segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

TIJUCA?

TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE:http://oriodeantigamente.blogspot.com/2011/12/tijuca.html



TIJUCA

"Tijuca" é um nome com origem na língua tupi e significa "água podre", de ty("água") e îuk ("podre"). O nome, porém, se refere principalmente à região da Lagoa da Tijuca, que possui muito mangue e água parada e que está separada do atual bairro da Tijuca pelo Maciço da Tijuca. O bairro atual da Tijuca ficava no caminho para a Lagoa da Tijuca, razão pela qual acabou por adquirir o nome dessa lagoa.

Quadro de Rugendas de 1820 mostrando visitantes indo para a Tijuca seguindo uma caravana mercante (WIKIPÉDIA)

Logo após a vitória dos portugueses sobre os franceses no episódio da França Antártica, em 1565, a região do atual bairro da Tijuca foi ocupada pelos padres jesuítas, que, nela, instalaram imensas fazendas dedicadas ao cultivo da cana-de-açúcar. Nessa época, foi construída uma capela dedicada a São Francisco Xavier que deu o nome à fazenda dos jesuítas mais próxima do Centro da cidade: a Fazenda de São Francisco Xavier. Em 1759, com a expulsão dos jesuítas do Brasil pelo Marquês de Pombal, as suas fazendas foram vendidas a centenas de novos sitiantes.

Foto de Augusto Malta em 1926.

A região passou a caracterizar-se pelas suas chácaras e, a partir do século XX, passou a ser um bairro tipicamente urbano. Ainda assim, possui a terceira maior floresta urbana do mundo, a Floresta da Tijuca, plantada por determinação de dom Pedro II na segunda metade do século XIX pelo major Archer em terras de café desapropriadas, para combater a falta de água que se instalara na então capital do império. Trata-se de uma floresta secundária, uma vez que é fruto de um replantio, compreendendo espécies que não são nativas da mata atlântica, a cobertura vegetal original.

Data de 1859 até 1866 o funcionamento pioneiro da primeira linha de transporte em veículos sobre trilhos no Rio de Janeiro, com tração animal, anterior ao bonde elétrico, ligando o Largo do Rocio (a atual Praça Tiradentes) ao Alto da Boa Vista.

Em 23 de agosto de 1985, o Decreto 5 280 definiu os atuais limites do bairro.

Em 2010, foi inaugurada a primeira Unidade de Polícia Pacificadora na Tijuca, no Morro do Borel. Tal medida foi tomada visando a combater a crescente criminalidade no bairro.

Rua Conde de Bonfim, anos 60.

Praça Saenz Peña - 1940

Alto da Boa Vista no início dos séc XX, talvez final do XIX.(fonte. site foi um rio que passou)






sábado, 10 de dezembro de 2011

Lanna Holder , assume a sua orientação sexual publicamente!


Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição.
2 Pedro 2:1


1 a timoteo cap4 v 1
1 Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, ea doutrinas de demônios, 2 pela hipocrisia falam mentiras; ter sua consciência cauterizada com ferro quente, 3 proibindo o casamento, e ordenando a abstinência de carnes, que Deus criou para serem recebidos com ações de graças pelos que crêem e conhecem a verdade. 4







sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O Reequipamento de nossas Forças Armadas?????

TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE: http://www.alertatotal.net/2011/12/o-reequipamento-de-nossas-forcas.html


O Reequipamento de nossas Forças Armadas

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Cláudio Moreira Bento

As Forças Armadas do Brasil, segundo informações passadas ao Palácio do Planalto, conforme divulgado pelo Estadão e circulando intensamente pela Internet, e provocando reflexões em especial em historiadores e pensadores militares brasileiros apresentariam elevados e muito preocupantes índices de sucateamento para a defesa de nossas riquezas “na Amazônia Verde e na Amazônia Azul”. E por via de consequência, comprometeria a proteção do Povo Brasileiro e colocaria, em sério risco, a Soberania e a Integridade do Brasil, em especial na nossa Amazônia, hoje com um número desconhecido, mas expressivo de ONGs que atuam naquela região mas, curioso, ausentes no Nordeste do Brasil.

Se verdadeiro este sucateamento, ele apresenta índices alarmantes, de modo a preocupar o novo Ministro da Defesa que se disporia, ao que consta nas citadas informações, em conseguir o apoio de nossos congressistas para alterar este quadro preocupante, que pode ser deduzido da situação de nossas Forças Armadas. Um país emergente, com crescente projeção econômica e internacional, a 7ª economia mundial e emprestando dinheiro para o FMI, mas lamentavelmente ocupando o 73º lugar entre as nações no tocante à corrupção?

Esta é o grande “Inimigo Azul” dos brasileiros. Situação a contrariar esta preciosa lição da História Universal de que “País rico deve ser forte militarmente”. Isto para melhor proteger seus interesses no concerto das nações, coerente com esta máxima que nosso Barão do Rio Branco, que já o defini como um diplomata com alma de soldado. Ou seja, no “quadro internacional as nações não tem amigos tem interesses.” E foi dentro deste pensamento que a época “da diplomacia das canhoneiras”, ele se empenhou como Ministro das Relações Exteriores para que o Brasil adquirisse poderosas unidades navais que viriam marcar o nascimento da Esquadra do Brasil.

Esta era para Rio Branco uma medida inadiável “Para que o Brasil pudesse desempenhar, com prestígio e segurança, o papel que lhe cabia no convívio das nações”.

Forças Armadas, na visão de Rio Branco, também consagrado historiador militar brasileiro, para servirem: de dissuasão a aventuras militares internas e externas; de respaldo à política internacional do Brasil, como elementos de emprego em emergências imprevisíveis, internas e externas; como núcleos de expansão na eventualidade de uma guerra, e, finalmente, como elementos de preservação e divulgação do patrimônio por elas acumulado, em Arte e Ciência Militar genuinamente brasileiras , ao longo do processo histórico brasileiro

No caso do Brasil, em quase cinco séculos de lutas predominantemente vitoriosas, que contribuíram para delinear, consolidar e manter um Brasil de dimensões continentais. A lamentar a perda da planície do Pirara para a Inglaterra, e com ela a perda pelo Brasil de uma saída direta para o mar do Caribe e mais uma penetração a vigiar de acesso à Amazônia, além a da foz do Amazonas.

Segundo os dados que circulam pela Internet e publicados pelo Estadão, a deplorável situação do equipamento de nossas Forças Armadas seria assim sintetizada e apenas à altura de um pais pobre, que não mais é o caso do Brasil:

Marinha

- Dos seus 24 aviões a Jato A4 – nenhum poderia decolar de nosso Porta Aviões “São Paulo.”

- Das 100 unidades navais, somente 53 estariam disponíveis;

- Dos seus 5 submarinos, apenas dois operariam.

- Das suas 74 viaturas blindadas sobre lagartas, do CFN, somente 28 estariam operacionais.

- De suas 23 aeronaves a jato que estão na Embraer somente 12 de lá sairiam e as 11 restantes seriam canibalizadas.

Aeronáutica

- Das suas 219 aeronaves de caça, somente 72 estariam disponíveis;

- Das suas 174 aeronaves de transportes, somente 67 estariam disponíveis.

- E que a compra de 36 caças para renovar a frota da Aeronáutica é medida urgente, já que em 2014, os seus atuais caças deixariam de voar.

- Que a sua frota de treinamento caiu de 74 para 49 aeronaves em funcionamento, E que 90% de sua frota possui 15 anos de uso, ultrapassando os 10%, sendo o desejável para uma força operacional é possuir 50% de sua frota com até 10 anos de uso.

- E que as 9 baterias antiaéreas disponíveis no Brasil estão fora de uso.

Exército

- De seus 78 helicópteros a metade estaria indisponível;

- 40% de sua força blindada estaria parada.

Se confirmada esta situação, como o Brasil mal armado conquistaria, na atual conjuntura internacional, este objetivo:

“Pais rico é país sem miséria”

Como proteger, mal armado, as riquezas de nossa Amazônia Azul (o Pré- Sal) e a Verde (biodiversidade, as maiores reservas em água doce, minerais estratégicos como o Nióbio, espaços vitais, as pressões inglesas sobre as riquezas de nossa Roraima, ao lado da antiga planície do Pirara que foi tirada do Brasil, etc.), o Povo Brasileiro, a Integridade e a Soberania do Brasil.

Isto contraria as lições da História Militar Mundial, no tocante a esta verdade por ela proclamada e confirmada..

“País rico deve ser forte militarmente”.

Acredito como historiador militar e hoje também jornalista, que há 41 anos estuda criticamente a História Militar Mundial e, em especial a nossa História Militar, que esta visão não perdeu sua validade. E até Maquiavel em O Príncipe definia “que país desarmado significa ser desprezível”.

Penso que as lideranças executivas, legislativas e judiciárias constitucionalmente responsáveis pela condução do Brasil, o estariam expondo, o seu Povo e as suas riquezas, bem como sua Soberania e Integridade, a sério risco. E assumindo, por via de consequência, pesadas e irremovíveis responsabilidades históricas.

Pois a defesa e proteção do Brasil no tocante às suas riquezas, seu Povo, sua Soberania e sua Integridade é missão do Poder Civil (Executivo, Legislativo e Judiciário) com a assessoria, em especial, de duas carreiras de Estado, os militares de nossas Forças Armadas e os seus diplomatas, os quais na visão do grande Barão do Rio Branco:

“Eles são sócios que se prestam mútuo auxílio. Um expõe o direito e argumenta com ele em prol da comunidade. O outro bate-se para vingar o direito agredido, respondendo à violência com violência”.

E estes pouco poderão fazer se o Poder Civil citado se omitir ou postergar estas providências e assumir as responsabilidades decorrentes junto ao Tribunal da História.

Aos militares do Brasil, um país potencia econômica e social, mas longe ainda de ser potência militar, caberia a análise militar crítica de nossa História Militar para dela retirar subsídios de Tática e Estratégia brasileiras a contribuírem para a nacionalização progressiva de uma Doutrina Militar Brasileira, enriquecida com o que de mais moderno existir nas doutrinas das potências e grandes potências militares.

E isto seria tarefa para historiadores militares críticos, pensadores militares e planejadores sob a liderança de chefes capazes de liderarem e catalisarem operações desta magnitude, em um Centro de Doutrina Militar das Forças Armadas, a nível de Ministério da Defesa. Tarefa a ser desenvolvida por militares e especialistas civis, pois a Defesa Nacional e tarefa a ser planejada em conjunto por militares e civis egressos de nossa Academia Militar das Agulhas Negras, da Escola Naval, da Academia da Força Aérea por civis egressos do Instituto Rio Branco e de nossas universidades, como ocorre nas potências e grandes potências militares.

E não como vinha sendo entendido pela Sociedade Brasileira como tarefa exclusiva dos militares. Pensamento que começou a ser entendido com a presença e participação de especialistas civis em Seminários do Livro Branco da Defesa Nacional, onde universitários se fizeram presentes em grande número e perceberam que a Universidade deve participar e preparar universitários para este grande projeto de Defesa do Brasil. E ao que nos parece, somente duas universidades brasileiras possuem cursos de História Militar do Brasil para melhor preparar seus alunos para um Projeto de Defesa do Brasil.

E creio, no caso do Brasil, que é a isto que o Povo Brasileiro, através de suas lideranças constituídas, deveria se empenhar em construir urgente e progressivamente, sob risco de tudo vir a perder no campo das conquistas econômicas e sociais.

Um Brasil rico e sem miséria e com poder defensivo dissuasório compatível

Ao lado de todas estas dificuldades de reequipamento militar de um Brasil emergente, com crescente projeção econômica e social internacional, as Forças Armadas do Brasil apresentam índices crescentes de evasão dos seus melhores quadros em busca de melhor remuneração financeira, pois constituem talvez a parcela mais mal remunerada do Governo Federal.

Basta dizer que um ascensorista do Congresso ganha mais que um piloto de caça, responsável por um equipamento que custa milhões para o Estado. E vão por aí as injustiças e desigualdades!

Esta injustiça é “ululante”, como diria Nelson Rodrigues, e cedo a Sociedade Brasileira irá perceber o injusto trato pelo Povo Brasileiro, através de seus representantes, para com as Forças Armadas que constituem, em realidade, o seu braço armado e o fundamento, com base na Hierarquia e na Disciplina, do ordenamento jurídico brasileiro.

Forças Armadas que se sentem agredidas pela insistência de contrariar a Lei de Anistia, conforme manifesto da Academia Brasileira de Defesa, intitulado ‘A verdade verdadeira’, de 25 de novembro de 2011.

Lei da Anistia da qual o Duque de Caxias, O Pacificador, foi considerado, segundo o historiador militar e bacharel em Direito Manoel Soriano Neto, como o patrono da Anistia, pois ao término da Revolução Farroupilha, ao consolidar a Paz da Família Brasileira, depois de 13 anos de lutas fratricidas declarou: “Maldição eterna aos que recordarem nossas passadas dissensões!” E ao receber proposta de mandar celebrar em Bagé um Te Deum comemorativo da Vitória, recusou e mandou celebrar uma missa na Catedral de Bagé, “em memória dos imperiais e farroupilhas que tombaram em defesa de suas verdades.”

E entre os mortos farroupilhas encontrava-se seu tio o General Farroupilha João Manoel Lima e Silva, o primeiro a ser elevado a general pela República Rio-grandense.

O Brasil precisa de paz e progresso como potência emergente. O seu sucesso ou fracasso depende da harmonia e do trabalho de seus filhos numa mesma direção, pois estão no mesmo barco, o Brasil, para as conquistar e manter seus objetivos internacionais.

Agressividade contra agressividade não é penhor de segurança para a construção da Segurança Nacional. A solução é o dialogo inteligente para resolver situações conflituosas. Dialogo inteligente focado na construção da Defesa do Brasil, para recuperar o tempo perdido e o dotar o mais urgente possível de poder militar dissuasório compatível para proteger o seu Povo, as suas riquezas, a sua Integridade e a sua Soberania.

Enfim, para que no mais rápido possível, o Brasil se torne um país rico e sem miséria e militarmente seguro. Tarefa para a qual a Mídia deve atuar, focada na construção da Defesa Nacional e nos óbices que se oponham à construção da Defesa Nacional.

Por oportuno vale aqui recordar as sábias palavras do falecido vice- presidente da República José Alencar Gomes da Silva, que foi ministro da Defesa de 2004 a 2006.

“Nosso país possui riquezas que exigem vigilância responsável. Os recursos minerais, a admirável biodiversidade, as florestas inigualáveis; terra, água e sol que nos tornam um dos melhores países produtores mundiais de alimentos e, agora, biocombustível. Nosso mar territorial, a chamada Amazônia Azul, representando mais de 50% do território nacional, é riquíssimo em petróleo, gás, nódulos polimetálicos e recursos vivos. Um patrimônio de valor imensurável, que exige absoluta atenção e presença de nossas forças em sua defesa.

Como nação soberana, o Brasil requer uma capacidade de defesa compatível com a sua estatura político-estratégica e com sua crescente inserção no concerto internacional. Nesse sentido, cabe lembrar que o decreto 5.484/05, que aprova a Política de Defesa Nacional, define que ‘é prioritário assegurar a previsibilidade na alocação de recursos em quantidade suficiente para permitir o preparo adequado’”.

O Ministério da Defesa, consciente desta triste realidade ao que informa a Mídia, se empenha para alterar este quadro adverso de nossas Forças Armadas. Pelo PLO de 2012 existe a previsão de 63,71 bilhões para o Ministério da Defesa, dos quais para investimentos: na Marinha, 2,97 bilhões, no Exército, 1,33 bilhão e na Força Aérea, 1,68 bilhão.

Para tentar evitar a evasão do quadros das Forças Armadas, por se sentirem seus membros mal e injustamente remunerados “o Ministério da Defesa estaria elaborando, em conjunto com os comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, nova política de remuneração para os militares. Tal política teria por objetivo atrair e reter profissionais qualificados, assim como estimular sua permanência no serviço ativo. Nos últimos anos, a insatisfação com a carreira vem resultando num êxodo prematuro para a reserva.”

E vale lembrar que a atual Presidente, quando candidata, encaminhou comunicação endereçada aos Comandantes Militares onde garantia que, se eleita “os índices de reajustes salarial conquistados nos dois últimos mandatos presidenciais, são garantia de que continuaremos efetuando as merecidas reposições”.

E para concluir: esta seria a solução, ou o início de uma solução? Foi a pergunta lançada aos leitores em artigo Sucateamento da Defesa: haverá solução? pelo Professor Eduardo Ítalo Pesce, no jornal Monitor Mercantil de 2/12/2011. Pesce é especialista em Relações Internacionais e colaborador do Centro de Estudos Políticos Estratégicos da Escola de Guerra Naval

Vale lembrar Antonio Sepúlveda em artigo A Defesa do Brasil ,no Jornal de Brasil em 22 fev 2003. “Nações com mentalidade de defesa são aquelas que, em tempo de paz, se preparam contra ameaças existentes, contra ameaças previsíveis e, criteriosamente, contra ameaças possíveis. A hora de consertar o telhado é quando o sol está brilhando. (...)”

Segundo o General Paulo Chagas “ Ainda há tempo e espaço para mudanças, no entanto, há que se forçar o abandono das “boas intenções”, que não são poucas, e que se adotem as “boas iniciativas”, que não são muitas. Há que se deixar de lado o “é preciso” para ficar apenas com o determinismo do “que se faça”!


Cláudio Moreira Bento é Historiador militar brasileiro há 41 anos e jornalista, autor, entre outros, do livro Amazônia Brasileira. Conquista, Consolidação, Manutenção - História Militar Terrestre da Amazônia, 1616-204. Livro esgotado, focalizando as lutas internas e externas e pressões internacionais que envolveram aquela estratégica área brasileira e que o Poder Civil da época, através de seus diplomatas e soldados, conseguiu superar, menos a perda para a Inglaterra da planície do Pirara, contígua à Raposa Serra do Sol, em Roraima.
TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE: http://www.alertatotal.net/2011/12/o-reequipamento-de-nossas-forcas.html


O Reequipamento de nossas Forças Armadas

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Cláudio Moreira Bento

As Forças Armadas do Brasil, segundo informações passadas ao Palácio do Planalto, conforme divulgado pelo Estadão e circulando intensamente pela Internet, e provocando reflexões em especial em historiadores e pensadores militares brasileiros apresentariam elevados e muito preocupantes índices de sucateamento para a defesa de nossas riquezas “na Amazônia Verde e na Amazônia Azul”. E por via de consequência, comprometeria a proteção do Povo Brasileiro e colocaria, em sério risco, a Soberania e a Integridade do Brasil, em especial na nossa Amazônia, hoje com um número desconhecido, mas expressivo de ONGs que atuam naquela região mas, curioso, ausentes no Nordeste do Brasil.

Se verdadeiro este sucateamento, ele apresenta índices alarmantes, de modo a preocupar o novo Ministro da Defesa que se disporia, ao que consta nas citadas informações, em conseguir o apoio de nossos congressistas para alterar este quadro preocupante, que pode ser deduzido da situação de nossas Forças Armadas. Um país emergente, com crescente projeção econômica e internacional, a 7ª economia mundial e emprestando dinheiro para o FMI, mas lamentavelmente ocupando o 73º lugar entre as nações no tocante à corrupção?

Esta é o grande “Inimigo Azul” dos brasileiros. Situação a contrariar esta preciosa lição da História Universal de que “País rico deve ser forte militarmente”. Isto para melhor proteger seus interesses no concerto das nações, coerente com esta máxima que nosso Barão do Rio Branco, que já o defini como um diplomata com alma de soldado. Ou seja, no “quadro internacional as nações não tem amigos tem interesses.” E foi dentro deste pensamento que a época “da diplomacia das canhoneiras”, ele se empenhou como Ministro das Relações Exteriores para que o Brasil adquirisse poderosas unidades navais que viriam marcar o nascimento da Esquadra do Brasil.

Esta era para Rio Branco uma medida inadiável “Para que o Brasil pudesse desempenhar, com prestígio e segurança, o papel que lhe cabia no convívio das nações”.

Forças Armadas, na visão de Rio Branco, também consagrado historiador militar brasileiro, para servirem: de dissuasão a aventuras militares internas e externas; de respaldo à política internacional do Brasil, como elementos de emprego em emergências imprevisíveis, internas e externas; como núcleos de expansão na eventualidade de uma guerra, e, finalmente, como elementos de preservação e divulgação do patrimônio por elas acumulado, em Arte e Ciência Militar genuinamente brasileiras , ao longo do processo histórico brasileiro

No caso do Brasil, em quase cinco séculos de lutas predominantemente vitoriosas, que contribuíram para delinear, consolidar e manter um Brasil de dimensões continentais. A lamentar a perda da planície do Pirara para a Inglaterra, e com ela a perda pelo Brasil de uma saída direta para o mar do Caribe e mais uma penetração a vigiar de acesso à Amazônia, além a da foz do Amazonas.

Segundo os dados que circulam pela Internet e publicados pelo Estadão, a deplorável situação do equipamento de nossas Forças Armadas seria assim sintetizada e apenas à altura de um pais pobre, que não mais é o caso do Brasil:

Marinha

- Dos seus 24 aviões a Jato A4 – nenhum poderia decolar de nosso Porta Aviões “São Paulo.”

- Das 100 unidades navais, somente 53 estariam disponíveis;

- Dos seus 5 submarinos, apenas dois operariam.

- Das suas 74 viaturas blindadas sobre lagartas, do CFN, somente 28 estariam operacionais.

- De suas 23 aeronaves a jato que estão na Embraer somente 12 de lá sairiam e as 11 restantes seriam canibalizadas.

Aeronáutica

- Das suas 219 aeronaves de caça, somente 72 estariam disponíveis;

- Das suas 174 aeronaves de transportes, somente 67 estariam disponíveis.

- E que a compra de 36 caças para renovar a frota da Aeronáutica é medida urgente, já que em 2014, os seus atuais caças deixariam de voar.

