domingo, 28 de agosto de 2011

O avanço do espiritismo?




O avanço do espiritismo


Poucas coisas poderiam compensar mais a perda de uma pessoa querida do que a possibilidade de encontrá-la novamente. Diversas religiões pregam a crença na vida após a morte, mas o espiritismo vai além ao ensinar que é possível, aqui e agora, fazer contato direto com quem já se foi: as almas desencarnadas estariam em outro plano, prontas a aconselhar os vivos rumo à perfeição espiritual. Para isso, vale-se dos “médiuns”, que acreditam ser intermediárias entre vivos e mortos. Hippolyte Leon Denizard Rivail, o auto-denominado Allan Kardec, afirma isso com todas as letras: para seus seguidores, auto-denominados “espiritualistas”, a vida é uma sucessão de mortes e renascimentos, e nesse meio-tempo a pessoa tem a oportunidade de desenvolver-se.

Começa aí o abismo entre os “espiritualistas” e os evangélicos, que com base em textos bíblicos como Hebreus 9:27 (“Ao homem está estabelecido morrer uma única vez, vindo depois disto o juízo de Deus”), rechaçam a reencarnação. Há ainda muitas outras divergências: por exemplo quanto ao papel de Cristo. Se para os crentes Ele é o Filho de Deus e Salvador do mundo, na opinião kardecista é só um espírito iluminado, que alcançou a perfeição graças ao amor e bondade. 
O apelo desse tipo de crença explica sua popularidade: o último Censo, o de 2000, encontrou pouco mais de 2,3 milhões de “espiritualistas”, mas muitos têm o kardecismo como “segunda crença”, à qual recorrem em momentos de aflição. Além disso, o espiritismo mesclou-se com credos de matriz africana como a umbanda e o candomblé, criando um “mix” dereligiosidade popular. De acordo com a Federação Espírita Brasileira (FEB) há no país cerca de 15 mil “centros” das mais diversas linhas espiritualistas, interessadas numa religião onde não há amarras hierárquicas e onde cada um é responsável pelo próprio crescimento, sobretudo através da caridade. “Não há intermediação, nem velas ou imagens nos centros espíritas. O praticante precisa se prender a algo mais abstrato e pessoal”,
explica a socióloga Célia da Graça Arribas. “Não é qualquer um que compreende esse sistema, por isso a importância do estudo constante”.
Célia investiga o crescimento do kardecismo no país e a formação dos primeiros grupos. De acordo com suatese de mestrado, essa crença chegou ao Brasil ao redor de 1860, com o primeiro livro de Kardec, “O livro dos espíritos’. A obra despertou interesse e seduziu advogados, médicos, intelectuais, jornalistas e políticos, gente que mantinha contato com a produção intelectual da França, então o principal centro cultural do mundo. Essa formação elitizada provavelmente tenha sido a responsável por manter a religião espírita focada principalmente na classe média, e a ênfase no estudo explica o desenvolvimento das editoras do segmento. Segundo um levantamento da Câmara Brasileira do Livro (CBL), esse nicho de mercado faturou, só em 2006, quase R$ 100 milhões.
 
Para a mídia, a imagem de Chico Xavier, capaz de reunir pessoas de vários credos e ainda lhes dar esperança, é um alavancador de audiência. Não é a toa que novelas que exploram tema mediúnico são recorrentes na rede Globo. “A viagem” , “Alma gêmea” e “Escrito nas estrelas” exploraram esse filão. A vice-presidente da União das Sociedades Espíritas de São Paulo (USE-SP), Júlia Nezu, acha que Chico Xavier “veio para popularizar o espiritismo. Sua missão na terra foi de exemplificar o amor e decodificar a doutrina”, filosofa. Para ela, o sucesso dos temas espíritas reflete uma busca moderna: “As pessoas estão cansadas do materialismo e têm procurado uma resposta transcendental. O espiritismo traz essa resposta”. 
O sucessorecente do filme sobre a vida de Chico Xavier é prova disso. Em dois meses, foram 3 milhões de espectadores, sinal de que a doutrina dos espíritos está em alta. E tem mais filme sobre o assunto vindo por aí. Não falo mais nada para não 
dar asa a cobra. Fato é que os 450 livros, supostamente “psicografados” pelo “médium”, já venderam mais de 18 milhões deexemplares. Chico Xavier é o campeão das letras espíritas, devido a uma série de fatores, como sua origem humilde: pobre, estudou apenas até a quarta série do ensino primário. Por isso, ao contrário das obras filosóficas de Kardec, seus escritos são extremamente acessíveis, com princípios doutrinários rudimentares; seu caráter desprendido (doou toda a renda de seus livros à caridade, montou centros assistenciais e vivia de maneira modesta) e sua compleição física frágil ajudaram a moldar um ar de santidade, venerado por seus seguidores. Diariamente, devotos de vários pontos do país dirigem-se até Uberaba simplesmente para rezar diante de sua estátua. Muitos chegam a atirar cartas por cima do muro da casa do falecido, transformada em museu.
 
A caridade é a bandeira mais vistosa do espiritismo. Fazer o bem é a receita da perfeição – crença expressa no slogan “fora da caridade, não há 
salvação” – na verdade, um trocadilho com a doutrina católica que diz que “fora da igreja (católica, obviamente) não há salvação”. Mas embora alguns defensores tentem intelectualizar o credo dizendo que se trata de uma doutrina científica, um anzol para fisgar novos adeptos é a emoção. “O espiritismo mexe com os sentimentos e emoções das pessoas. Afinal, qual a mãe que não gostaria de falar novamente com um filho morto?”, diz Manoel Castillo, com a experiência de ter 
sido espírita por mais de uma década. A favor dessa opinião, sabe-se que depois de guerras e catástrofes há um surto de “aparições” de espíritos mandando recados do além, o que acaba seduzindo os vivos que perderam entes queridos. Foi assim após a Guerra Civil americana, foi assim após a Guerra do Paraguai, após a I Guerra 
Mundial e por aí afora. “Acontece que as pessoas são enganadas. A história que se conta por lá é muito bonita, mas a verdade é que os chamados ‘espiritos do bem’ são demônios”, diz Manoel Castillo.
 
O testemunho é semelhante ao de muitos outros. O envolvimento inicial com a fé espírita começa com uma alegada mediunidade. Graça, esposa de Manoel, conta que chegou a ter contato com o que considerava espíritos de luz. Quantos espíritas – e ex-espíritas também – não contam que seu primeiro contato com esse credo pseudo-científico foi por meio de alguém que afirmava ser o prosélito um “médium”, que precisava “se desenvolver”?
 
O pastor Milton Vieira da Silva, do Ministério Rhema e autor do livro “Espiritismo – Conhecendo os cultos afro”, diz que o principal problema da doutrina espírita é a redução do papel de Jesus, o que desautoriza o conjunto de crenças espiritualistas como cristãs. “Eles veem Cristo como um dos melhores profetas, um mestre iluminado por excelência e o melhor homem que já existiu – menos como Senhor e Salvador da alma humana”. Vale dizer que o islamismo também vê Jesus dessa forma. Portanto, assim como o islamismo, o espiritismo não pode ser considerado uma religião cristã, pois nega os principais ensinamentos cristãos: o pecado original, a queda, a salvação propiciada pelo sacrifício de Jesus na cruz, o diabo e sua influência, o céu e o inferno. Para o espiritismo, o diabo e os demônios são espíritos desencarnados que ainda não evoluíram; não há céu nem inferno, e o homem, em última instância, não depende de Cristo, mas de si mesmo, pois evolui graças às boas obras praticadas em cada encarnação. Sua explicação para a existência do mal é que quem sofre está sendo purgado do mal que praticou em outra vida. Poucos ensinos poderiam ser mais anti-bíblicos do que esse!
 
Suas obras assistenciais são de fato úteis à sociedade, mas também os evangélicos
realizam grandes obras em favor do próximo, como igrejas e organizações não-governamentais de caráter cristão, como Exército de Salvação, Visão Mundial, CCF e outras; mas sem objetivo de se conseguir subir degraus rumo à perfeição. O apóstolo João disse que se amamos a Deus, a quem não vemos, devemos revelar isso em favor do nosso próximo, que vemos e com quem convivemos.
 
