Follow by Email

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Satanismo no Rock pt.2

FONTE: http://blogdoiceinho.blogspot.com/2010/09/satanismo-no-rock-pt2.html

Satanismo no Rock pt.2

1 de Setembro de 2010

 Da alma de muitos roqueiros saem ardentes declarações de amor a Satanás.  
                                                                                                                                                                                                    Led Zeppelin
 interpreta "Stairway to Heaven",onde, em backward masking, decl Eles sabem que estão caminhando para o inferno, mas não se importam. Tornam-se cada vez mais apaixonados pelo inimigo de suas almas. O conjunto ara:"Meu doce Satanás, meu doce Satanás. Aquele que e triste e faz-me melancólico. Eu te desejo mais. Eu te quero mais".   
O grupo Black Sabbath confessa ser Satanás o senhor deste mundo, e acrescenta: "...Diabo possuidor..." Entende o grupo de todos os jovens devem entregar suas almas ao demônio. Em seus shows, o conjunto incita a platéia a fazer um pacto com Satanás. Segundo testemunhas oculares, não poucas pessoas, entre as quais crianças, têm atendido a esses apelos, prostrando-se ante o tenebroso altar do Black Sabbath.
        O grupo 
Kiss
 é acusado de praticar atos de sadismo contra suas jovens fãs. Em sua musica "Criaturas da Noite", o Kiss expõe esse torpe intento: "Eu sempre quis provar o gosto da carne humana. Eu sempre quis ser canibal." 
        
Após o Dilúvio, o Senhor Deus, procurando preservar a raça humana, ordenou: "Quem derramar o sangue do homem, pelo homem o seu sangue será derramado; porque Deus fez o homem conforme a sua imagem" (Gn 9.4)
        No entanto, o diabo, que tudo faz para contrariar a Deus, leva os jovens a sentir sede de sangue, por intermédio do rock. O conjunto AC/DC faz este estranho oferecimento aos seus seguidores: "Você quer sangue; você terá." E, de que forma o sangue será providenciado? Com o sacrifício de crianças e dos próprios roqueiros.
  

 
Roberto Valente, em janeiro de 1985, ao ser repreendido por sua mãe, por estar ouvindo músicas de rock, fora de hora, ficou completamente enfurecido. Fora de si, matou os pais e três irmãos a tiros e facadas. Tirou a vida de cinco pessoas, estragou toda a sua existência, em conseqüência dos daninhos efeitos de músicas diabólicas. Preso, esse jovem, na época de 18 anos, declarou: "Estou moído; estou todo moído por dentro." Ele, com toda certeza, sofrera uma lavagem cerebral enquanto ouvia o seu "fascinante som", porque um ser humano normal, jamais cometeria tal desatino.
 
       Desde o seu aparecimento, vem o rock fazendo apologia do amor livre, da liberação sexual e de todas as aberrações sexuais. Visa a conspurcação total do ser humano. Sua proposta, vê-se claramente, não é apenas levar a juventude à prostituição, mas induzi-la à outras práticas vis e pervertidas: pedofilia, necrofilia, zoofilia, homossexualismo, etc.
       
 Paul Stanley, um dos integrantes do grupo Kiss, gabasse de suas proezas eróticas: "Você sabe o que é que temos recebido ultimamente? Cartas de adolescentes de 16 e 17 anos, com fotos em que aparecem nuas. É surpreendente! É genial! Não há nada como saber que você está ajudando a juventude da América a se despir."
        
Os integrantes do Kiss abusam sexualmente de suas jovens fãs. Submetem-nas, inclusive, a atos de sadismo e perversidade. E, não poucas dessas pobres vítimas são quase crianças. Declara 
Gene Simon, destacado componente do  Kiss:"Eu nunca pergunto a idade delas. Eu não tenho preconceito quanto a modelo ou forma... Eu acho que levo um tipo de vida bastante honroso."
        O rock exalta, ainda, a necrofilia desejo sexual mórbito por cadáver. Muitos roqueiros, através de macabras canções, declaram suas tendências a essa aberração. Os Rolling Stones, tem um álbum intitulado "Necrofilia", por intermédio do qual tem propalado essa hedionda prática. Nociva e perigosa, essa mensagem, além de incitar os jovens à necrofilia, leva-os ao homicídio, pois, só assim, conseguirão o objeto de sua tara - cadáveres. 

        No misticismo que envolve a música brasileira se reflete até no folclore, que em não raras ocasiões acoberta crenças perigosa. A cantiga de roda 
"Escravos de Jó" diz assim: "Escravos de Jó jogavam cachangá; tira, põe, deixa ficar...". Note-se que o termo "escravos" por si só já deixa a entender a realidade de quem serve a Satanás. Jó, que esteve coberto de chagas, no caso representa Omolu, o "deus" da varíola e dos cemitérios. (É também o S. Francisco das Chagas, dos católicos.) Por outro lado, "cachangá" simboliza o próprio Diabo e "quem brinca com fogo, se queima".

        

Alceu Valença, no disco "Anjo Avesso", aparece na capa com uma vestimenta sacerdotal de Umbanda, tendo no peito a meia-lua e no braço, a estrela de cinco pontas, em sinal de consagração. 

        Uma das músicas contidas nesse disco é intitulada
 "Anunciação" - o próprio nome tem em si um sentido místico, pois anunciação, na Bíblia, foi o aviso do nascimento de Jesus, feito pelo anjo Gabriel a Maria. Pergunta-se então: Que quer dizer tal termo no sentido em que foi empregado na música? Seria o anúncio do advento do Anticristo, ou da vinda de demônios para possuir os corpos do homens? A letra dessa música diz: "Na bruma leve das paixões que vêm de dentro/ Tu vens chegando prá brincar no meu quintal/ No teu cavalo peito nu cabelo ao vento / E o sol quarando nossas roupas no varal/ Tu vens Tu vens/ Eu já escuto os teus sinais...". No encarte que traz as letras das músicas, há a seguinte dedicatória, da faixa "Anunciação", cujo autor é o próprio Alceu Valença: "A Walter Queiroz "Seguindo o Mantra"." Seguir o mantra é se utilizar do backward masking, para veicular mensagens ocultas. Quando essa faixa é tocada no sentido inverso, mensagens até então imperceptíveis são ouvidas em alto e bom som, as quais, fortemente carregadas de insinuações profanas, heréticas e rebeldes, só fazem induzir o indivíduo à aniquilação sua e de seus semelhantes.

        
"Anunciação" é, toda ela, tocada em ritmos de macumba, com o acompanhamento musical característico desse culto. Desde o seu início até o final é bem evidente a presença de um forte conteúdo transcendente. Quando se afirma que "tu vens chegando", entende-se que o diabo está descendo no "terreiro", por seu turno representado por "quintal". A finalidade da vinda desse ente é brincar; fato que se relaciona a um tipo específico de demônio os espíritos de crianças ou erês que, quando se manifesta, tora os adultos como infantes, querendo brincar de carrinho; chupar bala e fazer outras coisas do gênero.

        Mesmo músicas de aparente neutralidade, como as de 
Roberto Carlos, também trazem consigo mensagens estranhas, não só no sentido normal, como no inverso. A música "Jesus Cristo, eu estou aqui" apresenta alguém discursando em primeira pessoa do singular, só que esse alguém não é o cantor e nem tampouco o compositor. Isto porque além de querer mostrar proeminência (o deus deste século, 2 Co 4.4), como bem atesta o uso da expressão (já citada) que inicia a faixa, ele não está na Terra - "... olho pra Terra e vejo...". Se é possível a alguém vislumbrar o planeta como um todo, há de se convir ele não pode estar nesse planeta; tem de estar fora do mesmo - nas regiões celestiais (o príncipe das potestades do ar, Ef 2.6; 6.12). Há, ainda, na letra da música, a afirmação de que o tal " vê uma multidão que vai caminhando", porém se deduz que não para o Céu. Parafraseando, é como se o diabo estivesse dizendo "Olha Jesus, eu estou aqui, e aqui o senhor sou eu. Olhando daqui para a Terra, vejo uma multidão que caminha a passos largos para o Inferno; são todos meus "cavalos".

        Na música "Guerra dos Meninos", desse mesmo cantor, há uma parte que diz assim: 
"...sem que eu abrisse ele entrou..." De fato, "o que não entra pela porta é ladrão e salteador" (Jo 10.1). O inimigo não pede licença a ninguém. Ele, quando quer entra, em geral arromba a porta. Quão diferente é Jesus: "Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo" (Ap 3.20).
Raul Seixas, em música sobre o rock, disse: " O diabo é o pai do rock, o diabo é o pai do rock; ele mesmo que me deu os toque. Enquanto Freud explica, o diabo dá os toque", numa assertiva clara ao envolvimento das músicas populares com o diabo. Inclusive há no texto indicado, erro na concordância numérica, ou seja, o artigo vem no plural -OS- , e o substantivo no singular -  TOQUE - , o que revela a existência de termos fixos, carregados de simbologia ocultista.
  

 

Engenheiros do Havaí, na música "Pra ser sincero", declaram ter vendido a alma ao diabo, na parte "...Pra ser sincero não espero que você me perdoe por ter perdido a calma, por ter vendido a alma ao diabo...".  
 
       E também na música "A promessa", dizem: "...O CÉU É SÓ UMA PROMESSA, EU TENHO PRESSA VAMOS NESSA DIREÇÃO...", como já sabemos, só existem dois caminhos, o caminho da luz e o das trevas, Deus e o diabo, então se para ele "o céu é só uma promessa", então o que sobra?  Bon Jovi, na música "Something to believe in", do disco (These Days), declara: "I lost all faith in my God, in his religion too, I told the angels they could sing their songs to someone new...", que quer dizer: "Eu perdi toda a fé em meu Deus, em sua religião também, eu disse aos anjos que eles podem cantar suas músicas para outra pessoa". 

FONTE: http://blogdoiceinho.blogspot.com/2010/09/satanismo-no-rock-pt2.html

Nenhum comentário:

Postar um comentário