- Que a sua frota de treinamento caiu de 74 para 49 aeronaves em funcionamento, E que 90% de sua frota possui 15 anos de uso, ultrapassando os 10%, sendo o desejável para uma força operacional é possuir 50% de sua frota com até 10 anos de uso.

- E que as 9 baterias antiaéreas disponíveis no Brasil estão fora de uso.

Exército

- De seus 78 helicópteros a metade estaria indisponível;

- 40% de sua força blindada estaria parada.

Se confirmada esta situação, como o Brasil mal armado conquistaria, na atual conjuntura internacional, este objetivo:

“Pais rico é país sem miséria”

Como proteger, mal armado, as riquezas de nossa Amazônia Azul (o Pré- Sal) e a Verde (biodiversidade, as maiores reservas em água doce, minerais estratégicos como o Nióbio, espaços vitais, as pressões inglesas sobre as riquezas de nossa Roraima, ao lado da antiga planície do Pirara que foi tirada do Brasil, etc.), o Povo Brasileiro, a Integridade e a Soberania do Brasil.

Isto contraria as lições da História Militar Mundial, no tocante a esta verdade por ela proclamada e confirmada..

“País rico deve ser forte militarmente”.

Acredito como historiador militar e hoje também jornalista, que há 41 anos estuda criticamente a História Militar Mundial e, em especial a nossa História Militar, que esta visão não perdeu sua validade. E até Maquiavel em O Príncipe definia “que país desarmado significa ser desprezível”.

Penso que as lideranças executivas, legislativas e judiciárias constitucionalmente responsáveis pela condução do Brasil, o estariam expondo, o seu Povo e as suas riquezas, bem como sua Soberania e Integridade, a sério risco. E assumindo, por via de consequência, pesadas e irremovíveis responsabilidades históricas.

Pois a defesa e proteção do Brasil no tocante às suas riquezas, seu Povo, sua Soberania e sua Integridade é missão do Poder Civil (Executivo, Legislativo e Judiciário) com a assessoria, em especial, de duas carreiras de Estado, os militares de nossas Forças Armadas e os seus diplomatas, os quais na visão do grande Barão do Rio Branco:

“Eles são sócios que se prestam mútuo auxílio. Um expõe o direito e argumenta com ele em prol da comunidade. O outro bate-se para vingar o direito agredido, respondendo à violência com violência”.

E estes pouco poderão fazer se o Poder Civil citado se omitir ou postergar estas providências e assumir as responsabilidades decorrentes junto ao Tribunal da História.

Aos militares do Brasil, um país potencia econômica e social, mas longe ainda de ser potência militar, caberia a análise militar crítica de nossa História Militar para dela retirar subsídios de Tática e Estratégia brasileiras a contribuírem para a nacionalização progressiva de uma Doutrina Militar Brasileira, enriquecida com o que de mais moderno existir nas doutrinas das potências e grandes potências militares.

E isto seria tarefa para historiadores militares críticos, pensadores militares e planejadores sob a liderança de chefes capazes de liderarem e catalisarem operações desta magnitude, em um Centro de Doutrina Militar das Forças Armadas, a nível de Ministério da Defesa. Tarefa a ser desenvolvida por militares e especialistas civis, pois a Defesa Nacional e tarefa a ser planejada em conjunto por militares e civis egressos de nossa Academia Militar das Agulhas Negras, da Escola Naval, da Academia da Força Aérea por civis egressos do Instituto Rio Branco e de nossas universidades, como ocorre nas potências e grandes potências militares.

E não como vinha sendo entendido pela Sociedade Brasileira como tarefa exclusiva dos militares. Pensamento que começou a ser entendido com a presença e participação de especialistas civis em Seminários do Livro Branco da Defesa Nacional, onde universitários se fizeram presentes em grande número e perceberam que a Universidade deve participar e preparar universitários para este grande projeto de Defesa do Brasil. E ao que nos parece, somente duas universidades brasileiras possuem cursos de História Militar do Brasil para melhor preparar seus alunos para um Projeto de Defesa do Brasil.

E creio, no caso do Brasil, que é a isto que o Povo Brasileiro, através de suas lideranças constituídas, deveria se empenhar em construir urgente e progressivamente, sob risco de tudo vir a perder no campo das conquistas econômicas e sociais.

Um Brasil rico e sem miséria e com poder defensivo dissuasório compatível

Ao lado de todas estas dificuldades de reequipamento militar de um Brasil emergente, com crescente projeção econômica e social internacional, as Forças Armadas do Brasil apresentam índices crescentes de evasão dos seus melhores quadros em busca de melhor remuneração financeira, pois constituem talvez a parcela mais mal remunerada do Governo Federal.

Basta dizer que um ascensorista do Congresso ganha mais que um piloto de caça, responsável por um equipamento que custa milhões para o Estado. E vão por aí as injustiças e desigualdades!

Esta injustiça é “ululante”, como diria Nelson Rodrigues, e cedo a Sociedade Brasileira irá perceber o injusto trato pelo Povo Brasileiro, através de seus representantes, para com as Forças Armadas que constituem, em realidade, o seu braço armado e o fundamento, com base na Hierarquia e na Disciplina, do ordenamento jurídico brasileiro.

Forças Armadas que se sentem agredidas pela insistência de contrariar a Lei de Anistia, conforme manifesto da Academia Brasileira de Defesa, intitulado ‘A verdade verdadeira’, de 25 de novembro de 2011.

Lei da Anistia da qual o Duque de Caxias, O Pacificador, foi considerado, segundo o historiador militar e bacharel em Direito Manoel Soriano Neto, como o patrono da Anistia, pois ao término da Revolução Farroupilha, ao consolidar a Paz da Família Brasileira, depois de 13 anos de lutas fratricidas declarou: “Maldição eterna aos que recordarem nossas passadas dissensões!” E ao receber proposta de mandar celebrar em Bagé um Te Deum comemorativo da Vitória, recusou e mandou celebrar uma missa na Catedral de Bagé, “em memória dos imperiais e farroupilhas que tombaram em defesa de suas verdades.”

