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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O ASSASSINATO DE KENNEDY [CIA NAZI CONECTION]

TRANSCRISTO DO MELHOR BLOG DO BRASIL:

O ASSASSINATO DE KENNEDY [CIA NAZI CONECTION]







Os motivos do atentado contra J. F. Kennedy são o objeto de violentas especulações desde novembro de 1963. Sabemos que o jovem presidente se preparou para escolher sua própria orientação concernente às questões de uma grande importância estratégica, o que se opunha fortemente aos poderosos interesses políticos e financeiros do Establishment. Ele não era um bom "parceiro" e uma das causas do seu assassinato foi que ele deu baixa, logo após sua tomada de posse em 1961, no chefe todo-poderoso da CIA, AIlen Dulles, que acabava de sofrer um revés na operação da "Baía dos Porcos" (tratava-se de exilados cubanos que não puderam aportar na "Baía dos Porcos" em Cuba, em abril de 1961). Também ele intencionava a retirada de alguns conselheiros americanos (Advisor) do Vietnã.
Com efeito, ele deu-lhes ordem de retirar-se em outubro de 1963. O que irritou também enormemente os Illuminati foi o fato de que Kennedy queria claramente diminuir as atividades militares da ClA no sudeste da Ásia. Ele notificou ao congresso em 18 de Julho de 1963 que intencionava pôr em aplicação toda uma série de disposições para acabar com o déficit dos pagamentos dos Estados Unidos. Ele queria tornar a ativar a exportação de mercadorias industriais e aumentar os impostos sobre os bens dos cidadãos americanos no estrangeiro. Os impostos a pagar sobre o capital investido no estrangeiro seriam aumentados em até 15% por ano. Isso representava, evidentemente, uma desvantagem a mais para os banqueiros internacionais. Kennedy teria sido - e como - o homem que faltava para defender os direitos do povo [103].
Se quisermos levar em conta outro motivo muito mais importante, deixemos, mais uma vez, mas brevemente, o setor da política. Isto se refere à descoberta do disco voador que se espatifou em 2 de julho em 1947 em Rosewell, Novo México. Descobriram-se, nesse disco, quatro pequenos humanóides. Nesse caso houve 92 testemunhas, 35 testemunhas de primeira mão, do pessoal da Força Aérea. Em 13 de fevereiro, encontraram outro disco espacial nos arredores de Azteca, no Novo México. A segunda queda de outro disco nessa mesma região aconteceu em 25 de março de 1948 no Heart Canyon. O disco tinha 33 m de diâmetro, e era fabricado com um metal que nunca tinha sido visto antes, e nele foram encontrados 16 mortos que mediam perto de 1,20 m. Em 1949, outro disco foi encontrado em Rosewell, e um dos passageiros sobreviveu. Um oficial da aviação recebeu a ordem de enviar a Los Alamos onde se encontravam, nessa época, as instalações mais seguras das forças armadas dos Estados Unidos. Descreveram o passageiro como um humanóide reptilóide com certas características próprias aos insetos.
Denominaram-no simplesmente EBE (Extraterrestral Biological Entity). EBE relatou que os de sua raça faziam visitas à Terra já há 25.000 anos, que eles vinham de um sistema de uma estrela dupla, que seu planeta era desértico e que o sol deles ameaçava desaparecer. Ele disse também que dispunham de bases subterrâneas em diferentes países da terra. EBE ensinou ao jovem coronel que lhe tinha acompanhado a existência da reencarnação e a sobrevivência da alma, que correspondem às leis do Universo. Tudo foi anotado e reunido sob o código Yellow Book. Procurou-se entrar em contato com a raça EBE, mas sem sucesso. Esse projeto tinha o nome de SIGMA. No fim de 1951, EBE adoeceu gravemente. Como as funções biológicas de seu corpo dependiam do fornecimento de clorofila, apelaram a um botânico, o Dr. Guillermo Mendoza, para tratá-lo. EBE ficou em Los Alamos até sua morte, em 18 de junho de 1952, "por um motivo desconhecido". O coronel que cuidava dele teria chorado com sua morte. Ele o teria amado como um filho. Mais tarde, sob o projeto Robertson-Panel, adaptaram esse acontecimento no cinema: o filme teve o título ET. Esse filme de ficção científica tinha por finalidade familiarizar o público com esse acontecimento real.
Em 6 de dezembro de 1950, outro disco (de 30 m) caiu perto de Lareddo, no Texas. Encontraram nos destroços um passageiro calcinado de 1,30 m com uma cabeça extremamente grande. Esse incidente suscitou uma viva emoção pelas fotos divulgadas. Em 20 de maio de 1953, recuperaram em Kingman, no Arizona, outro disco, que media dessa vez somente 10 m de diâmetro. Nele havia 4 mortos, os quais também foram enviados, como os outros, à Wright Patterson Air Force Base (Hangar 18). (Como o dizem tão justamente os americanos: Reality is somcrimcs stranger than fiction! (A realidade ultrapassa por vezes a própria ficção!)).
Desde a primeira queda, muitas organizações secretas foram criadas, elas ocupavam-se de tudo o que dizia respeito aos OVNI’s: a mais importante foi a operação Majestic 12, fundada em 12 de setembro de 1947 pelo presidente Truman, e da qual dependiam todos os outros projetos (Majesty é o nome do código para o presidente). Entre os membros havia o Dr. Vannevar Bush, conselheiro científico do presidente: o ministro da Defesa Florestal e também, mais tarde, Nelson Rockefeller, Allen Dulles, chefe da CIA e J. Edgar Hoover, chefe do FBI.
Os outros faziam parte do CFR. Todos os doze eram também membros da Jason Society ou Jason-Scholars, da elite da ordem Skull &Bones. A sede do grupo, situada em Maryland, é acessível somente por via aérea e é conhecida pelo nome de Country Club pelos círculos dos iniciados.
OS PROJETOS CONCEBIDOS SOB A DIREÇAO DO MAJESTIC 12 ERAM, ENTRE OUTROS, OS SEGUINTES:
1 - O projeto MAJI (Majority Ageiuy for Joint Intelilgence): esse serviço reuniu todas as informações concernentes aos serviços secretos. MAJIC significa controlado por MAJI. Todas as informações e desinformações a propósito dos OVNIS e dos extraterrestres são exploradas por MAJI em colaboração com a CIA, a NSA, o DIA (serviço de informações da defesa do país) e o Naval Intelligence (serviço secreto da marinha); o projeto SIGN tinha o estudo dos fenômenos OVNIS. Mais tarde, esse projeto tomou o nome de projeto GRUDGE (pode ser devido às numerosas partes de corpos humanos que foram encontrados em duas das naves);
2 - o projeto Blue Book: refere-se ao resgate de objetos voadores tombados na terra, e de acordo com o projeto Robertson-Panel, que visa desinformar intencionalmente o público;
3 - o projeto SIGMA: trata da comunicação com a raça de EBE;
4 - o projeto Snowbird: refere-se a tecnologia de objetos voadores extraterrestres para tentar pilotar um desses objetos;
5 - o projeto Aquarius: serve de cobertura para coordenar os programas de pesquisa e de contatos com os extraterrestres;
6 - o projeto GARNET: estuda a influência dos extraterrestres sobre a evolução humana;

7 - o projeto POUNCE: que trata dos despojos das naves espaciais que caíram e dos exames biológicos feitos com os corpos dos passageiros;
8 - o projeto Redlight: que decide sobre os ensaios a serem feitos em vôo com as naves espaciais que foram encontradas ou que foram deixadas à disposição pelos extraterrestres. Esse projeto está mantido, neste momento, no domínio de Área 51/Groom Lake, em Nevada;
9 - o projeto Luna: nome do código para a base extraterrestre na lua que foi observada e filmada pelos astronautas do Apollo. Aí exploram uma mina e guardam as grandes astronaves em formato de charuto;
10 - as Delta Forces: são unidades especialmente formadas para esses projetos.
Segundo a informação de William Cooper e George Segal, a CIA teria sido criada especialmente para dissimular a existência dos extraterrestres. Segundo W. Cooper e G. Segal, o grupo da elite secreta internacional Die Bilderberger, que estudaremos no decorrer deste livro, foi criada também para ocultar os contatos estabelecidos com os extraterrestres. Entretanto só falarei sobre os Bilderberger do ponto de vista político.
O que esperam, pois de nós, os extraterrestres? Por que eles não se dirigem aos dirigentes ou ao presidente de um país? Eles o fizeram! E foram muitos que o fizeram!
Não foram somente George Washington e Abraham Lincolm que afirmaram terem sido contatados por extraterrestres. O presidente Roosevelt teria tido, em 1934, por ocasião de um cruzeiro no Pensilvânia no Pacífico, um encontro arranjado por Nikola Tesla com os passageiros de um disco voador. O presidente Truman, ele também, teria tido uma entrevista pessoal com os extraterrestres em 4 de julho de 1945. Alguns filhos dos Rothschild deram a entender que no início deste século seus pais teriam encontrado os passageiros de um OVNIS. Mas os relatórios que temos só emanam de pessoas isoladas que aceitaram contá-los e pô-los por escrito.
Existe, entretanto, provas concretas dos encontros do presidente Dwight D. Eisenhower. Michael Hesemann escreveu a esse respeito: “Assim transparece das relações estabelecidas pelas pessoas em contato com os extraterrestres que estes últimos, desde sua aparição maciça sobre Washington no verão de 1952, tiveram contato com o governo americano. (...) E ainda, eles encarregaram diferentes pessoas, entre outras George von Tassei, para enviar mensagens ao presidente. Após as eleições presidenciais do outono de 1952, foi o general Dwighr D. Eisenhower que ocupou o lugar de presidente. Anteriormente, durante sua carreira militar, ele já havia sido informado das quedas dos OVNIS em Rosewell, Azteca e Lareddo, que aconteceram entre 1947 e 1950. Após sua eleição em 18 de novembro de 1952, ele recebeu um relatório sobre a situação da comissão governamental "Majestic 12", que havia sido encarregada por seu predecessor Truman de examinar os destroços dos OVNIS recuperados. A comissão recomendou ao presidente segredo absoluto por motivo "de segurança nacional". (...)”.
O lugar escolhido para que Eisenhower estabelecesse seu contato foi a Base Edwards da Força Aérea (MUROC) na Califórnia. Demonstrações de OVNIS já se tinham desenrolado nesse lugar há meses e, como veremos, até há anos:

- em 8 de julho de 1947: quatro diferentes objetos identificados em forma de disco foram vistos sobre MUROC AFB e no terreno de ensaios secretos de Rogers Dry Lake;
- em 31 de agosto de 1948: um grande objeto com uma cauda de chamas azuis, longa, com mais de 1 km, passou sobre MUROC a 17.000 m de altitude;
- em 14 de junho de 1950: um piloto da marinha e diferentes pilotos civis observaram uma astronave em forma de charuto a 4.010 m a leste de MIJROC;
- em 10 de agosto de 1950: Robert E. Wykoff, físico da marinha, observou com seu telescópio um grande objeto em forma de disco que manobrou perto de Edwards;
- em 30 de setembro de 1952 o fotógrafo especializado Dick Beemer e duas outras testemunhas observaram dois objetos em formato de bola, ligeiramente achatada, manobrando acima de Edwards. UFO - Die Kontakte (OVNIS - O "contato").
- Vinte de fevereiro de 1954 foi o dia D. Esse acontecimento está confirmado por filmagens e por diferentes testemunhos, entre eles: o de Gerald Light, do poderoso grupo de mídia CBS; conde de Clancerty, membro da câmara alta dos Lordes na Inglaterra; William Cooper, ex-agente secreto; Paul Salomon, membro do pessoal da aeronáutica, e muitos outros que estavam estacionados nessa época, em MUROC/Edwards.
Nesse dia, todos os oficiais, inclusive o comandante, correram para a torre de controle para observar um grande disco de 60 m a 100 m de diâmetro que planava acima da pista de decolagem. Eles ficaram observando durante horas até que todos da base, até o último, ficassem a par.
O disco fazia manobras de vôo desafiando todas as regras da física; ele deslocava-se de baixo para cima, de um lado para outro, em ângulo reto, etc.
Um pouco mais tarde, eram no total cinco objetos voadores, três em formato de disco e dois em formato de charuto.
Eisenhower chegou à base, de avião; ele fazia nesse momento, um tratamento ao lado de Paim Springs. Ele e todo o pessoal da base foram testemunhas da descida de um pequeno grupo de ocupantes, que se aproximaram deles. Eles tinham um aspecto humanóide, seu tamanho era mais ou menos como o dos seres humanos, eram loiros e falavam inglês.
Eles propuseram seu auxílio para o desenvolvimento espiritual da humanidade com a condição, disseram eles, de que aceitássemos destruir nossas armas atômicas. Eles não estavam prontos a colocar à nossa disposição sua tecnologia, pois não éramos capazes de utilizar sequer a nossa, como humanos responsáveis.
Eles pensavam que qualquer tecnologia nova só serviria para matar-nos mutuamente. Essa raça explicou que estávamos num caminho de autodestruição, que devíamos cessar de destruir-nos, de poluir a terra, de explorar as riquezas minerais. Deveríamos viver em harmonia com a criação. Era capital para nós aprendermos a considerar-nos como cidadãos de uma família planetária, e que tínhamos o dever de comportar-nos como tal.
