segunda-feira, 19 de novembro de 2012

KRAV MAGÁ BUKAN - ACADEMIA MARINHO - RIO DE JANEIRO - BRASIL

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ACADEMIA MARINHO - CAMPO GRANDE -
RIO DE JANEIRO - BRASIL






domingo, 18 de novembro de 2012

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RELÓGIO BRAUN

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Conservatória (Valença) RJ - BRASIL



 


 









Conservatória (Valença)
Conservatória é o sexto distrito do município de Valença, no estado do Rio de Janeiro. A 370 quilômetros de São Paulo, 142 quilômetros do Rio de Janeiro, 28 quilômetros de Barra do Piraí e a 34 quilômetros da sede municipal.
 

O distrito tem uma população de 4.182 habitantes, de acordo com o Censo 2010 do IBGE.
Anteriormente denominado Santo Antônio do Rio Bonito, situa-se em um vale da Serra do Rio Bonito, com área aproximada de 240 km². Faz divisa com o estado de Minas Gerais, com os distritos de Santa Isabel do Rio PretoParapeúnaPentagna, Valença (sede do município de mesmo nome) e com o município de Barra do Piraí.
Famoso por suas serenatas, tradição conservada pelos moradores locais e turistas, e pela observação de OVNIs na Serra da Beleza, foi identificado como primeiro Arranjo Produtivo Local (APL) de entretenimento do Brasil pela superintendência de economia da cultura da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro (SEDEIS).
 

História


Conservatória cresceu e prosperou durante o ciclo do café da economia brasileira, a partir do século passado. A cidade, hoje distrito do município de Valença, foi um importante elo na produção e circulação do produto, abrigando mais de 100 fazendas que plantavam o café e o escoavam pelo antigo caminho ferroviário que vinha das Minas Gerais e ia para a Corte, na cidade do Rio de Janeiro, de onde seguia para o porto e outras cidades do país.
 

O primeiro registro da localidade data do final do século XVIII, a partir de um relato de 1789, em que Conservatória era reserva dos índiosAraris, "elegantes e desembaraçados", segundo o naturista Saint Adolph, um dos primeiros historiadores a registrar o fato. Diversas histórias justificam a origem do nome, sendo que a mais corriqueira diz que o lugar era conhecido como "Conservatório dos índios", um lugar de excelente clima e protegido por montanhas, onde os Araris se recolhiam para se recuperar de doenças que dizimavam as tribose local no qual resolveram se instalar definitivamente. Em 1826, existiam cerca de 1.400 índios aldeados na reserva, vivendo felizes no lugar de onde seriam exterminados pelos desbravadores colonialistas. Vestígios dos Araris, como artefatos em cerâmica e algumas ossadas, já foram encontrados em escavações feitas em diversos locais da região.

Segundo Saint Adolphe, cientista botânico francês, os índios "Araris" "eram quase" brancos, elegantes e desembaraçados e, ainda, segundo Saint Hilaire, outro cientista francês que andou por estas plagas, "esses índios, pela aparência, costumes e desenvoltura, deviam ser descententes dos "Goitacás de Campos". E. Rugendas: "Os Araris eram, sem dúvida, resultantes do cruzamento dos "Coropós" com os temíveis "Goitacás" de Campos, que os venceram em batalha e os assimilaram.

Trabalho escravo

Com a colonização, o povoado ganhou inicialmente o nome de Santo Antônio do Rio Bonito, em homenagem ao padroeiro da cidade e ao rio que atravessa a região. Mas a tradição dos índios falou mais alto, e o nome Conservatória ficou marcado para sempre. A prosperidade e riqueza vieram com a expansão da cultura do café, que utilizou largamente o trabalho escravo. As centenárias construções da vila, em estilo colonial, algumas do século XVIII, até hoje preservadas, evidenciam sua origem e algumas, inclusive, ainda ostentam telhas de época, feitas na coxa dos escravos. As ruas principais mantêm as pedras de pé-de-moleque originais da construção.
O estilo colonial inspirou vários romances famosos, alguns transformados em novelas, como Escrava IsauraO Feijão e o SonhoSinhazinha FlôCabocla,Vejo a lua no céu,Aquarela do Brasil, entre outros.