Estudiosos já identificarama origem do espiritismo no tempo com as tentativas humanistas de explicar a realidade sem Deus. Aproximadamente na mesma época de Kardec, surgiram ideias que buscavam entender o homem e a natureza, como as teorias econômicas de Marx, os primeiros insights do que depois viria a ser a psicanálise, e também a tentativa de explicação da origem da vida sem o Criador, com Darwin. O espiritismo, no fundo, não é nada mais e nada menos do que a teoria da evolução adaptada à faceta espiritual do ser humano. 
Pesquisador de religiões e seitas há mais de 50 anos, o pastor Natanael Rinaldi, do Instituto de Estudos Cristãos (ICP), começou a estudar o espiritismo de Allan Kardec na mesma ocasião em 
que passou a se dedicar à apologética. Para ele, o caráter abrangente do espiritismo é apenas uma maneira sutil de se envolver nos meios religiosos com a finalidade de ter mais fácil aceitação, como se fosse também uma religião cristã. “O que não é verdade”, afirma. “Qualquer movimento religioso que alegue ser cristão deve ter seus ensinos confrontados com a Palavra de Deus para se verificar a veracidade dos mesmos”.
Quanto às sessões mediúnicas, em que os adeptos acreditam ter contato com pessoas que já morreram, Rinaldi lembra que o apóstolo Paulo advertiu a igreja de Corinto sobre a 
possibilidade de o próprio diabo e seus anjos transfigurarem-se em anjos de luz: “Não são falecidos que se manifestam, mas sim espíritos mentirosos que tomam seus lugares nas invocações. E o pai da mentira é o diabo... Alguns grupos religiosos são mais suscetíveis à doutrinação espírita, como católicos que adotam a religião dos pais, mas desconhecem totalmente seus pontos básicos: são presas fáceis”. Mas ele alerta que também muitos evangélicos estão nessa mesma situação: “Ignoram doutrinas bíblicas, não leem as Escrituras, não participam de estudos bíblicos, não sabem responder sobre a razão de sua fé”.
Talvez seja precisamenteessa fraqueza da Igreja a causa do avanço de doutrinas como a kardecista. A Igreja brasileira hoje tem se mostrado maispreocupada com a prosperidade própria do que com a evangelização, a exposição da Bíblia como Verdade Eterna, a existência do pecado, do diabo e do risco real de se ir para o inferno caso se considere Jesus como apenas “um bom homem”. Enquanto os cristãos estiverem trazendo impureza para dentro do arraial, como elementos importados de outros credos – rosa ungida, copo de água abençoada, banho “das sete águas”, sabonete consagrado, vassoura benzida, roupa da pessoa amada e outras bizarrices – o Brasil poderá mesmo ser a maior nação espírita do mundo.
E aí, como ficariam os que vivem fazendo atos proféticos dizendo que “o Brasil é do Senhor”, que “estabeleceu um novo governo”, e que “um tempo novo começou”? Melhor 
seria que abandonassem logo essa conversa fiada e fizessem algo que preste, engajando-se num esforço evangelístico, abrindo mão de seus aviões de luxo, seus carrões, suas mansões, e gastando o tempo que lhes resta para “salvar alguns, arrebatando-os do fogo” (Judas 22,23).
 
Com informações de : Cristianismo Hoje /Gospel Prime 


ATENÇÃO: SO PORQUE POSTEI ALGUM TOPICO, VIDEO OU TEXTO AQUI NÃO QUER DIZER QUE EU CONCORDE EM TUDO COM O QUE ELE DIZ E TRANSMITE OU AINDA COM A PESSOA QUE O FEZ. NÃO POSTE BOBAGENS, PEDIMOS EDUCAÇÃO COMO A DE UM CONVERTIDO, E SOMENTE POSTE COMENTARIOS DE ACORDO COM O ASSUNTO ABORDADO NO TOPICO, CASO CONTRARIO ELE SERA DELETADO. LEIA AS ESCRITURAS E PRATIQUE A VONTADE DO ETERNO, QUE O ETERNO LHE ABENÇOE EM NOME DO SALVADOR !!!

Evangélicos e nudismo

TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA: http://doa-a-quem-doer.blogspot.com/2010/01/evangelicos-e-nudismo.html


Evangélicos e nudismo


Esta notícia vem circulando na Internet há algum tempo, e custa a crer que seja verdadeira. Mas como dizia uma velha canção dos anos 1980, “vem chegando o verão”... e já que muitos se preparam para a estação do calor, resolvi republicar este absurdo que, pasmem os senhores, é verdade. É fato que ainda tem chovido bastante – será culpa do pessoal que vive cantando “faz chover”? – mas muita gente já sonha com viagens para o litoral; e há quem imagine um paraíso ecológico, nenhuma roupa e… a Bíblia. Pode parecer contraditório, mas é isso mesmo: no Rio, até mesmo pastores evangélicos se bronzeiam como vieram ao mundo nas praias de nudismo.
O nudismo evangélico é tão "inovador" que muitos preferem o anonimato ou inventar nomes fictícios, como “Márcia”, 48 anos, líder pentecostal há 15 anos, que trocou o nome para não ser reconhecida. Ela se diz pastora e que se converteu ao naturismo há três anos, após visitar a Praia Olho de Boi, em Búzios. “Me encantei com o respeito e a pureza. Ser naturista é estar em contato pleno com o Senhor”, defende ela, que visita sítios de lazer e já frequentou a Praia do Abricó, no Recreio (Rio de Janeiro), interditada ao nudismo por força de liminar.
“Márcia” diz ter aprendido que o naturismo não tem conotação sensual. “Vemos a nudez com olhos do espírito, sem malícia”, ensina, lamentando o preconceito que enfrenta. “A igreja evangélica está recheada de dogmas e tabus. Não poderia abrir minhas opiniões aos fiéis. Causaria grande rebelião”, pondera a pastora naturista. Ela também compartilha a palavra de Deus com amigos em recantos de nudismo. “Certa vez, uma irmã estava com sérios problemas e prestei favores espirituais para ela ali mesmo, em um sítio de convívio naturista”, recorda.
Já o comerciante Carlos Moreira, 44 anos, membro de tradicional igreja evangélica há sete anos e naturista há 15, entende que não há barreiras entre a religião e o nu. “O pecado não está no corpo despido, mas, sim, na malícia das pessoas. Meu coração é puro”, argumenta.
Mas a comunhão entre Deus e nudismo custou caro ao arquiteto curitibano Estevão Prestes, 31 anos. Evangélico e freqüentador da Praia do Pinho em Santa Catarina, ele foi expulso da Igreja do Evangelho Quadrangular, onde era professor da escola dominical. “Quando meus hábitos foram descobertos, fui chamado pelos pastores a um conselho. Houve acusação formal de comportamento imoral”, conta Estevão, que hoje é membro da Igreja Presbiteriana. “Não escondo que sou naturista, mas também não ando com crachá. Os que sabem me aceitam”, garante. Estevão gosta de orar sozinho na praia e de ler a Bíblia – peladão, é claro: “A vivência naturista me aproxima da espiritualidade. Tenho momentos de comunhão com a natureza, com Deus e o com próximo”, justifica.
Para a grande maioria dos evangélicos, entretanto, a idéia é inaceitável. “Isso é um escândalo. É a falta do conhecimento da Palavra. Não há espaço para esta conduta na minha igreja”, avisa o pastor Manoel da Silva, da Igreja Batista em Renovação Espiritual Nova Jerusalém. O pastor e músico André Oliveira, de Belo Horizonte, reagiu com seu humor característico e compôs uma música para expressar o que acha do assunto. Ouça logo abaixo a música em homenagem aos “peladões de Cristo”.



ATENÇÃO: SO PORQUE POSTEI ALGUM TOPICO, VIDEO OU TEXTO AQUI NÃO QUER DIZER QUE EU CONCORDE EM TUDO COM O QUE ELE DIZ E TRANSMITE OU AINDA COM A PESSOA QUE O FEZ. NÃO POSTE BOBAGENS, PEDIMOS EDUCAÇÃO COMO A DE UM CONVERTIDO, E SOMENTE POSTE COMENTARIOS DE ACORDO COM O ASSUNTO ABORDADO NO TOPICO, CASO CONTRARIO ELE SERA DELETADO. LEIA AS ESCRITURAS E PRATIQUE A VONTADE DO ETERNO, QUE O ETERNO LHE ABENÇOE EM NOME DO SALVADOR !!!

Evangélicos e nudismo


TRANSCRIÇÃO NA ÍNTEGRA DE: http://doa-a-quem-doer.blogspot.com/2010/01/evangelicos-e-nudismo.html


Evangélicos e nudismo



Esta notícia vem circulando na Internet há algum tempo, e custa a crer que seja verdadeira. Mas como dizia uma velha canção dos anos 1980, “vem chegando o verão”... e já que muitos se preparam para a estação do calor, resolvi republicar este absurdo que, pasmem os senhores, é verdade. É fato que ainda tem chovido bastante – será culpa do pessoal que vive cantando “faz chover”? – mas muita gente já sonha com viagens para o litoral; e há quem imagine um paraíso ecológico, nenhuma roupa e… a Bíblia. Pode parecer contraditório, mas é isso mesmo: no Rio, até mesmo pastores evangélicos se bronzeiam como vieram ao mundo nas praias de nudismo.
O nudismo evangélico é tão "inovador" que muitos preferem o anonimato ou inventar nomes fictícios, como “Márcia”, 48 anos, líder pentecostal há 15 anos, que trocou o nome para não ser reconhecida. Ela se diz pastora e que se converteu ao naturismo há três anos, após visitar a Praia Olho de Boi, em Búzios. “Me encantei com o respeito e a pureza. Ser naturista é estar em contato pleno com o Senhor”, defende ela, que visita sítios de lazer e já frequentou a Praia do Abricó, no Recreio (Rio de Janeiro), interditada ao nudismo por força de liminar.“Márcia” diz ter aprendido que o naturismo não tem conotação sensual. “Vemos a nudez com olhos do espírito, sem malícia”, ensina, lamentando o preconceito que enfrenta. “A igreja evangélica está recheada de dogmas e tabus. Não poderia abrir minhas opiniões aos fiéis. Causaria grande rebelião”, pondera a pastora naturista. Ela também compartilha a palavra de Deus com amigos em recantos de nudismo. “Certa vez, uma irmã estava com sérios problemas e prestei favores espirituais para ela ali mesmo, em um sítio de convívio naturista”, recorda.Já o comerciante Carlos Moreira, 44 anos, membro de tradicional igreja evangélica há sete anos e naturista há 15, entende que não há barreiras entre a religião e o nu. “O pecado não está no corpo despido, mas, sim, na malícia das pessoas. Meu coração é puro”, argumenta.Mas a comunhão entre Deus e nudismo custou caro ao arquiteto curitibano Estevão Prestes, 31 anos. Evangélico e freqüentador da Praia do Pinho em Santa Catarina, ele foi expulso da Igreja do Evangelho Quadrangular, onde era professor da escola dominical. “Quando meus hábitos foram descobertos, fui chamado pelos pastores a um conselho. Houve acusação formal de comportamento imoral”, conta Estevão, que hoje é membro da Igreja Presbiteriana. “Não escondo que sou naturista, mas também não ando com crachá. Os que sabem me aceitam”, garante. Estevão gosta de orar sozinho na praia e de ler a Bíblia – peladão, é claro: “A vivência naturista me aproxima da espiritualidade. Tenho momentos de comunhão com a natureza, com Deus e o com próximo”, justifica.Para a grande maioria dos evangélicos, entretanto, a idéia é inaceitável. “Isso é um escândalo. É a falta do conhecimento da Palavra. Não há espaço para esta conduta na minha igreja”, avisa o pastor Manoel da Silva, da Igreja Batista em Renovação Espiritual Nova Jerusalém. O pastor e músico André Oliveira, de Belo Horizonte, reagiu com seu humor característico e compôs uma música para expressar o que acha do assunto. Ouça logo abaixo a música em homenagem aos “peladões de Cristo”.



ATENÇÃO: SO PORQUE POSTEI ALGUM TOPICO, VIDEO OU TEXTO AQUI NÃO QUER DIZER QUE EU CONCORDE EM TUDO COM O QUE ELE DIZ E TRANSMITE OU AINDA COM A PESSOA QUE O FEZ. NÃO POSTE BOBAGENS, PEDIMOS EDUCAÇÃO COMO A DE UM CONVERTIDO, E SOMENTE POSTE COMENTARIOS DE ACORDO COM O ASSUNTO ABORDADO NO TOPICO, CASO CONTRARIO ELE SERA DELETADO. LEIA AS ESCRITURAS E PRATIQUE A VONTADE DO ETERNO, QUE O ETERNO LHE ABENÇOE EM NOME DO SALVADOR !!!