Devíamos abandonar o mais rápido possível nossa crença de podermos agir do nosso jeito. Não poderíamos entrar em contato com eles a não ser que começássemos a conduzir-nos como cidadãos de um sistema planetário.
Eles também eram parte dessa família planetária, e devíamos tratá-los assim, a eles e a todos os nossos semelhantes sobre a terra. Desde que tivéssemos aprendido a manter relações de paz com todas as outras nações, poderíamos conseguir relações interplanetárias.
Todas as pessoas presentes mantiveram-se céticas em face a essa linguagem, principalmente no que se referia à exigência imperativa do desmantelamento nuclear. Ninguém poderia imaginar que um desarmamento pudesse ser de interesse dos Estados Unidos.
Todos temiam por se encontrarem sem defesa diante dos extraterrestres. A oferta foi recusada! Os extraterrestres declararam então que continuariam a manter contato somente com indivíduos isolados enquanto os humanos não os aceitassem. Foi então que fizeram uma demonstração de suas possibilidades técnicas que impuseram respeito ao presidente, que se mantinha lá, paralisado, dentro de seu círculo. Eles mostraram suas naves espaciais ao presidente e provaram também sua capacidade de tornar-se invisível. Eisenhower sentiu um mal estar! Ninguém podia vê-los, mas todos sabiam que eles estavam lá. Em seguida os estrangeiros entraram em suas naves e decolaram.
O astronauta americano Gorden Cooper confirmou esse acontecimento e contou que viu um filme, durante seu serviço, mostrando uma aterrissagem de OVNIS numa base da força aérea na Califórnia nos anos 50.
Encontrareis nos livros de Michael Hessemann UFOS - Die Beweise (OVNIS - As provas) e UFOS - Die Kontakte (OVNIS - O contato) toda a história nos mínimos detalhes assim como as respostas a todos os comos e porquês. Ele teve o trabalho de fazer um resumo de mais de 50 livros e especialmente de livros americanos dos documentos com numerosas e excelentes fotos. UFOS - Die Beweise contém os documentos secretos da CIA que ficaram acessíveis ao público graças ao Freedom of lnformation Act ao final de trinta anos de segredo. Houve outros contatos com governadores, mas seria preciso tomar conhecimento de todos esses contatos para ter um apanhado da diversidade dos temas referentes aos OVNIS. Existem também vídeos que contêm em particular a aterrissagem de uma nave em 1964, na base da força aérea Holloman.
Voltemos agora a Kennedy. Após ter sido eleito presidente e ter sido informado a respeito dos OVNIS recuperados e dos projetos secretos que incluíam o estudo dos sobreviventes, ele quis tornar essas informações públicas. Forestal, ministro da Defesa e membro do Majestic 12, já tinha procurado fazê-lo antes; ele foi atirado pela janela do hospital com um lençol ao redor do pescoço em 22 de maio de 1949.
Kennedy teve direito a um tratamento similar. Ele foi assassinado em 22 de novembro de 1963 em Dallas [103a].
O primeiro tiro de fuzil veio efetivamente do entreposto, mas esse não foi mortal. O tiro mortal foi dado pelo motorista de seu próprio carro, o agente da CIA William Greer, que visou a cabeça de Kennedy com uma arma própria da CIA. Quando assistimos em câmara lenta o filme original do atentado e prestamos atenção no motorista, vê-se claramente que ele se vira, com a arma na mão, atira e é então que a parte de trás da cabeça de Kennedy arrebenta.
Nos filmes projetados na maior parte dos países ocidentais, o motorista não aparece. Numa emissão da ARD (primeira cadeia de televisão alemã) a Spiegel TV, em 21 de novembro de 1993, experimentou convencer os espectadores que o atentado nada tinha a ver com a CIA, enquanto que a RTL difundia quase no mesmo momento, uma notícia contrária. Sem fazer comentários, mostraram nas duas cadeias uma só vez o filme por inteiro; nos filmes seguintes, não estava mais o chofer. Mas aquele que sabia onde fixar sua atenção podia reconhecer no filme original o motorista atirando com sua arma.
John Lear, filho de Lear Aircraft (hoje proprietário) e antes designado como o melhor piloto da US Air Force (com 17 recordes no mundo), encontrou três filmes originais entre outros no Japão. Ele fez com que fossem analisados por computador para provar sua veracidade. Ele mesmo e William Cooper, ex-membro da Naval Intelligence (serviço secreto da marinha) e autor de Behold a Pale Horse, fazem em nossos dias conferências nos Estados Unidos, quando se pode obter os filmes originais por seu intermédio. William Cooper perdeu a perna direita por causa desse filme: ele foi vítima de um atentado em 1973. A televisão japonesa, em seguida, divulgou várias vezes esses filmes originais nas atualidades televisionadas nos horários de grande audiência. A análise por computador permitiu identificar a arma e a descreveu como sendo de um calibre especial empregado pela CIA. Quanto à bala, tratava-se igualmente de um projétil especialmente concebido para a CIA, o qual explodiu no cérebro de Kennedy e provocou sua desintegração.
Teriam participado na preparação do atentado os membros da CIA Orlando Bosch, E. Howard Hunt, Frank Sturgis e Jack Rubenstein (aliás Jack Ruby).
A CIA, em agradecimento, liquidou as enormes dívidas de jogo de Ruby.
Lee Harvey Oswald, que também havia sido membro da CIA, trabalhava no momento do atentado para Jack Ruby. Sua morte foi programada. Jack Ruby matou-o antes que ele pudesse provar sua inocência. O culpado foi encontrado; ele não podia mais provar o contrário.
A CIA odiava Kennedy. Ele era, no parecer dela, o responsável pelo mau jeito que tomaram seus projetos concernentes ao Vietnã, Cuba e os OVNIS.
Um colaborador da CIA, que havia participado da operação da "Baía dos Porcos", disse que todas as pessoas que trabalhavam em seu setor levantaram-se e aplaudiram assim que eles souberam da novidade da morte de Kennedy. Nas audiências diante do comitê especial para atentados, numerosos desses fatos foram desvendados, mas segundo a lei de segurança do Estado americano, os arquivos estão fechados até 2029. Após essas audiências, a CIA viu-se proibida de qualquer operação secreta no interior dos Estados Unidos. Quem pode acreditar que ela se limitou a isso? Todas as testemunhas da conspiração foram assassinadas ou morreram de um câncer fulminante que lhes haviam injetado. O motorista, que havia atirado, morreu, por exemplo, três semanas após o atentado.
Segundo o Warren-Commission-Report, relatório oficial do atentado contra Kennedy, Lee Harvey Oswald teria sido o único assassino. Foi o que pudemos ler, nove horas mais tarde em todos os jornais americanos.
A conspiração da CIA e do "Comitê dos 300" foi guardada em silêncio. Por uma boa razão: os Illuminati haviam sido muito eficazes ao controlar os agentes da imprensa. Este é um exemplo, entre outros, que prova que nações inteiras recebem durante décadas informações errôneas, até o dia em que um pesquisador corajoso se encarregue de fazer as investigações.
Robert F. Kennedy, o irmão de J. F. Kennedy, que também era um obstáculo aos Illuminati, morreu em 5 de junho de 1968, justamente antes de ganhar as eleições presidenciais. Nesse caso, o assassino único foi Sirhan Sirhan. Este estava sob o efeito da droga que foi preparada pela CIA para essa circunstância especial. Para ficarem seguros de que Sirhan Sirhan não erraria seu alvo, o guarda-costas de Howard Hughes teria atirado a "bala suplementar" que encontraram, mais tarde, na cabeça de Robert Kennedy. Segundo os dizeres do juiz de instrução, apoiando-se sobre as provas balísticas, a boca da arma deveria estar de 5 a 8 cm longe da cabeça de Kennedy; quanto à arma de Sirham, ela estava longe a mais ou menos 30 cm. Isto também foi dissimulado para o público. As publicações internas da CFR e da ordem Skull & Bones continham, entretanto, essas informações Segundo o §12 dos Protocolos, é preciso suprimir as pessoas que constituem um entrave ao "plano" [106]
Encontrareis em particular no livro de William Cooper Behold a Pale Horse a história completa do atentado com os nomes, os dados e os fatos concretos assim como as relações travadas pelos Estados Unidos com os extraterrestres.





















A Conexão Nazista para o John F. Kennedy Assassinationpor Mae Brussell (de O Homem Revoltado, 22 de novembro de 1983)
1940-1945: A Conexão Nazista para Dallas: General Reinhard GehlenO pardal-faced homem em uniforme de batalha de um general norte-americano subiu os degraus do avião de transporte do Exército dos EUA no momento da sua chegada ao aeroporto nacional de Washington. Era 24 de agosto de 1945, duas semanas após a rendição do Japão, três meses após a capitulação alemã. O general foi empurrada para dentro de uma van, sem janelas e levado para Fort Hunt fora da capital. Lá, ele contou com a presença de jaqueta branca e serventes, na manhã seguinte, equipado com um terno cinza-escuro de negócios de um de Washington swankiest homens lojas.
General Reinhard Gehlen estava pronto para fazer um acordo. Reinhard Gehlen tinha sido, até a capitulação recentes, oficial de Adolph Hitler, chefe da inteligência contra a União Soviética. Seus captores americanos tinham enfeitado-lo em um de seus uniformes para enganar os russos, que estavam à caça dele como um criminoso de guerra. Agora de inteligência dos EUA iria implantar Gehlen e sua rede de espiões contra os russos. A Guerra Fria estava.
Esta é uma história de como os nazis chave, mesmo que a Wehrmacht estava ainda na ofensiva, o desastre militar antecipada e planos definidos para o transplante nazismo, intacta, mas disfarçada, em paraísos no Ocidente. É a história de como homens honrados, e alguns não tão honrados, estavam tão cegos pela ameaça vermelha que caíram em sincronia com os projetos nazistas. É a história de The Odd Couple Plus One: a máfia, a CIA e exilados fanática, cada um com sua própria razão de projeção para Kennedy. É uma história que culmina em Dallas em 22 de novembro de 1963, quando John Kennedy foi derrubada. E é uma história com um rescaldo - América do slide para a beira do fascismo. Como William L. Shirer autor de Ascensão e Queda do Terceiro Reich, colocá-lo em falar dos excessos da administração Nixon, "nós poderia se tornar o primeiro país a ir fascista através de eleições livres".
Mesmo Robert Ludlum teria sido difícil colocar a inventar um inhame espionagem mais improvável. Aos olhos do Reinhard Gehlen CIA era um "trunfo" do potencial incrível. Ele era um espião profissional, violentamente anti-comunistas e, melhor de tudo, o controlador de uma vasta rede subterrânea ainda em vigor dentro das fronteiras da Rússia. Seu passado de xadrez não importava. "Ele está do nosso lado e isso é tudo que importa", riu Allen Dulles, um oficial de inteligência dos EUA durante a guerra que mais tarde dirigiu a CIA. "Além disso, não é preciso pedir a um Gehlen para um clube.
Gehlen negociado com o americano "hosts" com a mão fria de um jogador de Las Vegas. Quando o colapso alemão estava em minhas mãos, ele olhou para o futuro. Ele carregava todos os seus arquivos para os Alpes Bávaros e cache-los em um local chamado, apropriadamente, a Miséria Meadows. Em seguida, ele enterrou seu uniforme da Wehrmacht com a águia ea suástica bordada, vestiu um casaco de Alpine, e entregou-se com a aproximação de destacamento do Exército dos EUA. Quando os russos avançando procurou sua sede em Zossen, tudo o que encontraram foram armários vazios e lixo. O negócio Gehlen impressionado com os norte-americanos não foi, por razões óbvias, lançado com o Washington Post. Como Heinz Hermann Zolling Hohne e redigidas em que o general era um espião, o general alemão levou o seu aparato inteiro ", unpurged e sem interrupção, ao serviço da superpotência norte-americana." Não há nenhuma evidência de que ele nunca renunciou Reich pós-guerra do plano de Terceiro, apresentados pela própria família do publicando a sua casa, para colonizar vastas regiões do Leste da Rússia, criar uma fome enorme para 40 milhões, e tratar os restantes 50 milhões "inferior eslavos racial como escravos. Allen Dulles pode não ter convidado um homem ao seu clube, mas ele fez a melhor coisa seguinte: ele canalizou um total de US $ 200 milhões em fundos da CIA para a Organização Gehlen como ficou conhecido Baviera Diretor. operações a partir do tipo de nervo fortaleza de um centro em , Gehlen reativou sua rede dentro da Rússia. Logo, a notícia do avião de combate russo em primeiro lugar, o MiG-15, foi canalizado para o Ocidente. Em 1949, o general teve um golpe de espionagem quando ele apareceu planos soviéticos para a remilitarização da Alemanha Oriental .