E entre os mortos farroupilhas encontrava-se seu tio o General Farroupilha João Manoel Lima e Silva, o primeiro a ser elevado a general pela República Rio-grandense.

O Brasil precisa de paz e progresso como potência emergente. O seu sucesso ou fracasso depende da harmonia e do trabalho de seus filhos numa mesma direção, pois estão no mesmo barco, o Brasil, para as conquistar e manter seus objetivos internacionais.

Agressividade contra agressividade não é penhor de segurança para a construção da Segurança Nacional. A solução é o dialogo inteligente para resolver situações conflituosas. Dialogo inteligente focado na construção da Defesa do Brasil, para recuperar o tempo perdido e o dotar o mais urgente possível de poder militar dissuasório compatível para proteger o seu Povo, as suas riquezas, a sua Integridade e a sua Soberania.

Enfim, para que no mais rápido possível, o Brasil se torne um país rico e sem miséria e militarmente seguro. Tarefa para a qual a Mídia deve atuar, focada na construção da Defesa Nacional e nos óbices que se oponham à construção da Defesa Nacional.

Por oportuno vale aqui recordar as sábias palavras do falecido vice- presidente da República José Alencar Gomes da Silva, que foi ministro da Defesa de 2004 a 2006.

“Nosso país possui riquezas que exigem vigilância responsável. Os recursos minerais, a admirável biodiversidade, as florestas inigualáveis; terra, água e sol que nos tornam um dos melhores países produtores mundiais de alimentos e, agora, biocombustível. Nosso mar territorial, a chamada Amazônia Azul, representando mais de 50% do território nacional, é riquíssimo em petróleo, gás, nódulos polimetálicos e recursos vivos. Um patrimônio de valor imensurável, que exige absoluta atenção e presença de nossas forças em sua defesa.

Como nação soberana, o Brasil requer uma capacidade de defesa compatível com a sua estatura político-estratégica e com sua crescente inserção no concerto internacional. Nesse sentido, cabe lembrar que o decreto 5.484/05, que aprova a Política de Defesa Nacional, define que ‘é prioritário assegurar a previsibilidade na alocação de recursos em quantidade suficiente para permitir o preparo adequado’”.

O Ministério da Defesa, consciente desta triste realidade ao que informa a Mídia, se empenha para alterar este quadro adverso de nossas Forças Armadas. Pelo PLO de 2012 existe a previsão de 63,71 bilhões para o Ministério da Defesa, dos quais para investimentos: na Marinha, 2,97 bilhões, no Exército, 1,33 bilhão e na Força Aérea, 1,68 bilhão.

Para tentar evitar a evasão do quadros das Forças Armadas, por se sentirem seus membros mal e injustamente remunerados “o Ministério da Defesa estaria elaborando, em conjunto com os comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, nova política de remuneração para os militares. Tal política teria por objetivo atrair e reter profissionais qualificados, assim como estimular sua permanência no serviço ativo. Nos últimos anos, a insatisfação com a carreira vem resultando num êxodo prematuro para a reserva.”

E vale lembrar que a atual Presidente, quando candidata, encaminhou comunicação endereçada aos Comandantes Militares onde garantia que, se eleita “os índices de reajustes salarial conquistados nos dois últimos mandatos presidenciais, são garantia de que continuaremos efetuando as merecidas reposições”.

E para concluir: esta seria a solução, ou o início de uma solução? Foi a pergunta lançada aos leitores em artigo Sucateamento da Defesa: haverá solução? pelo Professor Eduardo Ítalo Pesce, no jornal Monitor Mercantil de 2/12/2011. Pesce é especialista em Relações Internacionais e colaborador do Centro de Estudos Políticos Estratégicos da Escola de Guerra Naval

Vale lembrar Antonio Sepúlveda em artigo A Defesa do Brasil ,no Jornal de Brasil em 22 fev 2003. “Nações com mentalidade de defesa são aquelas que, em tempo de paz, se preparam contra ameaças existentes, contra ameaças previsíveis e, criteriosamente, contra ameaças possíveis. A hora de consertar o telhado é quando o sol está brilhando. (...)”

Segundo o General Paulo Chagas “ Ainda há tempo e espaço para mudanças, no entanto, há que se forçar o abandono das “boas intenções”, que não são poucas, e que se adotem as “boas iniciativas”, que não são muitas. Há que se deixar de lado o “é preciso” para ficar apenas com o determinismo do “que se faça”!


Cláudio Moreira Bento é Historiador militar brasileiro há 41 anos e jornalista, autor, entre outros, do livro Amazônia Brasileira. Conquista, Consolidação, Manutenção - História Militar Terrestre da Amazônia, 1616-204. Livro esgotado, focalizando as lutas internas e externas e pressões internacionais que envolveram aquela estratégica área brasileira e que o Poder Civil da época, através de seus diplomatas e soldados, conseguiu superar, menos a perda para a Inglaterra da planície do Pirara, contígua à Raposa Serra do Sol, em Roraima.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

IMPRESSIONANTE: ENORME NAVE ESPACIAL ALIENÍGENA NA LUA?!!!

TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE:http://celiosiqueira.blogspot.com/2011/12/impressionante-enorme-nave-espacial.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FOKwaz+%28A+Verdade+Liberta%29



IMPRESSIONANTE: ENORME NAVE ESPACIAL ALIENÍGENA NA LUA.


