a cidade perdida





Pablo Villarrubia Mauso, que fez uma expedição em busca da cidade perdida para a revista Sexto Sentido, acredita tê-la encontrado em Igatú, município de Andaraí, em plena Chapada Diamantina, no Estado da Bahia, seguindo orientação do explorador alemão Heinz Budweg, que afirma que as ruínas são fruto de construções vikinks do ano 1000. Outra hipótese diferente é do linguista e explorador Luis Caldas Tibiriçá. Segundo ele,


“Alguns edifícios assemelham-se aos da Idade Média da Etiópia. As
inscrições encontradas poderiam ser do idioma gueez, dos etíopes, os
mesmos que, em suas crônicas, falavam de terras distantes que alcançaram
com suas embarcações”




Tibiriçá descarta a hipótese das ruínas serem antigas construções dos próprios nativos indígenas.



Alvo de muitas controvérsias, o documento ainda gera muitas especulações. Não se sabe ao certo a origem da cidade descrita no manuscrito, sua exata localização e quem foram seus habitantes, nem o seu fim. Ficou apenas o relato, e algumas hipóteses que ainda precisam ser devidamente comprovadas.


fontes:

Para ler o documento original em alta resolução: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d8/Manuscrito_512_01.jpg

http://www.revistasextosentido.net/news/a-cidade-perdida-do-manuscrito-512/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuscrito_512

Para ler a transcrição do documento na íntegra:
http://pt.wikisource.org/wiki/Manuscrito_512

Uma mensagem de Israel?

TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE:   http://ramanavimana.blogspot.com/2010/10/uma-mensagem-de-israel.html?utm_source=blog&utm_medium=gadget&utm_campaign=bp_random

Qual seria a verdaderia origem desta misteriosa pedra encontrada em Bat Creek, Tennessee?



Uma misteriosa pedra gravada com letras de um alfabeto desconhecido foi escavada em Bat Creek, Tennessee (EUA), em fins do século XIX. Um relatório e uma reprodução da inscrição foram enviados para Smithsonian Institution em Washington, que atribuiu sua origem à tribo cherokee. No entanto, após cinquenta anos de mistério quanto ao significado, Joseph Maker, da Geórgia, observou:



- A pedra está de cabeça para baixo. Ponham-na na posição correta. É hebraico de Canaã.



Aí, descobriram que a inscrição dizia: "Ano Um da Idade de Ouro dos Judeus", solucionando assim um mistério, mas iniciando outro. Uma mensagem da Antiga Israel? Em Bat Creek, Tennessee?







bat creek stone



BERLITZ, Charles. Livro dos Fenômenos Estranhos

As Incríveis Ruínas do Grande Zimbabwe

TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE:http://ramanavimana.blogspot.com/2010/11/as-incriveis-ruinas-do-grande-zimbabwe.html








Pouco conhecidas, as ruínas do Grande Zimbabwe despertam fascínio e mistério no meio da savana africana.


"Entre as minas de ouro das planícies do interiorentre os rios Limpopo e Zambeze
há umafortaleza construída a base de pedras deum enorme tamanho, e
parece não ter argamasaas unindo... Este edifício está quase rodeado
por colinas, sobre as que há outros parecidos,com o mesmo tipo de pedra
e sem argamasa, e um deles é uma torre mais alta de 12 brazas. Os
nativos do país chamam a estes edifícios Symbaoe, o que de acordo com
seu idioma significa "palácio".
Vicente Colado, Capitão português que descreveu as ruínas em 1531


Quando imaginamos uma grande civilização urbana na África remota, pensamos logo no Antigo Egito. Ou talvez nas cidades islâmicas do norte do continente, que floresceram mais tarde. Entretanto, abaixo do Sahel, em tempos antigos existiram várias civilizações urbanas, onde costumamos achar que apenas tribos e aldeias esparsas poderiam ter existido.