Quando falou Dulles, Gehlen escutou. O chefe da CIA estava convencida, junto com seu irmão, o secretário de Estado John Foster Dulles, que as "nações cativas" do bloco soviético surgiria se receberam incentivo suficiente. Em seu pedido, Gehlen recrutado e treinado uma força mercenária pronta para o exílio na corrida, sem envolver as unidades americanas. Também na direção Dulles, Gehlen aproveitado as fileiras de seus colaboradores em tempo de guerra russos para um grupo de espiões para ser pára-quedas na União Soviética. Alguns destes espiões foram educados na base clandestinas da CIA em Atsugi, no Japão, onde, em 1957, um jovem fuzileiro naval chamado Lee Harvey Oswald foi enviada para a operação de avião espião U-2 lá.
Atsugi era apenas uma estação no percurso Oswald de inteligência do Extremo Oriente, ele também estava na base de U-2 em Subic Bay, nas Filipinas e, por pouco tempo, a Ping-Tung. Taiwan Em 1959 ele foi transferido para uma base da Marinha em Santa Ana, Califórnia, para instruções de vigilância radar. Seu oficial de treinamento se formou na Escola de Serviço Exterior de Georgetown, que tinha laços estreitos Agência. Em maio de 1960, quando o presidente Eisenhower estava planejando uma reunião de cúpula com o premiê soviético Kruschev, um U-2 foi abatido sobre a Rússia e seu piloto capturado. O piloto, Francis Gary Powers, depois culpou a sua morte em Lee Harvey Oswald. O U-2 caso efetivamente sabotado reunião de Ike cimeira.
Em 1955, pela pré-acordo, a Organização Gehlen foi transferido para o Governo da Alemanha Ocidental, tornando-se seu braço de inteligência em primeiro lugar, o BND. O BND tornou-se um gêmeo siamês da CIA - uma operação global. Eles já tinham trabalhado bem em conjunto, no Irã, em 1953, onde o primeiro governo democrático do país estava no poder. Dois anos antes Premier Mossadegh tinha temerariamente nacionalizou a indústria do petróleo. Dulles, com a ajuda de GEHLEN, engendraram um golpe que derrubou Mossadegh e restabeleceu o regime da família Pahlevi. O patriarca da família, o general Reza Pahlevi, foi banido do país por suas atividades pró-nati durante a guerra. Agora seu filho, Mohammed Reza Pahlevi, ascendeu ao Trono do Pavão. O Xá do Irã se tornou um dos mais ativos da CIA fiéis.
Gehlen foi pioneira na criação de frentes de manequim e cobrir as empresas a apoiar a sua farflung operações encobertas. Um grande projeto foi a formação de grupos emigrados do Leste Europeu em que os EUA poderiam ser usados contra os soviéticos. Tanto a Fundação Tolstói e da União dos Bispos da Igreja Ortodoxa Fora da Rússia foram financiados pela CIA. Quando Lee Oswald e Marina chegou da União Soviética em junho de 1962, eles foram ajudados por cerca de três dezenas de russos brancos no Dallas-Ft. Valor área. Muitos tinham ligações nazi identificáveis, outros foram nos setores de petróleo e de defesa. Foi um jogo improvável social para um desertor da URSS e sua esposa de Minsk.
Até o momento a Organização Gehlen tornou-se parte do Estado alemão ocidental, Gehlen já teve o seu agente no local nos Estados Unidos. Ele foi Otto Albrecht von Bolschwing, que tinha sido um capitão da SS Heinrich Himmler temido e Adolph Eichmann é superior na Europa e na Palestina. Von Bolschwing trabalhado simultaneamente para OSS Dulles. Quando entrou para os EUA em fevereiro de 1954, ele habilmente escondido seu passado nazista. Ele foi tomar a rede Gehlen, não só neste país, mas em muitos cantos do globo. Ele se tornou intimamente associada com o falecido Elmer Bobst da Warner-Lambert farmacêuticos, padrinho da carreira política de Richard Nixon, que trouxe para dentro da campanha de Nixon de 1960 para a presidência. Em 1969 ele apareceu na Califórnia com uma empresa de alta tecnologia chamada TCI que mantinha contratos de classificados do Departamento de Defesa. Seu tradutor alemão foi para os projectos Helene van Damme, secretário-governador Ronald Reagan nomeações. Von Damme é atualmente embaixador dos EUA para a Áustria, ao lado da pátria nazista.
Em 1968, Reinhard Gehlen retirou-se para sua moradia, na Baviera. A moradia tinha sido um presente de Allen Dulles
Wild Bill Donovan da OSS, Allen Dulles eo VaticanoAllen Dulles é apelidado de Operação Sunrise. Montou-lo de sua caminhada até escritório em Berna, na Suíça, onde, desde 1942, ele havia mantido contato com os nazistas chave. Operação Sunrise foi concebido quando os nazistas decidiram, em face da derrota, que preferiu se render aos americanos e britânicos. O acordo, que enganaram os russos, foi assinado 29 de abril de 1945.
O negociador princípio no lado alemão, foi o comandante da SS Karl Wolff, chefe da Gestapo, na Itália. Wolff agiu com plena autoridade, pois ele era ex-chefe de pessoal do staff Heinrich Himmler. de relacionamento com Wolff Dulles poupou de banco de Nuremberg, mas quando mais tarde foi descoberto que ele tinha despachado "pelo menos" 300 mil judeus para o campo de extermínio de Treblinka foi condenado a uma pena simbólica. Em 1983, Wolff ganhou as páginas sociais, quando ele e alguns de seus velhos amigos SS peregrinou na tarde Hermann Goering iate Carin II de Hamburgo. O capitão foi Gert Heidemann, o Hamburgo nazi declarado. O iate pertencia à viúva, Emmy Göring, cujo espólio foi comemorado o procurador Melvin Belli. Belli sempre teve uma clientela eclética. Ele representou Jack Ruby disparou contra Oswald depois. E ele representada Errol Flynn família interesses ator. Flynn (uma vez um grande amigo de Ronald Reagan) foi identificada como tendo colaborado com a Gestapo.
Quando Wolff acertaram os termos de rendição secreta com Dulles, que tinha no fundo de sua mente uma diáspora seguro para seus compatriotas nazistas. É aí que o OSS, William Donovan e do Estado soberano do Vaticano entrou "Wild Bill" Donovan era o cão superior no OSS. Pouco antes do alemães invadiram a Europa, o Padre Felix Morlion, um funcionário do papa, montou uma organização de inteligência do Vaticano chamou Pro Deo , em Lisboa. Quando os EUA entraram na guerra, Donovan passou Morlion fechamento, estoque e barril em Nova York e abriu uma conta bancária considerável para ele desenhar. O padre fundou o Conselho Americano de Promoção Internacional da Democracia Abaixo de Deus, na 60th Street. No mesmo edifício está a cargo de William Taub, cujo nome surgiu durante o caso Watergate. Taub é conhecido como um alcance intermediário ampla para tais figuras poderosas como Nixon, Howard Hughes, Aristóteles Onassis e de Jimmy Hoffa, e sua-o-cenas por trás manobras foram inestimáveis para Nixon em 1960, a sua corrida à presidência. Taub foi especialmente próximo ao Cardeal Alfredo Ottaviania da Santa Sé, que organizou em 1929 Mussolini "doação" de US $ 89 milhões ao Vaticano para garantir a sua neutralidade com Mussolini e Hitler. O dinheiro foi para um fundo especial no Banco do Vaticano, e depois a parte da guerra que foi confiada à "Banqueiro de Deus" Michele Sindona para o investimento. Sindona canalizou uma boa parte dele para a campanha de Nixon.
Quando Roma foi libertada em 1944 e Morlion Pro Deo se instalou lá. Em reconhecimento às boas obras de Donovan, em nome da Pro Deo, Papa Pio XII o cavaleiro com a Grã-Cruz da Ordem de São Silvestre. E antes que ele voou para Washington a reduzir seu contrato com a CIA, Reinhard Gehlen recebeu a Soberana Ordem Militar de Malta prêmio do Pontífice. O mesmo fez James Jesus Angleton, um agente Donovan em Roma que se tornou chefe da CIA de contra-espionagem.
Para Dulles, a Operação Pôr do Sol foi um triunfo pessoal, que pôs em marcha a sua ascensão ao topo da pilha de inteligência. Em 1963, por força dessa posição, ele se tornou o representante da CIA sobre a Comissão Warren.
John J. McCloy eo Chase Manhattan
O presidente Lyndon Johnson pediu John J. McCloy para servir a Comissão Warren. Nada menos que nove presidentes tinha convidado o advogado de Wall Street para missões especiais, mas ele era pouco conhecido do público. McCloy disse que entrou na investigação "pensar que houve uma conspiração", mas deixou-o convencido de que Oswald agiu sozinho. "Eu nunca vi um caso que foi mais completo comprovado", afirmou.
McCloy tinha sido envolvido no mundo sombrio de intrigas, espionagem e nazistas. Passou a década de 1930 trabalhando fora de Paris. Grande parte do seu tempo foi gasto em um caso de direito que resultam das sabotagem alemã na Primeira Guerra Mundial Sua investigação o levou a Berlim, onde ele compartilhou uma caixa com Hitler nas Olimpíadas de 1936. Ele estava em contato com Rudolph Hess, antes do líder nazista fez um vôo misterioso para a Inglaterra em 1941.
Quando os nazistas ocuparam a Europa, as bolsas bancário entre Grã-Bretanha e os EUA, por um lado ea Alemanha sobre o outro continuou como de costume. EmTrading With the Enemy, Charles Higham documenta o papel da Standard Oil of New Jersey, pertencente ao Chase Manhattan Bank, ea IG Farben Sterling Produtos com o Banco de Compensações Internacionais. Petroleiros Standard enchiam os corredores marítimos com combustível para a máquina de guerra nazista. Antes da guerra McCloy foi consultora legal para a Farben, o monopólio da química alemã.
Como secretário-assistente no departamento de guerra durante a guerra: (1) McCloy bloqueou as execuções de criminosos de guerra nazistas, (2) forjou um pacto com o regime de Vichy de pró-nazi almirante Darlan, (3) deslocadas japoneses-americanos na Califórnia para campos de internamento; (4) recusou-se a recomendar o bombardeio de campos de concentração nazista para poupar os presos por motivos "o custo seria desproporcional em relação aos eventuais benefícios", e (5) recusou a entrada de refugiados judeus para os EUA
Quando a cortina caiu sobre a guerra, ajudou a proteger McCloy Klaus Barbie, o "açougueiro de Lyon", do francês. Barbie e outros cães ferozes do canil de Hitler estavam escondidos com o 370 de Contra-Inteligência na Obergamergau. Um dos seus guardas foi privado Henry Kissinger, que entrará em Harvard como um protegido McCloy.
Em 1949 McCloy retornou à Alemanha como o americano Alto Comissário. Ele comutou as sentenças de morte de um número de criminosos de guerra nazistas, e deu os primeiros lançamentos para os outros. Um deles foi Alfred Krupp, condenado por uso de trabalho escravo em suas fábricas de armamentos. Outro era gênio financeiro de Hitler, Hjalmar Schacht, que posteriormente passou a folha de pagamento de Aristóteles Onassis.
Em 1952 McCloy deixou uma Alemanha que foi preparado para rearmar a regressar ao seu escritório de advocacia. Ele se tornou presidente do Chase Manhattan Bank, diretor de uma dúzia de empresas blue chip, e assessores jurídicos para o "Sete Irmãs" do petróleo americano. Durante este período, ele adquiriu um cliente, a empresa de petróleo Nobel, cujos interesses na Rússia czarista estava sendo gerenciada pelo pai de George de Mohrenschildt, Lee e "melhor amigo" Marina Oswald em Dallas.
Ocupado como estava McCloy encontrou tempo para supervisionar a construção do novo edifício do Pentágono. Foi apelidado de "Loucura de McCloy."
J. Edgar Hoover e Interpoldiretor do FBI J. Edgar Hoover "desconfiou e não gostava de todos os três irmãos Kennedy. Presidente Johnson e Hoover tinha medo recíproco e ódio para os Kennedy", escreveu o falecido William Sullivan, durante muitos anos, um diretor assistente do FBI. Hoover odiava Robert Kennedy, que, como procurador-geral era o seu chefe, John e temido. Por sua vez o presidente desconfiava Allen Dulles, facilitando-o como diretor da CIA, depois de 1961 Baía dos Porcos debacle. Quando JFK mudou-se para reduzir o subsídio de esgotamento do petróleo, ele incorreu no desagrado de John McCloy, cujos "lucros clientes seriam cortados.
Hoover, e Dulles McCloy não pertencem ao clube de fãs Kennedy. Quando o presidente foi baleado, Hoover controlava a investigação de campo, e Dulles e McCloy ajudaram a moldar o veredicto final da Comissão Warren.
Como a América se encontra no limiar da Segunda Guerra Mundial Hoover deu continuidade a uma relação amigável com os nazistas que dominaram a Interpol, sediada em Berlim a polícia internacional secreta. Ele havia sido obcecado com a "ameaça vermelha" desde 1919, quando ele se tornou chefe da Secretaria Geral da Divisão de Inteligência. Heinrich Himmler, Reinhard Heydrich, Arthur Nebe e outros fanáticos nazistas foram ativos na Interpol. Mesmo depois de Hitler ocupou a Tchecoslováquia, Hoover ignorado todas as provas de grupos de extermínio nazista e das atrocidades e colaborou com os meninos, em Berlim. Quando a França caiu, Hoover trocaram listas de criminosos procurados, anexando fotografias autografadas de si mesmo. Não foi, até três dias antes de Pearl Harbor, que ele chamou de uma parada - e, em seguida, só porque ele temeu que sua imagem pode ser manchada.
