Follow by Email

sábado, 17 de março de 2012

Uganda tem tanto petróleo quanto a Arábia Saudita?


O motivo da farsa: Uganda tem tanto petróleo quanto a Arábia Saudita

 
Agora sabemos realmente por qual motivo a elite globalista americana vem espalhando estes virais na internet como o "Kony 2012", para que o povo clame por uma intervenção (invasão) em Uganda.
- Petróleo. Sim, este é o motivo...

"Prender Kony?"…disse uma alta funcionária do Ministério das Energias dos EUA.

Já em janeiro de 2009, o Times apresentou a matéria “Novo campo petrolífero é o maior da África” e esta notícia foi confirmada agora e ainda majorada. Diante das medições para testar a vazão das perfurações realizadas até o momento e consequentemente a quantidade de petróleo a ser extraído, uma analista do departamento para energia fóssil, Sally Kornfeld, referiu-se a uma reserva em Uganda da mesma ordem de grandeza daquela na Arábia Saudita.

“Vocês são abençoados com tal espantosa reserva. Suas reservas são fenomenais. Eu estou surpreendida com aquilo que eu i, vocês poderiam fazer concorrência com a Arábia Saudita”, ela disse a uma delegação de Uganda que visitou Washington.



O grupo de Uganda estava em Washington devido a um programa internacional na capital norte-americana, para visitar o aproveitamento eficiente dos recursos naturais de energia.

O grupo era composto por uma comitiva oficial do Ministério da Energia, membros do parlamento, analistas econômicos e jornalistas.

No momento, quatro empresas petrolíferas procuram em Uganda riquezas do subsolo, a Heritage Oil, Tullow Oil, Tower Oil e Dominion Oil no braço ocidental da grande cova africana. Heritage anunciou já em janeiro deste ano a descoberta de um grande reservatório – Giraffe 1 – na região do Mar de Albert. Paul Atherton, diretor financeiro da empresa, declarou na época ao Times que havia um reservatório ainda maior – Buffalo-Giraffe – o qual “contém bilhões de barris de petróleo, embora não esteja claro, quanto pode ser extraído dele”.

Segundo dados colecionados pelo explorador de petróleo australiano Hardman Resources (entrementes comprado pela Tullow em junho de 2006, Uganda possui uma reserva petrolífera que possibilitaria a extração diária de 3,5 milhões de barris.

Especialistas dizem que isso pode ser apenas a ponta do iceberg.

“Juntamente com outras descobertas na região, nós ultrapassamos claramente o meio da balança para um desenvolvimento da bacia petrolífera”, comentou o diretor da Tullow.

O petróleo bruto poderia ser transportado pelas rodovias ou ferrovia, mas analistas acreditam que a solução mais simples seria a construção de um oleoduto até Kampala, a capital de Uganda e então seguir em direção até a costa do Quênia. Os custos alcançariam a cifra de 1,5 bilhões de Dólares. Considerando uma extração total de 400 milhões de barris, o oleoduto já compensa, o que já é mais do que certo diante das supostas reservas.

Enquanto Kornfeld se derrete sobre a descoberta de petróleo em Uganda, ela acrescentou rapidamente que para o país poder aproveitar as reservas petrolíferas e de gás natural e evitar os erros do país vizinho, a Nigéria, é muito importante instalar uma estrutura rígida de controle.

Kornfeld e outros funcionários norte-americanos disseram que eles estão dispostos a apoiar sem ressalvas o setor energético de Uganda, incluindo as medidas ecológicas mais importantes, as quais são decisivas para uma eficiente gestão do petróleo e do gás natural.

“Não importa com o que nós podemos lhes ajudar, nós iremos fazer e nós temos muita experiência com questões ecológicas envolvendo petróleo e gás natural”, disse Kornfeld.

Comentário

Muito bem, Uganda, agora vem a “democratização norte-americana” até vocês, não importa se vocês queiram ou não. Alguma coisa eles já irão encontrar para amarrá-los e poder assim intervierem no país. Direitos Humanos ou Terrorismo são belas desculpas para poder ingressar no “eixo do mal”, assaltar um país e poder pilhá-lo, caso vocês não consintam espontaneamente que os conglomerados norte-americanos adentrem. No destino de Saddam Hussein e do Iraque podemos observar o que acontece quando se mostra o dedo do meio aos gringos.