Alvo de uma visão preconceituosa desde que os primeiros europeus passaram a visitar o continente, a África negra foi capaz de erigir civilizações tão ou mais complexas que a própria europeia em determinado período histórico. De acordo com o historiador Francisco Carlos Teixeira da Silva, a costa africana voltada para o oceano Índico estava repleta de "cidades fervilhantes de comerciantes e artesãos", que praticavam intenso comércio com a Arábia, Golfo Pérsico, Índia e Sudeste Asiático, enquanto na Europa ainda vivia a sociedade de relações predominantemente feudo-vassálicas.



Na costa ocidental, desde a Antiguidade centenas de cidades ocupavam grandes extensões territoriais. Entretanto, em muitos destes sítios arqueológicos o trabalho de reconstituição das cidades fica prejudicado, devido ao material perecível empregado pelos construtores: argila e palha de coqueiro para construir as casas.



Mas chama a atenção a civilização que floresceu perto do ano 1000 E.C., no sul do continente africano, que deixou incríveis construções de pedra, de fazer inveja a qualquer outra civilização do mundo antigo. Hoje são conhecidas como As Ruínas do Grande Zimbabwe ("Casas de Pedra", na língua shona).



ruindas do zimbabwe



As ruínas são os restos de uma antiga civilização, obra, acredita-se, do povo bantu, que migrou para a região onde vivia o povo shona no século IX e desenvolveu o Império Monomotapa (ou Mwenemetapa) nos séculos seguintes, embora haja bastante especulação sobre os verdadeiros construtores dos monumentos.



ruins zimbabwe



As ruínas hoje são um grande sítio arqueológico e santuário do atual Zimbabwe. O "Pássaro de Zimbabwe", encontrado na região, é o símbolo do país e retratado inclusive na bandeira nacional:



zimbabwe bird





zimbabwe flag





A zona do Grande Zimbabwe foi uma região de intenso comércio. Escavações arqueológicas têm descoberto cerâmica chinesa, moedas da Arábia e outros artefatos na região. Não se sabe ao certo por que a cidade foi abandonada. Especula-se que secas, ou diminuição do comércio, tenham feito a população migrar para regiões mais favoráveis.



Os monumentos em pedra que restaram da cidade são as maiores construções da África subsaariana e foram declarados Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.



muros







torres





entrada







wall









fontes:

http://ilhadofogo.blogspot.com/2009/04/ruinas-do-grande-zimbabwe.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Monomotapa

http://pt.wikilingue.com/es/Grande_Zimbabue

SILVA, Francisco Carlos Teixeira da, História Geral do Brasil. Ed. Campus, São Paulo, 2000. Cap. 1, p. 50.

Santuário da Pedra Preta, maior painel de pictogravuras do mundo

TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE: http://ramanavimana.blogspot.com/2010/12/santuario-da-pedra-preta-maior-painel.html






Em Paranaíta, na região amazônica do Mato Grosso, encontra-se o maior sítio arqueológico de pictogravuras do mundo. A princípio, tratava-se apenas de um bloco escuro de rocha perdido no meio da selva amazônica. Mas quando os pesquisadores chegaram à região e resolveram contornar com giz branco os sulcos da rocha, se surpreenderam. Descobriram incríveis desenhos gravados no imenso paredão negro de granito, representando animais estranhos e símbolos geométricos como círculos concêntricos, cuja autoria gera debates entre os especialistas.






Alguns pesquisadores, como o arqueólogo amador alemão radicado em São Paulo, Heinz Budweg, que em 1999 liderou um grupo de pesquisas na região denominado "Projeto Tapajós", defendem que as gravuras em baixo-relevo na rocha calcinada e escura sejam de autoria de povos e civilizações europeus, que teriam visitado o continente americano em épocas remotas, já que para ele, os desenhos só poderiam ter sido feitos na rocha através de uso de ferramentas de metais, cuja técnica os povos indígenas da região não dominavam.



Porém, esta hipótese é rechaçada pelos pesquisadores acadêmicos, como o professor de arqueologia da Universidade de São Paulo, Paulo De Blasis. Para ele, seria precipitado atribuir a autoria dos desenhos a povos de fora do continente, o que seria fruto de uma visão eurocêntrica. Ele afirma que os autóctones da região eram muito mais avançados do que os indígenas de hoje, e que seriam capazes de fazer os baixos-relevos através da técnica de polimento das pedras, que era muito comum na pré-história brasileira. Segundo ele, "os índios usavam com frequência areia e água para esculpir em pedra. Quer do ponto de vista técnico, quer do estilístico, os desenhos são compatíveis com o que se sabe das culturas pré-coloniais americanas."