Quando a guerra havia sido Roosevelt iminente cobrado Hoover com esmiuçando espiões nazistas no Hemisfério Ocidental. Dois escapou do seu conhecimento. Já em 1933 o agente da Gestapo Dr. Hermann Friedrick Erban recrutados Errol Flynn como uma fonte de inteligência. Erban passou a se tornar um cidadão naturalizado americano, mas nunca abandonou sua lealdade a Hitler. Flynn passou a fazer "Santa Fe Trail", em 1940, co-estrelado por Ronald Reagan, e os dois se uniram para "Desperate Journey", em 1942.
George de Mohrenschildt, anfitrião do genial Oswald em Dallas, foi marcado pelo FBI de Hoover como um espião nazi durante a II Guerra Mundial. G-homens notou que seu primo, o Barão Maydell, tinha laços nazistas, e que seu tio filmes distribuídos pro-nazi. Suas suspeitas foram confirmadas quando perdia de Mohrenschildt de Nova York a Corpus Christi. Em 08 de outubro de 1942 um "vigia" foi colocado no seu arquivo, caso ele se candidatou para um outro passaporte.
As peças deixadas de fora da investigação de J. Edgar Hoover, antes e depois de Kennedy foi morto foram as associações de Mohrenschildt nazi tinha quando trabalhava para a inteligência dos EUA.
primo de George, o produtor do filme Constantine Maydell Barão, foi um dos principais agentes alemães Abwehr na América do Norte. Reinhard von Gehlen recrutados Maydell na era do pós-guerra a ser responsável por programas russos emigrados da CIA.
Gehlen recrutou veteranos da Abwehr Maydell do grupo de trabalho com organizações Oriente emigrante europeu dentro os EUA
Parte do tratamento Lee e Marina tapete vermelho em os EUA começou com a chegada da URSS. Spas T. Raigkin foi o ex-secretário-geral do grupo, como é Maydell. O AFABN, os amigos americanos do bloco anti-bolchevique das Nações, com financiamento da CIA, assistida Lee e Marina para se instalar.
J. Edgar Hoover foi treinado só para ver se havia comunistas ao redor ... a ameaça vermelha. O Abwehr, Reinhard Gehlen e Maydell foram ignorados pelo FBI.
Após a guerra Interpol aparentemente limpa seu ato, se mudou para Paris e instalou o Hoover de prestígio como o vice-presidente. No entanto, a Interpol se recusou a caçar criminosos de guerra nazistas, afirmando que era independente da política. A desculpa parecia um pouco aborrecido quando, na década de 1970, o ex-oficial da SS, Paul Dickopf se tornou presidente.
"Sir" Charles Willoughby - um franco-germano-americanoEle era um touro de um homem que falava com um sotaque alemão, usava personalizados, adaptados geral do uniforme um e afetou um monóculo. Um oficial do companheiro no exército dos EUA sob o seu verdadeiro nome de Adolph Weidenbach Charles, nascido em Heidelberg, 08 de março de 1892. Mas com o tempo ele se tornou chefe Douglas MacArthur de inteligência para a guerra no Pacífico, foi o major-general Charles A. Willoughby. Atrás dele estava ironicamente com a tag "Sir Charles."
Para um homem de tais características teutônico era estranho que Willoughby preferiu seu fascismo, com um sotaque espanhol. Mas isto foi um acidente geográfico. Enquanto servia como adido militar no Equador, que recebeu uma decoração a partir do governo de Mussolini - a Ordem dos Santos Maurizio e Lazzaro. Depois de entregar um elogio apaixonado ao ditador espanhol generalíssimo Francisco Franco durante um almoço em Madrid, foi brindado pelo secretário-geral do partido falangista "Estou feliz em saber que um companheiro falangista e reacionário.
sede MacArthur pré-guerra estavam no Brasil, cujo comércio era dominado pelos espanhóis residentes. O Papai Warbucks desta multidão foi Andres Soriano, que possuía um conglomerado cedo-dia das companhias aéreas, minas, fábricas de cerveja ("Claro!") E distribuidores americanos. Durante a Guerra Civil Espanhola Soriano foi um dos principais Franco de dinheiro sacos. Quando a bandeira Rising Sun foi levantada sobre o Soriano Filipinas fugiu para Washington para se tornar ministro das Finanças do governo no exílio. Mas não havia tanta confusão sobre a sua reputação fascista que ele voou para a Austrália para tornar-se um coronel com o pessoal de MacArthur.
Willoughby acompanhado do Comandante Supremo para Tóquio para a ocupação do Japão. Suas preferências permaneceu o mesmo, quando a polícia militar abalou seu hotel, procurando um fugitivo, eles encontraram Willoughby em um jantar com o embaixador da Itália fascista irrecuperáveis para o Japão e os membros do seu pessoal. Ele tornou-se uma pesada censura, repressão notícias desfavoráveis para os Estados. Ele se deleitava em falsa rotulagem correspondentes que desafiou-o como "comunistas", uma tática senador McCarthy adotaria com entusiasmo. Mas o projeto do general prioridade era uma história completamente vestida da Guerra do Pacífico em que MacArthur seria o herói altaneiro. Willoughby trouxe bronze militares japoneses para uma visão do lado inimigo, um movimento que pode ter tido um motivo. Havia a possibilidade de que Willoughby era abaixo-playing crimes de guerra japoneses, para que os autores poderiam ser protegidos para uso contra os soviéticos depois. Isso estava acontecendo na Alemanha, onde os nazistas top estava escrevendo a história de Malmedy. O forte esquema de segurança em que Willoughby envolveu o projeto só contribui para essa impressão. Uma mulher teve uma chave de acesso, a esposa do Dr. Mitsutaro Araki, um ex-professor de intercâmbio na Alemanha, que estava intimamente ligada com os nazis de alta em Tóquio e da camarilha do Tojo.
Willoughby abrigou um outro segredo que só veio à tona no ano passado. Durante a guerra, os japoneses experimentos conduzidos germe da guerra com os seres humanos como cobaias (pelo menos 3.000 morreram, incluindo um número indeterminado de militares dos EUA capturou). O Pentágono decidiu que a pesquisa biológica pode revelar útil contra os russos, e os responsáveis japoneses para os experimentos foi concedida a imunidade da acusação em troca de seus registros de laboratório. Em 12 de dezembro 1947, o Pentágono reconheceu a "cooperação incondicional" de Willoughby em arranjar o exame do "material humano patológico que tinham sido transferidos para o Japão a partir das instalações de guerra biológica".
No seu último gesto público para Franco, Willoughby pressionaram o Congresso dos EUA em agosto de 1952, para autorizar $ 100 milhões para as necessidades do ditador anti-comunista. Então, ele se estabeleceu em os EUA para fazer a batalha com o inimigo interno. Como Sir Charles e seus aliados de direita, vendo isso, o marxismo não era o verdadeiro inimigo, os liberais.
1952: As Viagens de Klaus Barbie, Evita Perón, Otto Skorzeny, e Nicola MalaxaEm 1952, Klaus Barbie chegou na Bolívia através de uma parada na Argentina. Ele tinha sido expulsos da Alemanha pela CIA, com a mão do Vaticano. Logo ele se juntou com major da SS Otto Skorzeny, que já era afiliado com a CIA. Dr. Fritz Thyssen e Dr. Gustav Krupp, os beneficiários da anistia de McCloy, financiado Skorzeny desde o início. Barbie e Skorzeny foram logo formando esquadrões da morte, como os Anjos da Morte na Bolívia, a Aliança Anti-comunista na Argentina e na Espanha, com Stephen Della Chiaie, os guerrilheiros de Cristo-Rei.
Em 1952, os nazistas, o dinheiro Martin Bonnann foi lançado. Na Argentina, Evita Perón morreu de câncer aos 33 anos. Em seu nome foi depositado, em 40 bancos suíços, o dinheiro nazista. Havia 100 milhões dólares em dinheiro, mais US $ 40 milhões em diamantes. Várias centenas de milhões mais foram postos de lado com o irmão de Evita, Juan Duarte, como o correio. Isso levou a três assassinatos no ano seguinte: (1) Juan Duarte foi assassinado a tiros, (2) Heinrich Dorge, um assessor de Hjalmar Schacht, morto, e (3) Rudolf Feude, banqueiro nazi que sabiam a localização do dinheiro, foi envenenado.
Em 1952, Otto Skorzeny, que havia sido liberado da custódia americana em 1947, mudou-se para Madrid. Ele criou o que é conhecido como o Internacional Fascista. A CIA ea BND Gehlen despachou-o para "pontos problemáticos". Na sua folha de pagamento eram antigos agentes da SS, os terroristas franceses da OEA e da polícia secreta de PDID Portugal. PDID são as mesmas iniciais que a unidade de inteligência da polícia de Los Angeles, desordem pública Divisão de Inteligência. O PDID Califórnia: ";. Ocidental Milênio" (1) foi exposta em 24 de maio de 1983 como espiar cidadãos cumpridores da lei a um gasto de R $ 100.000 (2) utilizando um sistema de processo informatizado comprou pelo falecido Representante Larry McDonald's (McDonald era um líder nacional da John Birch Society, que era extremamente ativa em Dallas anterior ao assassinato de Kennedy); (3) Gols Ocidental tem escritórios na Alemanha, dirigida por Eugene Wigner que os dados de alimentação para a BND Gehlen, (4) no conselho de Western Gols são guerreiros como Fria como Edward Teller, o almirante Thomas Moorer eo Dr. Hans Senholt, uma vez que um piloto da Luftwaffe.
agentes coronel da SS de Skorzeny CIA participou de campanhas de terror levada a efeito pela Operação 40 na Guatemala, Brasil e Argentina. Skorzeny foi também responsável pela mercenários Paladino, cuja capa, MC Inc., Madrid era uma empresa de importação e exportação.
Dr. Hartmut Gerhard von Schubert, [ex-] do ministério de Joseph Goebbels, propaganda, foi MC gerente operacional. O centro nervoso das operações de Skorzeny estava na Albufera, Espanha. Foi apresentado no mesmo edifício que o SCOE espanhol da agência de inteligência sob o coronel Eduardo Blanco e foi também um escritório da Agência Central de Inteligência dos EUA.
O edifício Albufera era o tipo de ninho de inteligência que foi repetido em Nova Orleans em 1963. Naquele verão, Lee Harvey Oswald entregue pró-Castro literatura carimbada com o endereço 544 Camp Street, um edifício comercial. Esta foi uma asneira, porque Oswald realmente estava sob o controle de uma operação anti-castrista sediada lá. Seu controlador, Guy W. Banister, estava relacionado com a inteligência militar, a CIA e uma seção do Anti-Comunista da Liga Mundial, que havia sido criada por Willoughby e sua unidade de inteligência do Extremo Pacífico, em Taiwan.
Em The Heroin Grande Golpe, Henrik Kruger revelou que o Internacional fascista "não foi apenas o primeiro passo em direção cumprindo o sonho de Skorzeny, mas também de seus amigos mais íntimos em Madri, o exílio José Lopez Rega, o cinza eminência Perón Juan, eo príncipe Justo Valerio Borghese, o homem do dinheiro fascistas italianos que haviam sido resgatados da execução às mãos do italiano II Guerra Mundial pela resistência contra-espionagem da CIA futuro mago, James J. Angleton. "
A subcomissão de operações internacionais da Relações Exteriores do Senado preparou um relatório "América Latina: Murder, Inc." que ainda está classificado. O título repetida observação de Lyndon Johnson, três meses antes de morrer, "Nós estávamos correndo um assassinato, Inc., no Caribe." O relatório concluiu: "Os Estados Unidos tiveram as operações conjuntas entre a Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai As operações conjuntas foram conhecidos como Operação Condor Estas são equipas especiais utilizados para realizar" sanções ", a matança dos inimigos... "
Jack Anderson deu alguns detalhes em sua coluna "Operação Condor, um Unholy Alliance" 03 de agosto de 1979: ".. Equipes de assassinato são centradas no Chile Este consórcio internacional está localizada na Colônia Dignidade, Chile Fundada por nazistas da SS de Hitler, dirigido por Franz Pfeiffer Richter, Reich de 1000 anos de Adolf Hitler pode não ter morrido. Crianças são cortados na frente de seus pais, os suspeitos são asfixiados em pilhas de excrementos ou girado à morte mais de churrasqueiras ".
Otto Skorzeny codinome seu ataque contra soldados americanos na batalha de Bulge a Operação Greif, o "Condor". Ele continuou com seu Condor pós-guerra que impôs equipas especiais "sanções", que significa o assassinato de inimigos. Skorzeny pai-de-lei foi Hjalmar Schacht, presidente do Reichsbank Hitler. estaleiros Onassis Schacht guiada 'para a reconstrução das frotas de guerra alemão e japonês. Em 1950, Onassis assinado em Lars Anderson para os seus navios baleeiros na caça ao largo da Antártida e da Argentina. Anderson tinha pertencido ao grupo nazi Vidkum colaboracionista de Quisling na Noruega durante a guerra. Clay Shaw, que foi acusado por Nova Orleans DA Jim Garrison de cumplicidade no assassinato de JFK, foi um amigo próximo de Hjalmar Schacht.
