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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Supercomputador caça pedófilos na internet

TRANSCRITO DE:http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI192866-17770,00-SUPERCOMPUTADOR+CACA+PEDOFILOS+NA+INTERNET.html

Cientistas se uniram a agência de proteção infantil para encontrar produtores de material ilegal

por New Scientist
Com a ajuda de um supercomputador de 1,8 petaflop chamado Jaguar, capaz de fazer mais de 1 quatrilhão de cálculos por segundo, pesquisadores do Laboratório Nacional de OAK Ridge, nos Estados Unidos, estão procurando por padrões suspeitos de tráfego de informações na internet para encontrar pessoas que espalham pornografia infantil pela rede.

Geralmente, o que a polícia faz em investigações deste tipo é vasculhar o disco rígido do internauta para saber se ele fazia produzia ou fazia o download de conteúdo ilegal. Mas o foco desta pesquisa é encontrar os produtores deste material, uma vez que eles poderiam levar às crianças que são abusadas. Mas não é fácil saber quem fez as imagens armazenadas em um computador.
O problema é que existe muita pornografia infantil na internet e ela se espalha com muita facilidade para computadores do mundo inteiro em segundos, o que complica as investigações. A Associação Nacional de Proteção das Crianças, localizada também nos EUA, procurou os cientistas do Laboratório OAK Ridge para encontrar uma solução.
Imagem do supercomputador Jaguar, cortesia do National Center for Computational Sciences, Oak Ridge National Laboratory
O chefe do projeto, Robert Patton desenvolveu um algoritmo para analizar o tráfego de informações na internet focado nas palavras que as pessoas usavam em sites e redes de compartilhamento de arquivos. Expressões indicativas de que o internauta busca por pornografia infantil são marcadas e o algoritimo faz o rastreamento de quantos endereços de IP diferentes respondem ao pedido.
Assim, o sistema mostra às organizações de proteção infantil quais computadores provavelmente estão colocando novos materiais pornográficos em sites de compartilhamento. O projeto permanecerá em atividade por um ano e usará um milhão de horas de processamento do supercomputador.

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