O braço escravo também está presente em outros monumentos da cidade, como a Ponte dos Arcos - construída para dar passagem a um dos trechos da antiga Rede Mineira de Viação, Conservatória-Santa Isabel do Rio Preto (e daí até Santa Rita de Jacutinga, em Minas Gerais) -, exemplo histórico da engenharia da época, com traços perfeitos e utilização de óleo de baleia nas ligas das pedras. Ou o Túnel Que Chora - assim conhecido por conta das gotas vindas da nascente sobre ele e em função de uma das canções de amor por Conservatória composta pelo seresteiro José Borges de Freitas ("...dizem que é de saudade que o túnel vive chorando...")-, com 100 metros de extensão, cavado na pedra bruta a mão pelos escravos e por onde trafegava a Maria Fumaça.
Serenata e paixão

A prosperidade econômica do final do século XIX deu início a outra tradição na vila: a das serenatas - a música cantada sob o sereno -, que hoje atraem mais de mil pessoas a cada fim-de-semana para a cidade, vindas dos mais diversos recantos do país e do exterior.

Um dos grandes motivadores da tradição da música na cidade é o Museu da Seresta, que tem o maior acervo de músicas de serestas do país - e um dos maiores do mundo -, criado pelos irmãos Joubert de Freitas e José Borges Neto, já falecido. O museu mantém viva uma página da cultura musical brasileira, reunindo os seresteiros às sextas-feiras e sábados à noite, que de lá saem para cultivar o hábito, raramente quebrado, de cantar pelas ruas da cidade.
Em 1998, Conservatória comemorou 120 anos de serenatas. Conta a história que a tradição nasceu com um romântico professor de música e tocador de violino, Andreas Schmidt, que, em uma noite enluarada no silêncio do vilarejo, atraiu espectadores, e o professor Andreas passou a ter como rotina tocar seu violino na praça, nas noites estreladas. Aos poucos, músicos vindos de outros lugares passaram a acompanhar as serenatas do professor, e essa virou uma característica incorporada ao lugar.

Música e grandes paixões sempre estiveram de mãos dadas em Conservatória e geraram muitas histórias de amor. Certa vez, em 1938, Antonio Castello Branco, um abastado fazendeiro de Santa Isabel, distrito vizinho, que vivia uma paixão não correspondida por uma moça de Conservatória, resolveu demonstrar seu amor conforme a tradição. Colocou seu piano de cauda em cima de um caminhão e percorreu mais de 20 quilômetros em estrada de terra esburacada, só para tocar e cantar sob a janela da amada. Consta que o gesto deu resultado, e a moça aceitou o fazendeiro como esposo.

Conservatória exprime uma das formas de reação contra as consequências da urbanização acelerada, que caracteriza nossa etapa de desenvolvimento como país capitalista, mantendo suas características bucólicas de arraial, pacata e tranquila, cujos moradores de fala branda, afáveis e educados preservam seus costumes e se reúnem, vez por outra, para manter a tradição das festas juninas, da dança, da música, das quadrilhas e principalmente das serestas que tornam seu pequeno vilarejo um pólo de atração turística no estado do Rio de Janeiro. Em Conservatória, o culto às serestas, o casario colonial e as famílias tradicionais são ainda vestígios do século passado.
O fim do ciclo do café resultou na decadência da agricultura na região, e muitas das centenárias fazendas foram abandonadas. Algumas estão preservadas, inclusive mantendo uma pequena produção de café; outras mudaram sua atividade produtiva, e hoje desenvolvem a pecuária leiteira. Mas a beleza do lugar, sua deslumbrante paisagem, composta por vales e cachoeiras, as relíquias históricas preservadas no tempo e a tradição das serenatas abriram outros caminhos de sucesso para Conservatória.
Um dos símbolos da história do lugar que está logo na entrada na cidade: a antiga "Maria Fumaça", da Rede Mineira de Viação, que puxava os vagões de passageiros e também o trem com a produção de café, hoje estacionada em frente à antiga Estação Ferroviária de Conservatória, atual rodoviária. A linha ferroviária e a estação, inauguradas por D. Pedro IIem 21 de novembro de 1883, foram extintas após a instalação da indústria automobilística no Brasil e da política de construção de rodovias para privilegiar o transporte rodoviário de cargas, nos anos 1960. Por aquela ferrovia, o vilarejo se interligava com o Rio e Minas, partindo de Barra do Piraí - município do qual Conservatória foi distrito de 1943 a 1948, quando passou a pertencer a Valença - e chegando até Baependi, após Santa Rita do Jacutinga, em Minas.

Outro ponto procurado por turistas e frequentado por moradores é o balneário municipal João Raposo, antes da estrada que leva a Valença, conhecido como Cachoeira da Índia por ter no meio do lago formado pela cachoeira uma escultura em bronze, que evoca uma mistura de índia com sereia. Alguns quilômetros no sentido de Valença fica o Ronco D´Água, ponto turístico com quedas de água que descem por uma encosta artificial, formando uma escadaria e fazendo com que seu barulho seja ouvido a quilômetros de distância.

Com o fim da ferrovia, Conservatória ficou isolada dos grandes centros. O acesso, por Barra do Piraí, Santa Isabel, Valença ou São José do Turvo, era precário, por estradas de terra, com cerca de 30 quilômetros, que muitas vezes ficavam interditadas na época das chuvas. Nem mesmo essas dificuldades, no entanto, afastaram os amantes das serestas e da cidade, que permaneceram fiéis à tradição, frequentando e divulgando o lugar.
Nos anos 1980, teve início a pavimentação do trecho de estrada ligando Barra do Piraí à Ipiabas, facilitando o trajeto até a cidade. Em 1998, finalmente, foi inaugurada a pavimentação por asfalto do trecho de 15 quilômetros entre Ipiabas e Conservatória, reforçando o desenvolvimento turístico da cidade e abrindo novas perspectivas econômicas para a região.

Música: fator de desenvolvimento local

onservatória sofre, como outras localidades do Estado do Rio de Janeiro, o problema do êxodo rural. Mas esse fenômeno não lhe traz grande abatimento econômico devido ao fluxo turístico, 90% do Rio de Janeiro e de São Paulo, atraído pela tranquilidade bucólica e por apresentações teatrais, esportivas e, principalmente, musicais.
A tradicional serenata, realizada toda sexta-feira e sábado, partindo às 23h do Museu do Seresteiro e seguindo noite adentro, é o elemento nuclear das atrações musicais, que também incluem a Solarata (realizada nas manhãs de domingo) e as serestas (canto em espaços fechados) realizados em diferentes hotéis e pousadas. Os turistas são atraídos pela atmosfera romântico-musical das diferentes apresentações, hospedando-se nos hotéis e pousadas para poderem acompanhá-las. Geram, dessa forma, um importante fluxo de renda e consequente emprego de mão-de-obra local.
Segundo o superintendente de Economia da Cultura da SEDEIS, Luiz Carlos Prestes Filho, a Secretaria tem focado também ações para promover a formação de pessoal para atender o crescimento da indústria do turismo local. Conservatória conta atualmente com mais de 2 mil leitos para atender os turistas, e esse fluxo exige uma qualificação maior de seus técnicos nas fazendas, hotéis, pousadas e restaurantes.





Guarda Municipal de Barra Mansa


Guarda Municipal de Barra Mansa


Histórico

A Guarda Municipal de Barra Mansa, 
no Estado do Rio de Janeiro, foi criada 
pela Lei nº 08 de 29 de novembro 
de 1947, pelo então Prefeito 
Flávio Miranda Gonçalves.