A descoberta da Pedra Preta é muito recente e ainda vai gerar muitos debates e estudos, o que certamente contribuirá para tentar encontrar uma resposta sobre os autores destes magníficos desenhos, perdidos em uma pequena cidade ao norte de Mato Grosso.


Fontes
http://galileu.globo.com/edic/99/nos_arqueologia1.htm
http://fotos.br101.org/gallery/antigas/pedra-preta/?g2_page=1

Santuário da Pedra Preta, maior painel de pictogravuras do mundo

TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE:

-A +A



Em Paranaíta, na região amazônica do Mato Grosso, encontra-se o maior sítio arqueológico de pictogravuras do mundo. A princípio, tratava-se apenas de um bloco escuro de rocha perdido no meio da selva amazônica. Mas quando os pesquisadores chegaram à região e resolveram contornar com giz branco os sulcos da rocha, se surpreenderam. Descobriram incríveis desenhos gravados no imenso paredão negro de granito, representando animais estranhos e símbolos geométricos como círculos concêntricos, cuja autoria gera debates entre os especialistas.






Alguns pesquisadores, como o arqueólogo amador alemão radicado em São Paulo, Heinz Budweg, que em 1999 liderou um grupo de pesquisas na região denominado "Projeto Tapajós", defendem que as gravuras em baixo-relevo na rocha calcinada e escura sejam de autoria de povos e civilizações europeus, que teriam visitado o continente americano em épocas remotas, já que para ele, os desenhos só poderiam ter sido feitos na rocha através de uso de ferramentas de metais, cuja técnica os povos indígenas da região não dominavam.



Porém, esta hipótese é rechaçada pelos pesquisadores acadêmicos, como o professor de arqueologia da Universidade de São Paulo, Paulo De Blasis. Para ele, seria precipitado atribuir a autoria dos desenhos a povos de fora do continente, o que seria fruto de uma visão eurocêntrica. Ele afirma que os autóctones da região eram muito mais avançados do que os indígenas de hoje, e que seriam capazes de fazer os baixos-relevos através da técnica de polimento das pedras, que era muito comum na pré-história brasileira. Segundo ele, "os índios usavam com frequência areia e água para esculpir em pedra. Quer do ponto de vista técnico, quer do estilístico, os desenhos são compatíveis com o que se sabe das culturas pré-coloniais americanas."



A descoberta da Pedra Preta é muito recente e ainda vai gerar muitos debates e estudos, o que certamente contribuirá para tentar encontrar uma resposta sobre os autores destes magníficos desenhos, perdidos em uma pequena cidade ao norte de Mato Grosso.


Fontes
http://galileu.globo.com/edic/99/nos_arqueologia1.htm
http://fotos.br101.org/gallery/antigas/pedra-preta/?g2_page=1

A Pedra de Ingá-PB

TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE:http://ramanavimana.blogspot.com/2011/09/pedra-de-inga-pb.html

pedra-de-inga-pb No município paraibano de Ingá, existe um paredão rochoso de 46 metros de comprimento por 3,8 de altura, repleto de símbolos enigmáticos, produzidos por algum povo pré-histórico ainda desconhecido. O sítio arqueológico é estudado por pesquisadores de todo o mundo, que ainda não conseguiram decifrar suas intrigantes mensagens.