Os depoimentos no artigo “Qual crise energética?”, onde eu explico toda a teoria abiótica do petróleo, é confirmada mais uma vez com isso. São descobertas continuamente grandes reservas de petróleo. Como os “crentes do Peak Oil” podem ignorar esse fato? Já o país vizinho Sudão tem mais petróleo do que a Arábia Saudita (por isso a guerra secreta local entre EUA e China, e em Darfur não se trata daquilo que a mídia nos relata, mas sim uma batalha pelo petróleo).

E ao lado a Nigéria também possui uma grande reserva. O Brasil descobriu na costa um imenso campo petrolífero, levando o presidente Lula a declarar que “Deus é brasileiro”. Também no Caribe junto a Cuba existem novas bacias. E da Islândia até o polo norte, os russos descobriram um grande campo petrolífero e de gás natural, e assim por diante. Uma nova prova de que o petróleo não provém de fósseis de organismos vivos, mas sim é abiótico, é produzido continuamente no interior do planeta e vem à superfície através de fendas, onde as placas tectônicas se movimentam na proximidade da superfície terrestre. Toda bacia sedimentar africana, de Uganda até o sul, cruzando o Sudão, Etiópia e Somália ao norte, está repleta de petróleo, exatamente onde acontece a movimentação das placas. E a Arábia Saudita, Iraque e Irã são a continuação desta bacia do maciço continental.

A afirmação de que o petróleo é um combustível fóssil e apareceu apenas uma vez na história terrestre, é uma completa bobagem, nunca foi comprovado. Tudo aponta para o petróleo abiótico que é produzido continuamente a partir do carbono submetido a processos químicos, pressão e temperatura no interior da Terra. Interessante que o aparecimento do diamante é explicado desta forma e provém também do carbono.

Nós boiamos em petróleo e ele nunca acaba. A lenda em torno do petróleo como fonte esgotável proveniente de organismos vivos extintos há milhões de anos nos é contado para que acreditemos que ele seja raro e, por isso, caro.

E por favor me poupem os comentários que assim podemos então utilizar petróleo a vontade, pois neste texto eu não afirmo isso. Nós deveríamos extrair, caso possível ,apenas aquilo que surja naturalmente. Eu sou da opinião de que petróleo é muito precioso para ser queimado, existem outras alternativas mas estas são reprimidas. Quem ganha com isso?

Neste contexto podemos ver a mentira do CO2, pois se existe petróleo suficiente, deve-se limitar o consumo com um argumento artificial e, com isso, os preços permanecem altos e podem gerar cobrança de impostos. Uma estratégia genial das sete irmãs, as quais controlam a opinião pública e a política, e nós todos, especialmente os ecologistas, caem direitinho.

FONTE: Alles Schall und Rauch

A justificativa para uma intervenção militar no país já existe, Joseph Kony provavelmente saberia lhe responder. Agora é só questão de tempo para invadirem e sugarem tudo o que Uganda oferece de recursos naturais, e caso o país se recuse "dançar conforme a música" americana Saddam Hussein e o Iraque são um bom exemplo do que lhes esperam, aliás, não somente eles, mas outros inúmeros países que o próprio Estados Unidos criou um problema e ofereceu a solução, mas claro, tirando um grande proveito da situação. Não é nenhuma novidade, Uganda sofre com esses problemas há mais de 20 anos e por que logo agora querem "solucioná-los"? Por que agora é de seus interesses. Assim como muitas outras nações que os EUA derrubou seus governos e conspirou para justificar intervenções militares, Uganda também oferece à nação norte-americana muito dinheiro, que com certeza virá de milhões de barris de petróleo e gás natural.

Fonte: http://verdadexplicita.blogspot.com.br/


Leia mais: http://www.libertar.in/2012/03/o-motivo-da-farsa-uganda-tem-tanto.html#ixzz1pPKNpxdP
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário