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sábado, 14 de janeiro de 2012

Synflorix

TRANSCRITO DE:http://detudoblogue.blogspot.com/2012/01/synflorix.html



Synflorix


A empresa farmacêutica GlaxoSmithKleine (GSK) injetou a vacina Synflorix, uma de suas campeãs de vendas, em crianças argentinas, sem consentimento prévio de seus pais, segudo um juiz de Buenos Aires. 
A GSK também foi criticada por manter registros inadequados da idade dos pacientes, do histórico médico de cada um, e de vacinas anteriores.
Evidências apresentadas pela autoridade regulamentadora médica da Argentina indicam que, em alguns casos, cientistas a serviço da GSK fiaram-se em permissões dadas por pais menores de idade, ou analfabetos, segundo o jornal The Times.
A GSK e dois dos cientistas que chefiaram o teste foram multados no valor total de um milhão de pesos (US$ 230.000).
Jorge Yabkowsky, presidente da Federação Argentina de Profissionais de Saúde, disse ao jornal: “Trata-se de pessoas que dependem totalmente do Estado, muitas delas analfabetas.
“Elas são de segmentos vulneráveis da sociedade. Não têm capacidade de ler nenhum tipo de formulário de autorização. O recrutamento dessas pessoas pela GSK foi totalmente antiético.”

O teste clínico, conhecido como Compas, envolveu 15.000 bebês argentinos e 9.000 da  Colômbia e Panamá.

O estudo começou há cinco anos, e prossegue. O trabalho é fundamental para uma estratégia definida por Sir Andrew Witty, executivo principal da GSK, que enfatizou a o desenvolvimento de vacinas em países emergentes como prioridade comercial.



A GSK pagou por cada bebê inscrito aos cientistas que conduzem o estudo. As famílias, no entanto, não receberam nenhuma ajuda financeira.

Um porta-voz da GSK declarou: “Nós realizamos estudos clínicos sempre nos mesmos altos padrões, onde quer que sejam realizados. isso inclui o requiremento para obter a autorização dos participantes. Este é um princípio fundamental de nossa conduta, e nenhum desvio é admitido.

“Neste caso, nós alertamos as autoridades e pusemos em prática um plano de ação corretiva. As autoridades argentinas concordaram em continuar com o estudo.”

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