Visualizar Pedra de Ingá-PB em um mapa maior
Situada no interior da Paraíba, a Pedra de Ingá consiste num dos mais significativos sítios arqueológicos do mundo, com belos e complexos desenhos entalhados em baixo-relevo, que sugerem alguma mensagem cifrada e perdida com o tempo. A área é tombada desde 1944 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e os sinais marcados na rocha são assim descritos por Vanderley de Brito, historiador, pós-graduado em História do Brasil pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e especialista emérito em pré-história:
No seu principal painel, ora denominado de “Painel Vertical”, existe uma grande profusão de sinais, extraordinariamente complexos, gravados extensamente ao longo de um opulento paredão em gnaisse, de 46m de comprimento por 3,8m de altura, que se eleva no lajedo do riacho Bacamarte, no sítio Pedra Lavrada, município de Ingá. Além deste atípico mural em parede longitudinal, na adjacência imediata, há dois outros gravados no piso horizontal.Os quais, segundo proposta do pesquisador Gilvan de Brito, denominamos de painéis: “Superior”; localizado no dorso da formação, e “Inferior”; insculpido de frente ao painel vertical, no lajedo à base do paredão, onde se observa um conjunto de possíveis astros que muitos já aludiram semelhanças com a configuração da constelação de Orion.
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Não se sabe quem foram os responsáveis por tais gravuras de apurada técnica, nem que mensagem pretendiam transmitir, mas Vanderley acredita que é obra uma comunidade pré-histórica que ao longo dos recursos hídricos gravava duras rochas com fino acabamento e polimento e que, não se sabe por que, em algum momento de nosso passado teve essa prática estagnada na inatividade.
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A Pedra do Ingá representa uma possível mensagem codificada em caracteres ainda ininteligíveis. Decifrá-los pode ser a chave para compreendermos nosso passado pré-histórico, os povos que habitavam o solo brasileiro antes de nós, bem como nossas obscuras origens culturais.
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Pedra de Santana, o monumento megalítico brasileiro

TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE:http://ramanavimana.blogspot.com/2011/05/pedra-de-santana-o-monumento-megalitico.html

-A +A

pedra-de-santana-1
Monumentos de pedras, erguidas há muitos milhares de anos, são encontrados aos montes na Europa, sendo Stonehenge o mais conhecido de todos, embora não o mais comum. Menires e Dolmens são encontrados também na França, Portugal e Itália. Curiosamente, o Brasil também possui um raro dólmen, localizado na Bahia, conhecido como Pedra de Santana.

Os Megálitos (do grego mega, megalos = grande, e lithos = pedra) são monumentos erigidos por sociedades neolíticas europeias, produzidos entre o V e o III milênios A.E.C. São geralmente de cunho ritualístico, funerário ou astronômico, cuja tecnologia para construção muitas vezes é desconhecida e gera controvérsias entre especialistas.

carnac Monumento Megalítico de Carnac, França

O Brasil também possui um inusitado monumento megalítico, talvez o único de toda a América do Sul, localizado no povoado de Santana, no município de Paramirim, interior da Bahia. Trata-se de um dólmen (nome derivado do bretão dol = mesa; e men = pedra) constituído por uma câmara formada por uma grande laje pousada sobre pedras verticais que a sustentam, provavelmente de cunho ritualístico. Não se sabe exatamente quem o construiu, usando que tipo de técnica. Provavelmente tenham lançado mão do uso de alavancas para suspender o enorme bloco enquanto encaixavam as pedras menores de sustentação, o que seria um feito colossal para a época, devido ao enorme peso do monumento.

pedra-de-santana-1
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Este é um dos mais curiosos sítios arqueológicos brasileiros. Um monumento ritualístico de pedras totalmente singular, já que não existe nenhum outro dólmen no continente, somente na distante Europa. Não fazia parte da tradição de nossos indígenas erigir monumentos deste tipo, o que torna a construção ainda mais enigmática.







Fontes:
http://blog.world-mysteries.com/wp-content/uploads/2011/05/carnac2.jpg
http://g1.globo.com/VCnoG1/0,,MUL106809-8491,00.html
http://www.focadoemvoce.com/paramirim/serradasantana/pedradasantana3.php

O Stonehenge Brasileiro

TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE:http://ramanavimana.blogspot.com/2011/08/o-stonehenge-brasileiro.html

Quando falamos de arqueologia de épocas remotas, pensamos logo em Europa ou Ásia. O que muita gente não sabe, é que o Brasil está repleto de sítios arqueológicos de épocas antigas, e vários deles já apareceram aqui no Rama*, por exemplo. Chegou a hora de conhecermos o círculo de pedras no norte do Amapá, conhecido do “Stonehenge Brasileiro”.

O Amapá é reconhecido como o local brasileiro onde o ambiente natural foi mais preservado de modificação humana, desde o início da colonização. 98 por cento de toda a floresta nativa estão de pé, sendo 70 por cento do território constituído como área de preservação. No norte no Estado, está localizado o sítio arqueológico onde foram erguidas no passado enormes pedras monolíticas, descobertas pelo naturalista Emilio Goeldi (1859-1917). O observatório é formado por 127 blocos de granito distribuídos em intervalos regulares por uma clareira, a 16 quilômetros do município de Calçoene e a 390 quilômetros de Macapá.
stonehenge-brasileiro
O físico Marcomede Rangel, do Observatório Nacional, no Rio de Janeiro, que vem estudando o local, afirma que o monumento pode ter mais de mil anos, tendo sido construído por antigas civilizações que habitavam o atual território brasileiro. Suas pesquisas revelaram que o monumento, tal como o famoso Stonehenge europeu, demarca pontos determinados das estações, como o equinócio e o solstício:
“Uma das pedras é uma chapa de granito de 3 m com uma abertura no centro com cerca de um palmo de diâmetro. Há outra pedra direcionada justamente em relação a essa. Provavelmente, o sítio era usado pelos povos antigos para saber a época de plantio, colheita, chuva e seca”.
O monumento ficou esquecido durante muito tempo, mas em 2005, numa atitude louvável do governo do Amapá, a área foi catalogada e protegida para pesquisas.
stonehenge-brasileiro-rego-grande
Esperamos que estas pesquisas possam solucionar diversos mistérios relacionados com as pedras e nos ajudar a compreender quem eram estes “astrônomos”, ou “sacerdotes” e como criaram um sofisticado observatório em território brasileiro, seja para a orientação da época do plantio e da colheita, seja para a adoração dos seus deuses pagãos. O “Stonehenge Brasileiro” está entre as maiores preciosidades arqueológicas do nosso país.
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HERCÓLUBUS O DÉCIMO SEGUNDO PLANETA [Zecharia Sitchin]

HERCÓLUBUS O DÉCIMO SEGUNDO PLANETA [Zecharia Sitchin]












----Os sumérios descreviam nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos. Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados"planetas", embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmicos, não somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico; eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, como o longínquo Plutão, hoje destituído de seu status planetário; os miteriosos Urano e Saturno e o até hoje desconhecido porém procurado 12º planeta, este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru? Meditemos...

DIREITA: Ut’napishtim, o Noé da Suméria, resgata Gilgamesh do meio dos oceanos durante o Dilúvio provocado pelos Anunnaki.



Há seis mil anos atrás, os Sumérios conheceram um planeta chamado Nibiru. Era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como "raça de deuses". Os nativos de Nibiru visitaram a Terra no passado influenciando decisivamente a cultura humana. Artefatos e tabuletas cuneiformes de argila e pedra encontradas no Iraque referem-se claramente a um planeta de onde vieram viajantes cósmicos.

A herança deste remotos alienígenas aparece na avançada tecnologia dos sumérios e de outros povos ao redor do mundo. Muitas relíquias não são acessíveis ao público que, assim, desconhece essa face da mitologia mesopotâmica. No caso dos sumérios, sua cultura é a mais antiga do Ocidente. Entretanto, seu sistema matemático e o calendário permanecem atuais.

Aos poucos, a pesquisa sobre Nibiru começa a aparecer, ainda que o planeta seja chamado por outros nomes, como , 12º planeta ou "planeta da cruz" (Planet of the crossing). Os sumérios tinham doze corpos celestes em seu zodíaco, contando o sol e a lua e mais DEZ Planetas que, afirmavam, pertencem ao nosso sistema solar.

Hoje os cientistas estão procurando este planeta misterioso nos confins do espaço; a NASA se empenha nessa pesquisa e os especialistas investigam porque já têm certeza de que o "Planeta X" existe. Observado há milhares de anos passados, Nibiru não é visto nos céus contemporâneos. Isso acontece porque a órbita do 10º planeta (12º astro dos sumérios) é uma elíptica extremamente alongada. Durante milênios, o globo se mantém longe do sol e da vista dos terráqueos, muito além da órbita de Plutão.