Tradução: Maria

Esta é uma história que tem circulado na Web desde 2007. É bastante surpreendente e fico espantado por não ter recebido mais atenção. Penso que muitos editores imaginaram que era demasiado absurda para ser verdade.

Para ser honesto, pensamos que era uma fraude até que um dos membros do viewzone decidiu procurar excertos do filme no site da NASA, e notou que havia duas imagens disponíveis do objecto, (tiradas de ângulos diferentes) e fez uma composição a 3 D. Os resultados estão no fim desta página. Embora não estejamos confiantes no vídeo e nas imagens da entidade alienígena (o corpo de mulher), estamos surpreendidos que as imagens a r dimensões mostrem um verdadeiro objecto na superfície da Lua.

Se têm os óculos vermelhos e azuis a 3 D, podem ver a nave especial com muita nitidez. Não há muitas dúvidas que é uma nave espacial – ou isso ou um submarino – mas deixamos isso ao critério dos leitores.


Origem da história

O relato chegou até nós de um homem que afirma que fez parte de uma missão especial da NASA:

William Rutledge está reformado e agora vive em África. Surgiu recentemente para revelar alguns factos espantosos sobre o seu envolvimento com a NASA nos anos 70. Rutledge afirma ter trabalhado pelo menos em duas missões à Lua, incluindo a missão falhada da Apollo 19, e da Apollo 20, que diz ter sido lançada em Agosto de 1976 da Base da Força Aérea de Vandenberg.


Este link traz a entrevista feita a pouco tempo, com o astronauta.
http://www.oarquivo.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3156:revelacoes-de-willian-rutledge-geram-polemica-sobre-a-missao-apollo&catid=79:ufologia&Itemid=75

Segundo Rutledge, ambas estas missões eram "missões Espaciais classificadas conjuntas" resultantes da colaboração entre o governo dos Estados Unidos e o governo Soviético. Não aparecem em nenhum registo das missões da NASA -- e, se for verdade – por boas razões.

O objectivo dessas missões era investigar um grande objecto no lado oculto da Lua, na região Delporte-Izsak, alegadamente descoberto e fotografado durante a missão Apollo 15. O objecto, que se assemelha vagamente a um caça "Asa X" como é visto nos filmes da Guerra das Estrelas, foi tomado por um spacecraft (nave espacial) que se tinha despenhado ou que foi abandonada na Lua em tempos antigos.




Qual é o tamanho desta nave? Graças ao site ramistrip.com, temos um gáfico para demonstrar. Quando dizemos "enorme" realmente precisamos de outra palavra porque esta não descreve esta nave. Deixo que a fotografia fale por si!



Tamanho aproximado: 500mts de altura e 3500mts de comprimento.

Imagens, e mesmo vídeos dessa nave apareceram na web, e foram popularizadas por investigadores como Richard C. Hoagland durante os últimos anos.


O corpo recuperado de uma mulher EBE

Rutledge afirma que eles (juntamente com o cosmonauta Soviético Lexei Leonov) aterraram um módulo Lunar (de fabrico Russo) perto da nave alienígena e entraram nela. Certos artefactos foram descobertos e recuperados, incluindo dois corpos pertencendo aos alegados "pilotos --Um estava em excelentes condições e parecia ser uma mulher. Um segundo corpo estava demasiado deteriorado e a cabeça foi recuperada. A mulher foi apelidada de "Mona Lisa".

"Fomos ao interior da nave especial enorme, e também de forma triangular. A parte mais destacada da exploração foi a seguinte: Era uma nave espacial, muito antiga, que cruzou o universo pelo menos a um bilião de anos ( 1 bilião e meio foi o tempo estimado). Haviam muitos sinais biológicos dentro dela, restos antigos de vegetação na secção do "motor", rochas triangulares especiais que emitiam "lágrimas" de um liquido amarelo que tinham propriedades medicinais e, certamente, de criaturas extra solares. Encontramos restos de pequenos corpos (10 cm) a viver numa rede de tubos de vidro, em toda a nave, mas a principal descoberta foram dois corpos, um intacto.

A "City" como foi chamada na Terra e registada como estação um, mas que parecia ser verdadeiro lixo espacial, cheia de cortes, partes de ouro, só uma construção parecia intacta (chamamos-lhe a Catedral). Fizemos fotos de peças de metal, de tudo o que mostrava caligrafia, exposto ao sol. A "City" parece ser tão antiga quanto a nave, mas é uma parte muito pequena. No vídeo pirata, as lentes das teleobjectivas tornam os artefactos maiores.



Imagens da "City"
Não me lembro quem deu o nome à rapariga, se foi Leonov ou eu – era uma EBE (extraterrestrial biological entity = entidade biológica extra terrestre ) intacta. Humanoide, fêmea, 1.65. Com órgãos genitais, cabelo, seis dedos ( acreditamos que a matemática é baseada na dúzia). Função: piloto. Aparelhos de pilotagem fixados aos dedos e aos olhos, sem roupas, tivemos de cortar dois cabos ligados ao nariz. Sem buracos nas narinas. Leonov retirou os aparelhos dos olhos (pode ver no vídeo). Concreções de sangue ou de liquido que surgiu e congelou na boca, nariz, olhos e em algumas partes do corpo. Algumas partes do corpo estavam numa condição excepcionalmente boa, (cabelo) e a pele estava protegida por uma fina camada transparente. Como dissemos para o controlo da missão, o estado vital parecia nem morto nem vivo. Não tínhamos conhecimentos nem experiência médica, mas Leonov e eu aplicamos um teste, aplicamos o nossos equipamento biológico ao EBE, e a telemetria recebida pelo cirurgião (Médicos de Controlo da Missão) foi positiva.