Em 1952 Nicola Malaxa passou de Whittler Califórnia para a Argentina. Malaxa havia pertencido à rede Ottovon Bolschwing da Gestapo, assim como seu associado, Viorel Trifia, que vivia em Detroit. Eles eram membros da Guarda de Ferro nazista na Romênia, e sentiu acusação. Eles tinham uma coisa em comum: eles eram amigos de Richard Nixon.
Trifia tinha sido trazido para os EUA por von Bolschwing. Malaxa havia escapado da Europa com mais de US $ 200 milhões em dólares dos EUA. Após a chegada em Nova York, ele pegou mais US $ 200 milhões do Chase Manhattan Bank. O caminho legal para sua entrada foi suavizado pelos escritórios de advocacia Sullivan & Cromwell, os irmãos Dulles empresa. Subsecretário de Estado Adolph Berle, que havia ajudado a Nixon ea estrela testemunha Whittaker Chambers condenado Alger Hiss, pessoalmente testemunhou a favor Malaxa antes de um subcomitê do Congresso sobre a imigração. Em 1951, Nixon senador apresentou um projeto privado para permitir Malaxa residência permanente. Arranjos para o seu relocalização Whittler foram feitas pelo escritório de Nixon lei. A capa fictícia para Malaxa em Whittler foi Ocidental Tube. Em 1946, Nixon tinha recebido um telefonema de Herman L. Perry perguntando se ele queria correr para o Congresso contra a Rep. Jerry Voorhis. Perry mais tarde se tornou presidente da Western Tube.
Quando Malaxa foi para a Argentina em 1952, ele associou-se com Juan Perón e Otto Skorzeny. Foram levantadas questões no momento cerca de J. Edgar Hoover, a Guarda de Ferro, Malaxa e vice-presidente Nixon.
Eleições 1960: Richard Nixon versus John F. Kennedyantes da eleição de 1960, um grupo dentro da Direita Cristã conspiraram para matar John Kennedy, em Van Nuys, Califórnia, enquanto ele ainda era candidato.
O grupo foi uma fusão de cubanos anti-Castro, Minutemen e nazis home-grown. Algumas foram buscadas por Jim Garrison, após sua prisão de Clay Shaw, para um depoimento perante o júri de Nova Orleans grande. Quando a Guarnição encaminhados documentos de extradição de Edgar Eugene Bradley, um membro do grupo, o governador Ronald Reagan recusou-se a assiná-lo.
O líder de um desses grupos, a Liga de Defesa Cristã (CDL), foi o Reverendo William P. Gale. Durante a guerra Gale tinha sido um coronel do Exército nas faixas de guerrilha Filipinas formação. O oficial superior foi Willoughby. Até o final dos anos 1950 Gale estava recrutando veteranos pela sua "identidade" do grupo, que foi financiada por um rico homem de Los Angeles.
Uma das CDL's de contatos era o capitão Robert K. Brown, uma das forças especiais profissionais de Fort Benning, na Geórgia. Brown estava trabalhando com cubanos anti-Castro, mercenários semelhante ao de equipes de Skorzeny. Brown agora é editora do Soldier of Fortune Magazine e textos paramilitares, como silenciadores, franco-atiradores e assassinos. O livro explica como Mitchell WerBell feita armas especiais para a CIA, na Baía de Porcos esquadrões de assalto e outros clientes. WerBell, filho de um oficial de cavalaria czarista ricos, aperfeiçoou um silenciador de modo eficaz uma arma pode ser filmado em um quarto e não ouviu falar no próximo. É ideal para os assassinatos.
Tem havido alguma controvérsia prolongada sobre quantos tiros foram disparados no dia Kennedy foi assassinado. O presidente feridas, cortes na limusine e freio, e prova de bala indicou alguns. Mas a Comissão Warren concluiu que havia apenas três. Ele tomou o depoimento de espectadores em Dealy Plaza, que disse que só ouviu três. Ele nunca considerou a possibilidade de que armas silencioso equipada foram demitidos.
Quando Clay Shaw foi preso por Jim Garrison a notícia foi de particular interesse para o jornal italiano Paesa Sera. Ele seguiu com uma história que Shaw pertencia a uma organização de cobertura em Roma chamado Centro Commerciale Mondiale (CMC). Sua localização foi muitas vezes movidos, girados seus presidentes, o seu modus operandi alterado. CMC incluídos fascistas italianos, os elementos da direita europeia paramilitares, a CIA e os EUA do Departamento de Defesa. Foram os principais accionistas, com os bancos localizados na Suíça, Miami, Baser e outras grandes cidades.
CMC havia sido formada em 1961, um ano depois de Kennedy ter sido eleito. Seus diretores tinham trabalhado com redes fascista estabelecido após a Segunda Guerra Mundial. O conselho de administração numeradas Ferenc Nagy, uma ex-premiê húngaro, que liderou o país anti-comunista Partido compatriotas no exílio. J. Edgar Hoover levou Nagy para os Estados Unidos, onde havia inúmeras Gehlen apoiado organizações emigrados. Em 18 de agosto de 1951, o Saturday Evening Spotretratado com Nagy checo, polonês, húngaro e russo exilados sob o título: "quer ir à guerra Right Now. Eles" Em 22 de novembro de 1963 Nagy estava morando em Dallas.
CMC foi realmente uma subsidiária da Permindex com sede na Suíça, cujo presidente foi o príncipe Gutierez de Spadafora, industrial italiano e grande proprietário. Spadafora filha-de-lei foi relacionada com Hjalmar Schacht. Clay Shaw, que conseguiu o New Orleans Intemational Trade Mart, foi um diretor. Outro foi Giorgio Mantello, aka George Mandel, que mais tarde iria se mudar para Nova Orleans. Uma vez condenado por "atividades criminosas" na Suíça, Mantello trabalhou de perto com seus companheiros húngaro Nagy. Um dos objetivos da CMC foi de que "Roma irá se recuperar mais uma vez sua posição como centro do mundo civilizado."
Major LM Bloomfield, um veterano do OSS que residiu em Montreal, foi um suspeito Garrison queria pergunta. No Canadá, ele teria controlado o Credit Suisse, cervejarias Heineken, Israel Continental Company, Grimaldo Siosa Linhas e outras empresas internacionais. nome de Shaw foi encontrado entre onze diretores de uma empresa em Montreal que realmente foi baseado em Roma. Quem estava dando o dinheiro virtualmente ilimitado de CMC, e que estava recebendo isso? A resposta poderia ter sido encontrada em quantidades enormes que saiu das contas de Evita Peron.
Paesa Sera informou sobre 04 de março de 1967 que a CMC era uma criatura da CIA serve como um canal de dinheiro, e que Shaw e Bloomfield espionagem política ilegal sob sua capa. Em Nova Orleans, Shaw foi o cidadão respeitado que tinham ajudado a restaurar o Bairro Francês. Em Roma, ele era um membro essencial dos conselhos de empresas individuais lidar com acusados de assassinatos fascistas europeus. do livro de endereços Shaw continha o número privado de Principessa Marcelle Borghese, agora Duchessa de Bomartao, que está relacionado com o príncipe Valerio Borghese. Chamado de "Black Prince" e "The New Duce", Borghese foi líder do Movimento Sociale Italiano, um neo-fascista sindicato. O Príncipe Negro, que era um capitão de submarino decorados com a Primeira Guerra Mundial, foi acusado de colaborar com os nazistas na Segunda Guerra Mundial e dado 12 anos de prisão.
O Príncipe Negro é o mesmo Borghese resgatada por Tiago J. da CIA Angleton. Não é de admirar Angleton foi premiado com o Soberana Ordem Militar de Malta, pelo Papa, após a guerra. Poderia explicar o que foi Angleton insinuando quando questionado sobre o assassinato de JFK: "A mansão tem muitas salas, havia muitas coisas durante o período, não estou a par de quem atacou John."
filiação Clay Shaw com Permindex iria ligar mais tarde para a Argentina, Espanha, Roma, New Orleans e Dallas. A gama internacional das equipas de sucesso, com dinheiro desviado da CIA no exterior para cobrir as sociedades constituídas pela Organização Gehlen, começaram a vir juntos após a prisão de Shaw.
Em novembro de 1960, seria Nixon versus Kennedy. Frank Sinatra introduzido Judith Exner a John Kennedy na véspera das primárias de New Hampshire. Poucas semanas depois Sinatra introduzido Judith Exner para Chicago chefe da máfia, Sam Giancana. Então Exner se envolveu, como William Safire colocá-lo em um "affair dupla com o mafioso mais poderoso do país e líder mais poderoso da nação política".
Giancana foi ocupada com mais de sua vida amorosa, ele foi contratado para formar equipes de assassinato de ir depois de Fidel Castro. O homem que ele foi mantido Robert Maheu, o FBI e ex-agente da CIA. Foi um corte clássico. Maheu nunca mencionou que a CIA estava por trás dele. Ele insinuou que a Giancana ricos exilados cubanos estavam fornecendo os fundos. Isso parecia plausível, já que Maheu era um homem de Howard Hughes, do lado direito.
Giancana colocar sua tenente Los Angeles, Johnny Roselli, encarregado do pelotão. Em 1978, quando o comitê seleto da casa perguntou-lhe, Roselli deu a entender que sua missão visava Kennedy, assim como Castro. Pouco depois, seu corpo foi encontrado boiando em um tambor de petróleo ao largo da costa da Flórida. Giancana nunca tive a chance de testemunhar. Ele foi morto a tiros em sua casa em Chicago.
A organização Howard Hughes, usada como cobertura para a conspiração matá-Castro, (Hughes pensei que era uma ideia patriótica) tem mantido Carl Byoir Associates como o seu braço de relações públicas. Durante a guerra Byoir representada banqueiros nazistas e os industriais e os interesses IG Farben. Um de seus clientes foi Emest Schmitz, membro da IG Farben, Ilgner e German American Board of Trade. Sua Serviços de Informações foi subsidiado pelo governo nazista. George Sylvester Viereck, editor da Biblioteca alemão da Informação, também foi no negócio com Byoir. Um cliente Byoir lucrativo foi o Flick Frederick Group. Súbito, um réu Nuremberg lançado pela McCloy, foi o poder único e maior atrás do músculo militar nazista. filho Frederico Flick era perto da WR Grace Company, e investiu mais de US $ 400.000 em parceria com J. Peter Grace nos Estados Unidos. Durante a guerra, WR. Grace foi acusado em um relatório militar de proteger um certo coronel nazista Brite na Bolívia. Em 1951, quando a CIA Barbie contrabandeados para fora da Alemanha, ele foi enviado para se juntar ao mesmo coronel Brite. George de Mohrenschildt foi um colaborador próximo do fundador da empresa, William Grace.
De Mohrenschildt era um homem de muitas faces. Tornou-se amigo de Lee Oswald e Marina, introduzindo-os para a comunidade de russos brancos. Ele fez ligações telefônicas para obter empregos Lee e habitação. Como ele disse que a Comissão Warren, ele ficou fascinado com este estranho par apenas fora da Rússia. Mas, no Clube do Petróleo, em Dallas, De Mohrenschildt cantou os louvores de Heinrich Himmler. Suas viagens o levaram todo o mundo em missões identificados com inteligência. Em 1956 ele foi empregado por Pantepec Oil Company, de propriedade da família de William Buckley.
De Mohrenschildt muitas vezes discutido com Oswald J. Moore Walton, doméstica da CIA Contatos residente Divisão em Dallas. Na primavera de 1963, logo após visitar a Oswalds, ele foi a Washington. Há um registro de um telefonema de Mohrenschildt feita em 07 de maio de 1963, ao Chefe do Estado Maior para inteligência. No mesmo mês, ele teve um encontro pessoal com um membro dessa equipe. Suas conexões militares parecem ter sido grande. Uma das primeiras pessoas de Mohrenschildt tomou a Oswalds para ver em Dallas foi o almirante Chester Barton.
Apesar De Mohrenschildt e sua esposa Jeanne prestou um longo depoimento perante a Comissão Warren, apenas o advogado e historiador Albert Jenner Pentágono Alfred Goldberg compareceram. Um dos clientes de Jenner foi a General Dynamics, fabricante do caça F-lll que alcançaria fama no Vietnã. O chefe de segurança para a General Dynamics, em Dallas, Max Clark, era outro De associar Mohrenschildt doar dinheiro para ajudar Marina enquanto George Lee tem seu próximo trabalho, em Dallas. Encontrou um na casa de Jagger, gráficos Chiles-Stovall, que realizou classificados contratos militares.
Jeanne de Mohrenschildt sido trazida para os EUA por um membro da família empregados pela organização de Howard Hughes. Em 1977, George foi encontrado morto com um tiro, supostamente um suicídio, no dia em uma casa Selecione investigador comissão chegou procurando por ele. Jeanne consentiu em uma entrevista à imprensa. Ela disse que George foi um espião nazista.