Os Sumérios descrevem o Planeta X ou Nibiru, no ponto mais extremo de suatrajetória, distante da Terra aproximadamente 30 milhões de anos-luz. Os viajantes de Nibiru que chegaram à Terra são chamados Anunnaki e foram considerados deuses. A tradição conta que os Anunnaki possuíam "servos" que eram "seres andróides". Não eram seres vivos mas agiam como se fossem.



Zecharia Sitchin

Zecharia Sitchin é lingüista, perito em escrita cuneiforme (suméria) e em muitas outras linguagens antigas. Em 1976, publicou The Tewlfht Planet e assim começou sua trajetória transformadora da pesquisa da história antiga. Em 1993, lançou seu sexto livro, parte da série de Earth Chronicles (Crônicas da Terra) - When Time Began. Este último livro fala das relações entre o complexo calendário de Stonehenge, as ruínas de Tiahuanacu, no Peru, a antiga cultura suméria e, por extensão, a conexão desses monumentos antigos com os Anunnaki. Sitchin defende que os Anunnaki não são uma alegoria ou criação fabulosa dos sumérios; antes, são seres humanóides que habitam o misterioso planeta Nibiru.A órbita excêntrica, extensa de Nibiru, faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação no centro do sistema solar. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki - habitantes de Nibiru - visitam a Terra e interferem no curso da história humana. O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, período regular de intervalo entre as visitas dos Anunnaki.





Sitchin já decifrou mais de dois mil cilindros e fragmentos de cerâmica com inscrições da Mesopotâmia, alguns de 4.000 a.C., que fazem parte do acervo de museus de todo o mundo. Um desses fragmentos, que se encontra na Alemanha, indica que a Terra é o "sétimo planeta", contando a partir de Plutão. Ocorre que Plutão somente foi descoberto pela astronomia moderna no início do século XX. Como os sumérios poderiam saber de tal coisa?

O lingüísta acredita que, na antiguidade, seres extraterrenos conviveram com antigos mesopotâmicos e foram os "instrutores", os deuses da humanidade dos primeiros tempos históricos (pós-advento da escrita). Comparando as mitologias da Criação de diferentes culturas, verifica-se a coincidência dos mitos, que são recorrentes nas referências a uma "colonização" ou instrução das primeiras nações humanas por seres superiores, que vieram do espaço e se encarregam de ensinar aos homens primitivos as "artes" que caracterizam as civilizações.

Sempre buscando a identidade desses "instrutores celestes", Sitchin começou sua jornada pelo mundo das cidades antigas e dos grandes impérios do passado. Uma de suas conclusões mais significativas afirma a existência, em Marte, de uma estrutura alienígena, artificial, de forma piramidal, situada na região denominada Cydonia. Essa pirâmide não é a única; sua distância em relação a outra estrutura semelhante é proporcionalmente idêntica à distância que existe entre a Esfinge e as pirâmides do Egito.

Essas relações entre pirâmides podem significar que elas servem como marcos topográficos para viajantes celestes, como os Annunaki, tanto na Terra quanto em Marte. Sitchin acredita que as pirâmides de Gizé não foram um realização dos egípicios. Em 1993 foi divulgada a descoberta de que a Esfinge é dois mil anos anos antiga do que se pensava, o que reforça a teoria de Sitchin.



O Buraco de Saddam

Polêmico, Sitchin fundamenta suas teorias em rigorosas traduções dos textos sumérios, escrituras Védicas (indianas) e textos originais da Bíblia escritos em hebraico e grego. O local, na Terra, de chegada ou aterrisagem dos Annunaki é uma região chamada Eridu, sul do Iraque. A dificuldade de captura de Saddam Hussein decorreu do fato de que seu esconderijo, o "buraco" onde foi encontrado o ditador, é parte de uma pirâmide construída na antigüidade e desconhecida dos arqueólogos que trabalham naquele país.

O Céu do Hemisfério Sul

A NASA localizou uma maciço e negro objeto cósmico nos céus do hemisfério sul, fato que pode justificar a recente reativação de telescópios na Argentina e no Chile. Sitchin, que visitou vários observatórios astronômicos da antigüidade, constatou que todos privilegiam a visão do quadrante sul e também estão localizados na mesma latitude da Terra.

Muitos desses observatórios permitem medir com exatidão o nascer do sol e da lua. É possível que esse notável interesse pelo céu tenha sido motivado pela expectativa de um retorno desses alenígenas que foram, no passado, considerados criadores e instrutores da raça humana.
Anunnaki: na língua suméria significa "Aqueles que desceram dos céus"; para os hebreus eram Nefilim, Elohim; em egípcio, Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos anos são o fundamento da teoria de que uma avançada civilização proveniente de um planeta distante, porém pertencente ao sistema solar do qual a Terra faz parte, chegou ao golfo Pérsico a cerca de 432 mil anos atrás; eram os Anunnaki. Os visitantes estelares colonizaram a Terra com o propósito de obter grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados geneticamente.

Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a decair; os operários das minas (terráqueos) começaram a se rebelar contra as condições de trabalho e os Anunnaki, então, decidiram criar um ser que pudesse substituir os humanos primitivos. O experimento de engenharia genética teve de ser refeito. Enki, cientista genético e Ninhursag, chefe de medicina, criaram híbridos usando material do homo erectus, de animais e dos próprios Anunnaki. O resultado foi o homo sapiens, que veio ao mundo para ser escravo! Os primeiros homens, sendo híbridos, não se reproduziam. Novos ajustes foram feitos e, assim, a espécie pôde procriar.

Quando os sapiens tornaram-se muito numerosos, parte deles era expulsa das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se no planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais para os colonizadores. Essas uniões eram férteis, produziam prole. Era uma situação inaceitável para a maioria dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada - a humanidade - provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há cerca de 12 mil anos atrás.

Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travaram entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas situadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, mas também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em todo o mundo.

Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sociopolítico fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência dos Anunnaki: eram os "Iniciados", versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio "colégios" - os "colégios dos mistérios".



A Evidência Astronômica

A prova definitiva da veracidade da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a "descoberta" de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia.

Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita deste planeta e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem maior que Plutão e mesmo a Terra.

Entre 1983 e 1984, o IRAS - Infrared Astronomical Satellite produziu observações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicizadas sobre um planeta a mais no sistema, denominado "intruder - "planeta intruso". Os cientistas começaram, então, a confrontar os dados da astronomia com as traduções de Zecharia Sitchin, em especial, a tradução do documento Enuma Elish, que contém a história da formação deste sistema solar. São anais muito antigos que falam de um planeta do tamanho de Urano chamado Tiamat, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter.

O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a Lua.

O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru decorre de uma questão muito prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3 mil e 600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas. A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes da marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo "intruso". Nibiru pode ter provocado, por exemplo, a extinção da vida em Marte ou o fim da época dos dinossauros.





MISTÉRIO DE TIAMAT: O OUTRO NOME DA TERRA

Há 500 mil anos atrás o planeta Terra não se chamava "Terra". O nome "Terra", do grego gaia, é uma inovação recente. Seu nome mais antigo é Tiamat. Era um lugar completamente diferente do que é hoje e localizava-se no espaço em outra posição, mais distante do sol, entre Marte e Júpiter. Marte, que ficava mais perto do sol era, então, completamente habitável, com um clima temperado e água abundante em estado líquido. Este fato, embora não divulgado, já foi amplamente verificado pela NASA e outros grupos científicos.

Tiamat estava mais próximo da estrela Sírius (ou Sothis, como a chamavam os antigos egípcios). O sistema planetário de Sírios e o sistema da estrela que chamada Sol eram parte de um mesmo e único sistema maior, parte de uma unidade cósmica. Os dois sistemas ainda são gravitacionalmente conexos com um terceiro sistema, outro fato que começa a ganhar espaço nos meios científicos.