Isso é outra história. Agora, algumas partes podiam não ser credíveis, prefiro contar a história toda quando estiverem outros vídeos online. Esta experiência foi filmada em LM. Encontramos um outro corpo, destruído, trouxemos a cabeça para bordo. A cor da pele era azul acinzentada e azul pastel. A pele tinha alguns pormenores estranhos, debaixo dos olhos e na testa, uma banda à volta da cabeça, sem qualquer inscrição. O "cockpit" = cabine de comando estava cheio de caligrafia em forma de tubos longos semi hexagonais. Ela está na Terra e não está morta, mas prefiro publicar outros vídeos antes de dizer o que aconteceu depois."
-- Entrevista de William Rutledge (em Inglês)


Foram encontrados na face da mulher alienígena tubos estranhos. Foram removidos mais tarde e o seu corpo oi inspeccionado e filmado a bordo do Módulo Lunar. O vídeo está disponível no YouTube.


Também foram encontradas amostras do que parece ser escrita. Embora pareça mais serem gatafunhos.



Conclusão da Viewzone

Se bem que o vídeo e a história possam parecer ser um embuste, o objecto que foi fotografado pela Apollo 15 é completamente real. Não é uma descoloração da superfície, um artefacto ou uma cratera estranhamente iluminada. A fotografia a 3 dimensões mostra claramente a forma e a posição deste objecto tão pouco habitual.

Em baixo, tomamos duas imagens publicadas da missão Apollo 15 e misturamos para formarem uma imagem a 3 dimensões. Para ver com exactidão necessita de um par de óculos de 3 dimensões (vermelho na lente esquerda e azul na direita. O que é isto?



Mais vídeos:



http://www.viewzone2.com/monalisa.html


Nota A Verdade Liberta


Já falamos das enormes naves que andam atacando o sol, já postamos a entrevista de Nassin Haramein que também fala de enormes ufos/naves que usam o sol como uma espécie de portal estelar.


Pois é, coisas grandiosas estão acontecendo, sinais nos céus estão aparecendo, é bom ficar atento a grandes noticias e a grandes mudanças que estão em curso.


Abraços a todos
Célio Siqueira.



sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Governos fazem espionagem em massa de celulares e computadores?!

TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE: http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/12/02/wikileaks-governos-fazem-espionagem-em-massa-de-celulares-computadores-e-redes-sociais.jhtm




02/12/2011 - 10h37 / Atualizada 02/12/2011 - 12h50

Wikileaks: governos fazem espionagem em massa de celulares e computadores

Da Redação
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  • Wikileaks divulgou 'mapa da espionagem', com empresas fariam interceptação de dados
    Wikileaks divulgou 'mapa da espionagem', com empresas fariam interceptação de dados
O site Wikileaks divulgou nesta quinta-feira (1) um sistema de espionagem em massa realizado por governos de diversos países em telefones celulares, computadores e também nos perfis de redes sociais de seus cidadãos. A prática, diz o documento, é adotada por ao menos 25 nações (entre elas o Brasil) por intermédio de 160 empresas de inteligência.

“Na prática, essa indústria [de espionagem] não é regulamentada. Agências de inteligências, forças militares e autoridades policiais podem, de forma silenciosa, em massa e secretamente, interceptar ligações e controlar computadores sem a ajuda ou conhecimento de empresas de telecomunicações. A localização física do usuário pode ser traçada se ele tiver um telefone celular, mesmo que o aparelho esteja em stand by”, afirma o documento do Wikileaks.
Esse vazamento foi chamado de projeto Spy Files (arquivos espiões) e, segundo o Wikileaks, mais informações serão publicadas sobre esse tipo de espionagem ainda nesta semana e também no próximo ano. O projeto fala ainda sobre a existência de muitas empresas que vendem equipamentos de espionagem em massa para agências de inteligência.
“Nos últimos dez anos, sistemas para espionagem indiscriminada em massa tornaram-se a regra. Empresas de inteligência como a VasTech vendem secretamente equipamentos que registram de forma permanente chamadas telefônicas de nações inteiras. Outras gravam a localização de cada telefone celular em uma cidade (...). Sistemas para infectar cada usuário do Facebook ou de smartphone de um grupo inteiro de pessoas estão no mercado de inteligência”, diz o documento do Wikileaks.
Brasil
UOL Tecnologia entrou em contato com a Suntech, única empresa brasileira listada pelo site, que negou fazer interceptação de dados em massa – algo ilegal no país. Em seu site, a companhia baseada em Florianópolis define ser uma “empresa global que fornece inteligência em comunicações e soluções líderes de mercado para interceptação legal, retenção de dados e gerenciamento de rede para importantes fornecedores de serviços de comunicação e governos”.

Segundo a equipe de marketing da Suntech, só são interceptados dados de indivíduos mediante autorização judicial e isso nunca é feito em massa. A empresa brasileira acredita ter parado na lista porque – assim como as outras companhias que aparecem no mapa divulgado pelo Wikileaks – participa regularmente de um evento do setor chamado ISS (Intelligent Support Systems).
"Ditadores" 
Para exemplificar como esse mercado funciona, o documento afirma que quartos com equipamentos de escuta foram encontrados neste ano, quando os ditadores do Egito e Líbia caíram – esses sistemas seriam responsáveis por monitorar os cidadãos no telefone e também na internet.
Outras companhias internacionais são citadas como desenvolvedoras de softwares que se instalam em computadores e smartphones (iPhones, Blackberries e modelos com plataformas Android) para registrar todo tipo de uso desses dispositivos, movimentos feitos por seus usuários e até mesmo os sons nos ambientes onde os aparelhos se encontram.