A colocação de Mohrenschildt ficou por Oswald lhe permitiu visitar a agência Bloom Sol pelo menos 40 vezes. Foi este órgão que mais tarde decidiu o percurso carreata para a visita fatal de Kennedy.
Ruth Paine, a quem conheceu através de Oswald George, tinha chamado Roy verdade e de trabalho adquiridos por Oswald no Texas School Book Depository. Se Maydell GEHLEN e os agentes atuaram em os EUA sabiam que todos os movimentos certos para garantir o seu bode expiatório.
1960: Os jovens americanos para a Liberdadedo presidente Harry Truman alertou sobre a CIA "Gestapo", ele havia criado.
O presidente Eisenhower deixou a Casa Branca temendo o "complexo militar-industrial" novo ele entregou a nós.
Em 1960, Richard Nixon foi candidato qualificado para o cargo de Presidente. Um monte de pessoas influentes foram certeza de que ele era a única opção.
Nixon estava familiarizado com cada tática do susto vermelho. Desde a sua primeira campanha contra Jerry Voorhis em 1946 para a cadeira na Câmara, ou contra Helen Douglas no Senado, e trabalhar com o senador Joe McCarthy, ele sabia bem. A promotoria de Alger Hiss, com provas tão frágeis, provou seu valor por si só.
Mas Nixon também acumularam fortes ligações com membros do sindicato do crime, a hierarquia do Vaticano, as indústrias da defesa e nazistas conhecidos. Ele conhecia todos eles.
O que se perdeu depois desses dezessete anos de preparação? Haveria uma equipa de back-up para o futuro? Poderia o Pentágono ou Reinhard Gehlen visualizar deixando toda a presidência dos EUA nas eleições chance?
Lembre-se o que aconteceu com o senador Robert Kennedy, na véspera da sua eleição primária em Junho de 1968? Eles não podem chegar tão perto de perdê-lo novamente, você sabe. Com ambos os Kennedy foram, Nixon finalmente chegou.
Setembro de 1960, dois meses antes das eleições, William F. Buckley Jr. lançou seu FAI, jovem norte-americanos para a Liberdade, a partir da razão em sua fazenda em Connecticut.
Antes dessa data, a carreira de Buckley foi um dos mais conservadores os EUA Após a sua graduação em Yale, mentor Frank Chodorov agarrou para propósitos relacionados ao seu trabalho com o Chicago McCormick Tribune.
Buckley trabalhou para a CIA no Japão de 1950-1954.
Ele também fez uma temporada com a CIA no México, com E. Howard Hunt.
Co-fundador da FAI foi Douglas Caddy, cujos escritórios foram utilizadas pela CIA e pela organização de Howard Hughes, na época de Watergate entradas ilegais e outros truques sujos.
Depois da CIA no Japão, Buckley estava pronto para publicar sua própria revista, The National Review. Esta foi uma oportunidade rara de reunir escritores mais conservadores do mundo para a publicação e muita propaganda acompanhado insinuações levianas Buckley.
Uma vez que a publicação foi indo, Buckley decidiu levar jovens americanos para a Liberdade do campus; velhas idéias, dinheiro velho, e as mentes dos jovens para o molde. Por trás do projeto sempre foram os mestres bem financiado militares, como o Tom YAF de Charles Huston e Nixon Cointel-Programa de cozinhada.
The selected advisory board for YAF was a Who's Who of oldies even then: Senator Strom Thurmond, Senator John Tower, Mr. Ronald Reagan, Professor Lev Dobriansky, General Charles Willoughby, and Mr. Robert Morris are a sample.
Robert Morris may not be a household name. But William Buckley knew him well, and Morris, Nixon, and Senator Joe McCarthy were team players. Senator Joe McCarthy's two strongest supporters for him to represent Wisconsin were Frank Seusenbrenner and Walter Harnisfeger. Both admired Adolf Hitler and made continuous trips to Germany.
Senator McCarthy obliged fast enough. Before he went after the Commies in the State Department, he had to release a few of Hitler's elite nazis lingering in the Dachau prison camp. McCarthy beat John McCloy by about three years.
In 1949, during congressional hearings on the Malmedy Massacre, the bloody Battle of the Bulge, McCarthy invited himself to take over the entire testimony. He wasn't satisfied until the prison doors flew open. The most detestable and ugly battle of World War II, an assault upon Americans and civilians in Belgium, was ignored. Hitler's precious Generals Fritz Kraemer and Sepp Dietrick, along with Hermann Priess and many others, were free.
With that business finished, McCarthy took on Robert Morris as Chief Counsel for the Senate Internal Security Subcommittee. Morris' earlier training in Navy Intelligence in charge of USSR counter-intelligence and psychological warfare could be utilized well by Senator Joe. Particularly the psychological warfare part.
After McCarthy died, Morris moved to Dallas, Texas. He was a judge, and became president of Dallas University.
In 1961, a year after Buckley founded YAF, another conservative organization was formed in Munich, Germany, calling itself CUSA, Conservatism USA. These were not students, but members of the U.S. army, soon to be mustered out, then to appear in Dallas, Texas, by November 1963. The host would be Robert Morris.
A correspondence between Larry Schmidt in Dallas, to Bernie Weissman in Munich, Germany, in preparation for their arrival, was published in the Warren Commission Hearings, Vol. XVII.
Segments of the letters are as follows:
November 2, 1962: Dallas to Munich, Larry Schmidt:
"Gentlemen we got everything we wanted."
"It saved the trouble of infiltration."
"Met with Frank McGee ... (president of the Dallas Council of World Affairs.)"
"Suggest Bernie convert to Christianity and I mean it."
(Bernard Weissman, the only Jew, was brought all the way to Dallas on November 22, 1963, to lend his name to the "Wanted for Treason" fliers handed out to welcome JFK. He testified that the John Birch Society paid for the ads and "wanted a Jewish name at the bottom.")
“We must all return to the church."
“These people are religious bugs.”
"I think in terms of 300,000 members, $3,000,000.”
"The John Birch Society has a million members. Look for us to merge with them in 1964."
"Arrangements are being made for me to meet the heads of the Dallas John Birch, General Walker, and H.L. Hunt, Texas oil millionaire."
(General Walker had been retired from the military by John Kennedy for his compulsory Pro-Blud indoctrination.)
"I have already met the top editors of the Dallas Morning News, the country's most conservative newspaper.”
"These people are radicals but there is a method in their madness. You see, they're all after exactly what we're after.”
"No Liberal talk whatsoever, none."
"Down here a Negro is a nigger."
"I mean, no one is ever to say one kind word about niggers."
"Liberals are our enemies."
"The conservative isn't against the Niggers, he just wants to keep him in his place for his own good."
(Pres. John Kennedy and Atty. Gen. Robert Kennedy had waged a bitter battle from Sept. 30 to Oct. 3, 1962, at the University of Mississippi. The integration of one Black student brought in the U.S. Army and caused Gen. Edwin Walker to be confined.)
January 4, 1963 Larry Schmidt to B. Weissman, Munich:
"I want big men ... believe me if I had a dozen such men I can conquer the world."
"I will go down in the history books as a great and noble man, or a tyrant."
"I expect to see you here in Dallas, especially Norman and Larry.”
"If Jim Mosely is not here by Feb. 15, he is finished."
"One thing had best be understood, I am not playing games here in Dallas and expect you not to play games in Munich."
"I am not here in Dallas for my health or because I think Dallas is a wonderful place.”
"Continue to have regular meetings and try to get things back in order in preparation for the big meetings."
February 2, 1963 Larry Schmidt:
"We have succeeded, the mission with which I was charged in Dallas has been achieved."
"Friday night I attended a gathering of the top conservatives in Dallas."
"The meeting was at the home of Dr. Robert Morris, President of the Defenders of American Liberty.”
"Present were Mr. George Ward, Detective for Dallas City Police, Mr. Ken Thompson, editorial writer for the Dallas Morning News, Mr. Clyde Moore, former PR man for H.L. Hunt, former UPI writer. (Eight others).”
"I told them exactly what I wanted."
“Others suggested using an already existing movement, named the Young Americans for Freedom, with already 50,000 members."
"CUSA, as set up in Munich, is now an established fact in Dallas, only we are calling it YAF. I think you catch on."
"We are starting Munich chapters of YAF To spread to Stuttgart, Frankfurt, Heidelberg, Berlin, Kaiserslautern."
"We are getting every top name in business, education, politics, and religion to endorse YAF."
"The advisory board includes 37 congressmen ...including Sen. Strom Thurmond, Sen. John Tower, and Sen. Barry Goldwater. There is Ronald Reagan, Gen. Mark Clark, Gen. Charles Willoughby, John Wayne, etc."
"Change all your records to read YAF."
"All those months in Munich were not wasted. I accomplished my task in Dallas. I need you here soon. I sold these people on each of you and they are expecting you to come to Dallas and play an important role.”
"The days of leisure are over."
"We want to see you, Norman, Jim and Bill Burley back here in Dallas."
"Sheila and my brother will be here in August; Ken Glazebrook in Sept."
June 13, 1963, Larry Schmidt to B. Weissman in Munich, Germany.
"Warren Carroll, our only other recruit to CUSA, is already a PhD and two MS's. Warren is a scriptwriter for Lifeline, the H.L. Hunt television and radio series. Hunt is the millionaire oilman."
"Warren is 32, former CIA man. Don't worry, he has been checked out."
"Hunt checked him out."
(This appears to be a military action, DIA. They have to check out the CIA man, using Hunt's
security).
After Jack Ruby was arrested for killing Oswald inside the Dallas jail, there were copies of Warren Carroll's Lifeline on the seat of his car. The section was on "Heroism," on how to become a "hero." This is interesting because one of the first reasons Ruby gave for killing Oswald was, "I wanted to show them a Jew had guts."
"We want to get Norman into the Republic National Bank ... where we are building our credit like crazy for the day we need ready cash."
(The Dallas Republic National Bank was identified by the Washington Post, February 26, 1967, as a conduit of CIA funds since 1958.)
(Connie Trammel, who worked at the Republic National Bank, accompanied Jack Ruby to the office of Lamar Hunt, Wednesday, Nov. 20, 1963, two days before Kennedy was assassinated.)
October 1, 1963, Larry Schmidt to Munich, Germany:
"This town is a battleground and that is no joke. I am a hero to the right, a stormtrooper to the left."
"I have worked out a deal with the chairman of YAF. The arrangements are always delicate, very delicate. If I don't produce the bodies it is likely Dale (Davenport) will think me a phoney.”
"He needs our help now. Adlai Stevenson is scheduled here on the 24th."
"Kennedy is scheduled in Dallas on November 24."
"All big things are happening now.”
1963: A few connections in Dallas -- Gen. Walter Dorberger, Michael and Ruth PaineWhen George de Mohrenschildt was busy introducing Lee and Marina to the Dallas-Ft. Worth White Russian displaced Czarists, he managed to keep the social level equal with his American contacts.
One casual dinner in the company of Michael and Ruth Paine, and that was enough meeting to set the Oswalds’ course. George and Jeane didn't have to meet with them again.
Ruth Paine would provide housing for Marina while Lee went to New Orleans. A few weeks later, she drove Marina to join Lee. After summer vacation at Wood's Hole, Mass., Ruth returned and brought Marina to her home in Irving, Texas, while Lee was on the bus to Mexico with Albert Osborne/John Bowen, and four other Solidarists from the Russian network.
After Kennedy was murdered, the Dallas police rushed to the Paine's home. From that garage and elsewhere, via the Paines, came most of the incriminating evidence against Oswald.
The alleged murder weapon never could be proven by the Warren Commission as ever having come from their garage.
The cropped photo that Life printed with Oswald holding a rifle came from a box removed from the garage, taken to the police department, then returned the next day, with nobody present to indicate where it came from.
Accessory after the fact, the letter was delivered to Marina in December undated and unsigned, to cover up General Walker's anxiety to blame a "Communist,” Lee, for shooting at him in April and came from Ruth to Marina. It wasn't in the home before then. The Warren Commission required planted evidence sometimes in order to divert from Lee Oswald's links to the Defense Department, assisted by Ruth and Michael Paine.
Michael Paine's occupation at Bell Aircraft is the Defense Department. This job requires security clearances, so what would the unlikely Oswalds be doing in his home? Oswald, the "defector?"
Paine's boss at Bell Aircraft as Director of Research and Development, was none other than the noterious war criminal General Walter Dornberger.
Dornberger was supposed to be hanged at Nuremburg for his war crimes, slave labor and mass murders.
The British warned the U.S. not to let him live because even after the war he was conniving for another one. As stated, "Dornberger is a menace of the first order who is untrustworthy. His attitude will turn ally against ally and he would become a source of irritation and future unrest." (Project Paperclip. Clarence Lansey.)
The very first call to authorities after the gun went off on November 22, 1963, was from an employee at Bell Helicopter who suggested "Oswald did it." Police never located the source of both Oswald addresses that day.
Michael Paine took Lee to a meeting with General Edwin Walker shortly before the assassination. Soon Oswald would be charged with having shot Walker in April, and Walker would be calling his nazi cronies in Germany 24 hours after JFK was killed telling them he finally solved "who shot through his window" seven months earlier: the same Oswald.
Who were the Paines? To believe the Warren Commission and the CIA staff of lawyers, they were Mr. and Mrs. Good Neighbor, all heart, altruistic. Ruth simply wanted to learn more Russian from a native. For that price, she housed Marina, a two-year-old daughter, a new infant, with all the fuss and mess of three extras in a tiny house.
Michael Paine was a descendant of the Cabots on both sides. His cousin Thomas Dudley Cabot, former president of United Fruit, had offered their Gibraltar Steamship as a cover for the CIA during the Bay of Pigs. Another cousin was Alexander Cochrane Forbes, a director of United Fruit and trustee of Cabot, Cabot, and Forbes.
Both Allen Dulles and John J. McCloy were part of the United Fruit team. The Paine family had links with circles of the OSS and the CIA.
Ruth Hyde Paine maintained close ties with the Forbes families. Peter Dale Scott investigated the Paines, "the patrician Paine and Forbes families." A far cry from anybody's neighbor.
Michael's education came as a tradition, third generation physicist at Harvard before working for Bell Helicopter.
The British were correct on the Dornberger evaluation.
Another clue to Albert Speer, the Reichmaster for Munitions and War Production, and General Dornberger, is their meeting as early as April, 1943.
When it was obvious to Hitler they would be losing the war against the USSR, all top Nazis made detailed plans for two years on how to proceed next.
Speer met with Dornberger, at Peenemunde, the missile and rocket factory run with Werner Von Braun, and instructed him in "the dispersion of functions throughout the Reich."
Translated, that meant get ready to come to the U.S.
Lee Harvey Oswald, Albert OsborneWhen Lee Harvey Oswald entered Mexico at Laredo, Texas, on Sept. 26, 1963, his companion on the Red Arrow bus was Albert Osborne, alias John Howard Bowen.
Bowen-Osborne had been running a school for highly professional marksmen in Oaxaca, Mexico, since 1934. The cover for the place was his particular mission, and he was the missionary.
The FBI records on Bowen go back to June 4, 1942, in Henderson Springs, Tennessee. He operated a camp for boys known as "Campfire Council." Neighbors complained it was for pro-nazi activities with young fascists. Bowen vehemently opposed the U.S. going to war with nazi Germany. They stomped on the American flag.
Before that, Bowen worked for the Tennessee Valley Authority since 1933.
His dual citizenship between Great Britain and the U.S. took him over the entire globe. So did his use of multiple aliases.
After the Warren Commission published their report in September 1964, several attorneys in the Southwest recognized the name of Osborne.
September 8, 1952, Jake Floyd was murdered. The target was meant to be his father, District Judge Floyd. Two suspects were caught, one got away. Their testimony was about being hired by Osborne and how he ran the school for assassins.
Later investigation revealed Osborne's connections to Division V of the FBI, and to Clay Shaw's Centro Mondiale Commerciale, with funding coming from New Orleans for the CIA, Anti-Castro Cubans, and others.
Lee Harvey Oswald applied for a tourist card to enter Mexico while still in New Orleans on September 17, 1963.
Four other persons, having consecutive tourist numbers, departed nine days later, like Oswald, all to arrive at the same time, entering from several different cities. They were part of the White Russian Solidarists, the Gehlen emigre community that Lee and Marina mingled with.
This assassination team funded Maurice Brooks Gatlin, Guy Bannister, and the Miami office of Double Check Corporation.
J. Edgar Hoover's Division V, Domestic Intelligence, working with the American Council of Christian Churches, had used this group from the Bowen-Osborne academy of assassins.
Volume XXV of the Hearings has many pages of interviews with people who had sent money to Jack Bowen. They never met him, and some like Mrs. Bessie White, Pikesville, Tenn., mailed $35 a month to John Howard Bowen who she believed had been doing missionary work for 18 years in Mexico." Osborne-Bowen had a mission.
Lee Harvey Oswald, agent from U.S. Defense Dept., had a team of doubles impersonating his behavior, leaving trails of anti-American frustration and meetings with various people.
While Oswald was in Mexico just prior to Kennedy's murder, the purposes were concealed. Meanwhile, the CIA and various authorities led Oswald to the Cuban Embassy, the Soviet Embassy. When the face or voices didn't match the authentic Oswald, it didn't matter, given a difference of 40 to 50 pounds and shape. What came from all this was the conclusion that Oswald had really wanted to go to Cuba next. Which Oswald, and why?
This was to finalize with the illusion of an Oswald-Castro admiration just days before Kennedy would be killed.
Senator John Tower and Marina OswaldOne of the most consistent conservatives among Buckley's YAF Advisory Board was Senator John Tower, Texas.
If there is anything he wouldn't want in his back yard it was a defector and his allegedly Communist wife from Minsk.
Yet, two years after joining the YAF team in 1960, Tower was passing all waivers in order for Marina Oswald to get to the United States as soon as possible. Without his permission, this trip might never have taken place. Many wives from the USSR are not that lucky.
March 22, 1962, Senator Tower cooperated. "The sanctions imposed on immigration and nationality are hereby waived in behalf of Mrs. Oswald. The file check on Marina by the FBI, CIA, Dept. of Security Office, Division of biographical intelligence and passport office," (Volume XXIV, 298).
George de Mohrenschildt testified in Volume IX, PP· 228-229, "Marina Oswald's father had been a Czarist officer of some kind. I don't remember whether it was army or navy.”
Her real father was never identified by name in all of the testimony.
Between 1948 and 1950 over 200 Byelorussian nazis and their families were brought to New Jersey. Both George de Mohrenschildt and Marina had come from Minsk, part of the Byelorussian area.
The Gehlen nazi emigres were useful to every part of the Kennedy assassination cover-up.
John Tower knew Marina was a safe bet. Otherwise, why the hurry? Our CIA and the Defense Department knew all there was to know about both Oswalds. Therefore, Tower signed the immigration papers fast.
The Argentine Connections: Isaac Dan Levine and the Ziger FamilyThe Warren Report wasn't published until September, 1964. Testimony of witnesses and exhibits were being collected up to the day of printing.
Yet as early as June 2, 1964, Isaac Don Levine, another arch-enemy of Communists and a so-called expert on the Soviet mind, was arranging with the Warren Commission staff to bring the daughters of Oswald's boss, Alexander Ziger, from the Minsk Radio factory to Argentina. He suggested using CIA assistance.
What was that about?
"When the Oswalds left Russia they smuggled out a message to one of the relatives of the Zigers living in the U.S. They wanted help to get the Zigers’ daughters out of Russia. The daughters, having been born in Argentina, could claim Argentine citizenship. Levine suggested some confidential source in the American Government such as the CIA should contact the Argentine Government to set machinery in motion. (Memorandum from W. David Slauson: Conference with Mr. Isaac Don Levine, May 23, 1964).
January 21, 1964, John J. McCloy told Commission members, before any witness was yet called, "this fellow Levine is a contact with Marina to break the story up in a little more graphic manner and tie it into a Russian business, and it is with the thought and background of Russian connections, conspiracy concept."
If there was a Russian conspiracy to kill President John Kennedy, John McCloy, Isaac Don Levine, Allen Dulles, and J. Edgar Hoover, not to speak of Nixon and others, would squeeze that out.
Remember Gary Powers strongly hinted at Oswald's role in downing the U-2, breaking up the Eisenhower-Khrushchev meeting while Lee was employed at the Minsk Radio factory?
Nicola Malaxa, Otto Skorzeny, and international CIA-DIA agents were thick in both Minsk and Argentina. It was Alexander Ziger and his family who introduced Lee to Marina Oswald. That same evening they were at the home of an unidentified woman just returned from the U.S.
The President of the U.S. had been murdered in 1963.
Six months later the CIA is supposed to assist the Ziger daughters?
One more connection to Richard Nixon.
When poor Whittaker Chambers almost collapsed from the strain of having to testify against Alger Hiss, it was Isaac Don Levine who took "Chambers by the arm, a reluctant Chambers, and arranged the meetings where he would begin to smear Hiss." (Friendship and Fratricide, Meyer Zelig).
When Levine was searching for a Soviet connection to Kennedy's death, he was also doing business with Marina's new manager, James Martin. It was Martin who was selling the photo of Oswald posing with Communist literature and a rifle, the same evidence pulled from the Paine's garage. Notice the similarity to the Whittaker Chambers pumpkin papers years earlier that launched Nixon's political career and convicted Alger Hiss.
If the evidence didn't fit the conclusions of the investigators, the one picture would sell the Oswald assassin story.
“Treason for My Daily Bread” -- Argentina and Martin Bormann
In August 1971, a French paper headlined a news story, "Martin Bormann behind the Kennedy murders." It listed an international band of killers that was located in Texas. They carried out the two assassinations at the German command.
Six years later, June 8, 1977, the London Guardian reported, "Bormann Linked with Kennedy Murder." This story was based on a new book titled, Treason for My Daily Bread by Mikhail Lebedev.
Lebedev detailed how Martin Bonnann left Europe, established his current life in Paraguay, and how the fatal head shot to Kennedy was delivered by an agent paid by Bormann, alias of Zed.
Is any of this true?
Many of these allegations and names come together with both Paris Flammonde's The Kennedy Conspiracy and the Nomenclature of an Assassination Cabal, known as the "Torbitt Document."
"Zed" allegedly used a .45 for the final shot.
Buddy Walters, murdered January 10, 1969, picked up a .45 slug in Dealey Plaza and gave it to the Dallas Police.
There were two possible assassination teams in Dallas.
The military from Munich, Germany, that was to take over the YAF, with Robert Morris' help, have yet to be identified or interviewed (Morris from U.S. intelligence, having to do with USSR covert work.) Gen. Edwin Walker's arrangement with U.S. Military in Germany or, the arrival of such people for Nov. 22, 1963, is open to question.
Albert Osborne's "mission" in Mexico, with direct links to Clay Shaw's Centro Mondiale Commerciale, has never been touched. This was the international band of killers with the Borghese-James Angleton operations working throughout the world.
Otto Skorzeny's CIA and Reinhard Gehlen death squads, with headquarters in Madrid, were funded by Martin Bormann when the Evita Peron funds were shared after 1952.
Lebedev mentions "Ruth," David Ferrie, Clay Shaw, Guy Bannister, and Colonel Orlov.
The very first day George de Mohrenschildt visited Marina Oswald she was alone and Lee was working. He brought with him a "Colonel Orlov.”
The House Select Committee on Assassinations "investigated" the murder of President John F. Kennedy from 1976-1978. The information about Bormann was available from 1971. Treason for My Daily Bread was published while they were supposed to be finding the smoking gun.
G. Robert Blakey, Chief Consul for the Committee, refused to admit any research or documents on these subjects. He would hang up the telephone and even refused to say if he had ever seen the Torbitt Document. Six million dollars was allotted by Congress to investigate the assassination of President Kennedy.
Martin Bormann may have had his motives for his actions through the years. What were G. Robert Blakey's? What form of prosecution should be suggested for committees paid to uncover the truth who continuously sweep under the rug?
In A Study of a Master Spy, published in London in 1961, Bob Edwards, a member of Parliament and Kenneth Dunne, presented documentary evidence that Allen Dulles of the CIA carried on secret conferences with representatives of Hitler's SS Security Office in February and March 1943. They learned that "Official Washington knew Martin Bormann, Deputy Fuhrer of Hitler’s Germany, master-minded the international 'Die Spinne' (Spider) underground organization which is planning to revive nazism as soon as West Germany is adequately rearmed by the United States. Official Washington seems disinterested."
With John J. McCloy, Allen Dulles and J. Edgar Hoover in control of the Kennedy assassination investigation, these nazi connections were buried.
The Bunge Corporation, Argentina & GermanyThe stock market dropped 24 points in 27 minutes when news of President Kennedy's assassination was announced. 2.6 million shares were sold off. It was the greatest panic since 1929.
Somebody made a huge profit selling short in many markets.
Somebody made half a billion dollars in one day. Coincidentally, the Allied Crude Vegetable Oil Refining Corporation, headed by New Jersey commodities dealer Anthony De Angeles, crashed the same day, driving the market down.
Allied Crude was controlled by U.S. American Bunge Corporation and financially controlled by a group of share-holders headquartered in Argentina, known as "Bunge and Born, LDA."
Business Week of October 19, 1963, one month before the Kennedy assassination, described the Born family in Argentina, the biggest shareholders for Bunge, as being from Europe, specifically Germany.
Everything about Bunge has German influence. They have a $2 billion annual business in 80 countries. There are over 110 offices, all linked by Telex and under-the-ocean telegraph channels. The Bunge Corporation is referred to as "the Octopus."
The book Were We Controlled? detailed the relationship of the Bunge Corporation, the foreknowledge of Kennedy's murder, and the Argentine-German connections.
General Edwin Walker and the Hitler NazisThe Eagle's Nest, now a mountain restaurant, was given to Adolf Hitler by nazi aide Martin Bormann for the fuhrer's 50th birthday. It is not far from Hitler's former summer home in Berchtesgaden.
Nearby is the Platterhof Hotel, built for guests when they came to pay their respects. The Platterhof has changed its name to the General Walker Hotel.
November 23, 1963, one day after Kennedy's death, Gen. Edwin Walker called Munich, Germany, from Shreveport, La.
Walker's important story, via transatlantic telephone, was to the nazi newspaper Deutsche National Zeitung un Soldaten-Zeitung. Walker couldn't wait to tell them in Munich that Lee Harvey Oswald, the lone suspect in the Dallas murders, was the same person who shot through his window in April, 1963.
There was never one shred of evidence, or a reliable witness, that could make this connection Dallas police and FBI were taken by surprise.
In order to cover this over-exuberance of trying to link a Marxist assassin to this altercation, it became necessary to have Ruth Paine deliver that ridiculous letter to Marina Oswald on December 3, 1964. The delayed letter was to have been written the night Lee was out shooting in Walker's home.
The only piece of bullet that remained in custody was never positively identified as coming from the 6.5 Mannlicher Carcano, and there is no proof Oswald even handled this rifle.
Why was General Walker in such a hurry to get his information printed in Germany before anybody in Dallas ever heard about it?
Kurt-George Kiesinger had just been installed as Chancellor of West Germany and Franz-Josef Straus as finance minister.
Kiesinger entered the radio propaganda division of nazi Foreign Minister von Ribbentrop at age 36. He was then directing a world-wide radio propaganda apparatus with 195 specialists under his supervision during the war. He was the liaison officer, coordinating his department's work with that of Propaganda Minister Joseph Goebbels.
Richard Nixon and Kurt-George Kiesinger were soon, or maybe before, to become pals. Nixon tried to hide his nazi past.
But General Walker, now home from military service in Munich, knew the importance of such propaganda. He was calling the same people who, under Hitler, published and controlled the newspapers.
There were two motives for this call.
First, it gave international attention to the fact that Oswald, the Marxist gunman, was shooting at Walker as well as the President.
General Walker knew too many people in the Defense Department and in the Dallas-Fort Worth area that could be part of this assassination. He made himself appear as a victim instead of a suspect.
The other reason, along with the expertise of Robert Morris's counter-intelligence and psychological warfare training, was to create a profile for Lee Harvey Oswald.
No possible motive could explain why Oswald would really want to kill President Kennedy. By having Oswald appear to shoot the right-wing General Walker with his John Birch connections, his militant anti-communist stance, then shoot John Kennedy, the same Commie-symp Walker was accusing of treason, it would appear that Oswald was just nuts. He didn't know right from left.
The Munich newspaper Walker called was linked to the World Movement for a Second Anti-Komintern, part of the Gehlen and U.S. right.
Some of Hitler's ex-nazis and SS-men were on the Staff.
The editor, Gerhard Frey, was a close friend with various nazi members of the Witiko League. The Witiko League and the Sudetendeutch Landsmannscraft were organizations for displaced refugees. By the summer of 1948 they formed large organizations and by 1955 Dr. Walter Becher was elected to the executive board of the Witiko League. Becher was one of the kingpins of nazi front organizations.
Sen. Joe McCarthy, Charles Willoughby, Gen. Edwin Walker, and Robert Morris' links to the German nazis converged when Dr. Walter Becher set up offices in Washington, D.C. in 1950.
By July 16, 1957, Becher, praised by American Opinion and other extreme right publications, started his policy of liberation. General Douglas MacArthur, Senator Joe McCarthy, General Willoughby, members of the U.S. Congress or public officials then started openly to meet with and cooperate with the nazi resurgence.
Dan Smooth, former Dallas FBI agent is the type of person who kept strong nazi ties with Dr. Becher in Munich, to Western Goals today. His printed sheets were identical to the Goebbels propaganda years ago, or to Walker's disinformation one day after Kennedy was killed.
Volkmar Schmidt came from Munich, Germany, to work full time for General Walker. How long did he work, and where was he on November 23, 1963, when Walker made the call to the same city the CUSA imports came from?
The YAF crowd in Dallas was an interesting gang: Col. Charles Willoughby, intelligence Chief for S. Pacific, Robert Morris, U.S. counter-intelligence and psychological warfare, Gen Edwin Walker, brought home from Munich by JFK, William Buckley, CIA in Japan, Mexico, and elsewhere, Sen. John Tower, who gave the okay for Marina Oswald.
1964: The Warren CommissionPresident Lyndon Johnson was forced to select a commission to investigate the assassination of President Kennedy and the murder of Lee Harvey Oswald by Jack Ruby.
Texas authorities were supposed to do the original investigation.
There were too many suspicious people around the world who believed a conspiracy existed. Those rumors had to be squelched.
J. Edgar Hoover's FBI never budged from its conclusion that Lee Harvey acted alone. Whatever evidence didn't fit this decision was ignored.
Twenty-six volumes of witness testimony and exhibits were published. 8000 copies were sold. No more reprints. The contradiction between the conclusions of the Warren Report, and the abundance of discrepancies in the other volumes, makes fascinating reading.
Chief Justice Earl Warren, John J. McCloy, and Allen Dulles were the logical choices for LBJ.
President Kennedy didn't trust Allen Dulles as CIA Director. Now JFK was dead and Dulles would be in charge of all possible "conspiracy" segments.
Richard Nixon, temporarily retired from politics for the first time since 1946, selected Rep. Gerald Ford to be on this Commission. Nixon selected Ford a second time when he ran home to escape impeachment during Watergate.
One of the first subjects for commission members to share in January, one month before witnesses were selected, was the matter of Lee Harvey Oswald being a government agent.
Gerald Ford was the only member of the group to write a book on the assassination. His book opened with the hushed and secret meeting where allegations had been received that Oswald worked for the FBI.
What Ford left out of his book, and the commissioners ignored in their Report, was that Oswald was also identified as working for the CIA. Commission Chairman Earl Warren and Commission Attorney Leon Jaworski knew about this. They stated that "Mr. Belli, attorney for Jack L. Ruby, was familiar with these allegations."
Oswald's informant number was Number 110669.
How was that for a starter?
The next move was to start building the myth about the deceased and ignore fact one, stated above. This grand commission would call in a doctor who never met Lee Oswald or Jack Ruby to assist them with their project, covering up.
Justice Warren suggested bringing in Dr. Overholser, who "of course is not a lawyer. He is a doctor from St. Elizabeth's Hospital." As the Chairman went on to explain, "we felt we ought to have someone who, in that field, could advise us on matters concerning the life of Oswald and possibly the life of Ruby also.”
The next order of business was who should write the Report for them? By January 21, 1964, that had to be decided.
Chairman Earl Warren said, "we consulted with the Defense Department, and they have offered to lend us one of their historians to do this job, and we think that it is quite essential to the work of the Commission." Mr. Goldberg would assist from the Air Force. Mr. Cokery was from the Army.
"Mr. Winnaker recommended them," Chief Counsel J. Lee Rankin offered. "We would work with them to try to anticipate all of the various historical aspects.”
Who's Who in the CIA described "Mr. Winnaker" as having been born in Germany in 1904. His full name is Dr. Rudolph August Winnacker. He was an analyst for the OSS, historian in the War Department from 1945-1949, and then Chief of Historical Division of the Pentagon."
Was Winnaker the ilk of Willoughby? Or Reinhard Gehlen? When did he come here from Germany? Where is he now?
Marina Oswald was the first witness to testify on February 3, 1964.
Warren wanted nothing more than to make her comfortable.
The first question dealt with the General Walker story because Walker had blown it by calling Munich so soon. That scandal had to be put to rest right away.
Warren asked Marina "if Exhibit 2 was familiar to her because it was a picture of General Walker's house?"
Marina said, "no," but that wasn't good enough.
She was asked again, and once more said, "I didn't see it, at least, taken from this view I can't recognize it. I never saw the house itself at any time in my life."
That wasn't sufficient. She just couldn't remember "this particular one."
Chairman Warren was ready to go "off the record." They had only just begun.
Chief Counsel Rankin suggested he show her "more pictures," then maybe she would recognize the Walker home.
This time she was given a selection of a location in New Orleans, two snapshots from Leningrad, and the same shot of the Walker home. Because Walker wasn't living in a castle in Leningrad, Marina assumed that house in Dallas must belong to "General Walker."
Therefore this was admitted for identification.
The Defense Department history could then proceed. "Marina Oswald positively identified the photograph of General Walker’s home among Lee's possessions."
There are a lot of things that remain to be said about this commission and their phoney report.
Admission of an old card trick at the beginning set the tone for what was to follow. What was never supposed to come out was the use of Reinhard Gehlen agents surrounding Lee and Marina Oswald for the purposes of covering up the assassination conspiracy.
Two Lee Harvey Oswalds existed.
One memorized the Marine manual by age 17, went directly into radar and electronic work. He trained at U-2 bases, learned the Russian language, got himself into and out of the Soviet Union, wrote clear and literate letters. He was met, upon arriving home, by Government agents, provided with occupations, fathered two children, owed no debts, traveled around a great deal, met with interesting oil geologists, defense department and intelligence agents. Their social circle included the "Cabots and Lodges" from Czarist Russia, Admirals and some fancy folks.
The other Oswald was one developed by the Warren Commission to divert attention from the facts. Nobody ever saw the original "diary" that he couldn't have possibly written.
Every Gehlen witness and emigre associated with the CIA, Tolstoy Foundation, or Creek Orthodox Church was directed towards the most ridiculous questions. From all that garbage the Defense Department wrote the history.













ligações da CIA nazista[Voltar] CIA
[As raízes dos nazistas e seus programa da eugenia mentira nos EUA (financiado pela Fundação Rockefeller), como revelado por Edwin Black, você pode ver os símbolos nazistas, Fasces em seu rosto agora. banqueiros Illuminati criou e realizou em financiá-los durante a guerra 1. Então era de se esperar que a CIA iria importar os seus parentes da Alemanha depois da guerra ----1500 médicos nazistas e pesquisadores no âmbito da operação Paperclip, alguns deles entraram na indústria nuclear em Los Alamos, but muitos deles foram colocados em posições-chave nos hospitais e centros de pesquisa médica, tanto nos Estados Unidos e no Canadá, por exemplo, Mengele entrou MKUltra enquanto Wernher von Braun dirigiu até a NASA. Fritz Kraemer por muitos anos foi Diretor de Planos de no. Pentágono Mae Brussell identificados ele como "Number One" pessoa mais poderosa dos Estados Unidos. Ela suspeitava que ele era o mesmo Fritz Kraemer, que era muito alto no regime de Hitler e pessoalmente responsável pela extremamente estratégica atrocidades fascistas na Segunda Guerra Mundial
General Reinhard Gehlen foi Chefe de Inteligência Hitler contra a Rússia. Ao chegar em Washington DC em 1945, Gehlen conheceu amplamente com o presidente Truman, o general William "Wild Bill" Donovan, diretor do Escritório de Serviços Estratégicos (OSS) e Allen Dulles, que mais tarde se tornaria a cabeça do fiel. CIA Gehlen retornado para a Alemanha Ocidental, no verão de 1946, com um mandato para reconstruir a sua organização de espionagem e retomar a espionagem sobre o Oriente a mando de inteligência americana.
Então não é nenhuma surpresa para encontrar a CIA tem se comportado como os nazistas, com 6 milhões de mortes ao seu nome, juntamente com matança de civis, sobretudo mulheres e crianças (operação
Phoenix), que foi o que a SS usava para fazer por uma questão de curso 1, juntamente com «experiências» hediondos controle da mente que são baseados na tortura de crianças.]
Deathbed confissões, fotos suportar as reivindicações que George H. Scherf (f), Jr., foi o presidente dos EUA, 41 por Don Nicoloff Berman contou como Skorzeny foi encontrado "não culpado" nos julgamentos de Nuremberg, e em seguida levado para a CIA. "Cerca de 50.000 + SS criminosos de guerra nazistas, e não apenas os cientistas de foguetes, foram trazidos para a América depois da guerra."
Coronado Naval Swastika buildings
[2001] Pior da CIA-mantido secreto. Recém desclassificando arquivos Confirme Estados Unidos colaboração com os nazistas
Operação Paperclip
CotaçõesEu forneço documentado, provas concretas do envolvimento direto do ex-nazistas nos níveis mais altos da NASA. 2) Eu fornecer provas documentadas dos vínculos diretos entre o pessoal da inteligência militar, a Agência de Inteligência do Exército e do Instituto Monroe, uma Nova Era vaca sagrada para muitas pessoas. 3) que fornecem evidência documentada de que tipo de controle da mente tecnologias eletrônicas que estão agora disponíveis - como uma patente que permite a electrónica, a transmissão direta de vozes no córtex auditivo humano via microondas pulsadas. 4) I Discussão sobre a kundalini - natural, cósmico, supremo poder espiritual que é poderoso em todos os humanos. seres a 5) e, eu falo sobre o fora do corpo fenômeno. "Too 'Conspiratorial Para Strieber! Evitado por Dreamland Por Richard Sauder, Ph.D.





Um comentário:

  1. TRANSCRITO DO MELHOR BLOG BRASILEIRO A RESPEITO DA HISTÓRIA OCULTA DA HUMANIDADE:http://rodrigoenok.blogspot.com/2008/01/o-assassinato-de-kennedy-cia-nazi.html?spref=bl

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