O "Sistema Regional de Sírius" evoluciona em torno de um sol central chamado Alcyone, estrela situada na constelação das Pleiades ou "Quadrante das Pleiades". O conjunto Sol-Sírius-Alcyone descreve uma órbita ao redor do centro da galáxia (Via Lactea) em direção da estrela de Sagitário. Todo o movimento orbital do megasistema tem uma duração de 200 milhões de anos. Este grande ciclo deve completar uma revolução em 21 de dezembro de 2012, data prevista pelos maias para a deflagração de uma catástrofe mundial apocalíptica.

FONTE: SOLÀRION, Robertino. A Brief History Of Planet X Nibiru, 2003. IN APOLLONIUS.NET









A Evidência Tecnológica

Há muito tempo escavações arqueológicas têm trazido à luz artefatos, ferramentas, máquinas e registros que surpreendem, pelo seu avanço, as expectativas dos estudiosos. São objetos inexplicáveis para a ciência histórica acadêmica. No deserto do Iraque foram encontradas baterias de argila com eletrodos datadas em 2 mil e 500 anos antes de Cristo; em uma pirâmide funerária, havia um modelo de aeroplano perfeitamente funcional.

Mais recentemente, a redescobeta de ouro monoatômico em sítios arqueológicos do Oriente Médio veio reforçar a crença em civilizações do passado altamente sofisticadas. As substâncias monoatômicas são supercondutoras de energia em temperatura ambiente e possuem propriedades anti-gravitacionais. Somente nos últimos anos o ouro monoatômico tem sido investigado pela física. Arqueologicamente, entretanto, o ouro monoatômico mesopotâmico é conhecido desde 1889, quando sir Flinders Petrie demonstrou que o material era produzido há 3 mil anos atrás.



A Evidência Documental

O registro histórico documentado da existência e das realizções dos Anunnaki começaram a aparecer desde os primeiros anos do século XIX. A escavação de antigos sítios arqueológicos mesopotâmicos revelaram uma avançada civilização Suméria. Milhares de lâminas de argila contêm escrituras relacionadas não somente com às questões do cotidiano, como o comércio, os casamentos, as ações militares e sistema de cálculos astronômicos; as tábuas cuneiformes também falam dos Anunnaki.

Fica evidente que os sumérios sabiam perfeitamente que aqueles aliens eram criaturas vivas, de "carne e osso". A Biblioteca de Assurbanipal, apesar de ter sofrido um incêndio, não perdeu nada de seus documentos feitos de argila, resistente ao fogo. Assim, foram preservadas 400 tabuletas cuneiformes que contêm a história dos tempos arcaicos, sem falhas; uma espécie de "cápsula do tempo" feita de barro cozido. São estes documentos que contam a saga dos Anunnaki.



A Evidência Genética

Os registros sumérios localizam o laboratório, onde os Anunnaki criaram o homo sapiens na região leste da África Central, próximo às minas de ouro. É uma área que coincide com o lugar onde foi encontrado o mais antigo DNA mitocondrial, pertencente ao fóssil que ficou conhecido como Lucy. Os arqueólogos também encontraram ruínas de minas de ouro de 100 mil anos. Os documentos descrevem, ainda, os avanços da engenharia genética. O rápido progresso da espécie humana sapiens, que chega a Marte apenas 250 mil anos depois de começar a realmente "sair das cavernas" é notavelmente anômalo diante dos milhões de anos que foram necessários para consolidar os membros mais antigos do nicho dos homo erectus







FONTE
Giants Upon the Earth - por Jason Martell, ANCIENT-X - Planet X: Past and Present - ANCIENT-X - Zecharia Sitchin - ANCIENT-X










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Fim dos Tempos; uma era em que a perversidade humana atingirá seu ápice.
" Se o cataclismo que é aguardado demorasse muito os seres humanos destruir-se-íam entre si de forma horripilante. Indiscutivelmente, à medida que o tempo passa, o Ego complica-se cada vez mais e mais.
O Ego, complicado, torna-se terrivelmente maligno. A humanidade terrestre já fracassou espantosamente e tornar-se-á cada vez mais e mais perversa.