Mesmo com relevantes serviços 
prestados a sociedade barramansense, 
em 13 de janeiro de 1961 o Comando 
da Guarda foi extinto, apenas o Comando, 
pois a função da Guarda Municipal 
continuou a existir.

Com a promulgação da Constituição Federal de 1988 que em seu 
capítulo da Segurança Pública Art. 144, parágrafo 8º diz que
 os Municípios poderão constituir guardas destinados à proteção
de bens, serviços e instalações, em 27 de dezembro de 1990, 
através da Lei nº 2355, o Comando da Guarda foi reorganizado 
sofrendo profundas transformações, tais como criação de Regulamento
 Interno, aquisição de novos uniformes, equipamentos, veículos e 
Curso de Formação de Guardas Municipais que passou a ser 
de caráter obrigatório visando um melhor aprimoramento profissional. 
Através da Lei 3033 de 1998, foram definidas as atribuições e 
competências da Guarda Municipal e destinado um limite de até
 30% (trinta por cento) do seu efetivo para mulheres.

1º Corpo de Guardas do Município de Barra Mansa - 1949 
A Guarda Municipal de Barra Mansa foi a primeira Corporação
 Municipal do Estado do Rio de Janeiro a ter regularizado seu porte
 de arma com base no Estatuto do Desarmamento.


A Corporação enviou representantes aos Congressos Nacionais 
de Guardas Municipais realizados desde 1993,  tornando-se voz 
ativa nas discussões sobre o novo modelo de segurança pública.



Négocio da Guarda Municipal de Barra Mansa

Confiança e Bem-Estar para a População



Missão da Guarda Municipal de Barra Mansa

Prestar um serviço de qualidade no município com credibilidade, 
honestidade e empatia, atuando no âmbito da segurança, promovendo
 a ordem pública com prevenção e informação, contribuindo 
para o bem estar da população.



Visão da Guarda Municipal de Barra Mansa

Tornar-se uma instituição reconhecida pela excelência na prestação
 de serviço, estando em condições para a municipalização 
da segurança pública e demais atribuições.


Compete a Guarda Municipal de Barra Mansa:

l Exercer a vigilância dos próprios, serviços e instalações municipais;
ll Colaborar na proteção e fiscalização do meio-ambiente;
lll Atuar na proteção do Patrimônio Histórico e Cultural;
lV Atuar na proteção ao turista;
V Colaborar nas operações da Defesa Civil;
Vl Colaborar nos serviços de combate a incêndios, de salvamento 
e pronto-socorro;
Vll Atuar como agente da operação e fiscalização do trânsito urbano
 no Município;
Vlll Exercer demais atividades que lhe forem atribuídas.”


Estrutura Organizacional.

A Guarda Municipal conta com efetivo de 156 Guardas sendo
 17 mulheres e 139 homens, além de 27 vigias patrimoniais (todos 
do sexo masculino). Vale ressaltar que o efetivo previsto na 
estrutura organizacional compreende 200 vagas para 200 guardas.

A Cadeia de Comando da Guarda Municipal é composta por um 
Comandante (Sr. Carlos Natanael Geremias), Um sub Comandante (
Sr. José Osvaldo de Oliveira), 01 Assessor Técnico Operacional, 
01 Assessor Técnico Administrativo, 20 Inspetores, 07 Sub-inspetores
 e 08 Guardas Auxiliares.

A Guarda Municipal possui Departamento de Logística, Departamento 
Administrativo, Setor de Controle do Estacionamento rotativo, Setor
 de Informações , Setor de Monitoramento por câmeras, Setor de 
Controle, orientação e fiscalização do transito, Depósito Público 
e a Corregedoria. 

Suas atividades são desenvolvidas de forma descentralizada 
em quatro regiões de segurança denominadas “Inspetorias” (divisão 
geográfica da área de atuação) Centro – Norte, Leste, Oeste e Sul.

Projetos

A guarda Municipal de Barra Mansa é responsável pela manutenção 
do Plano Municipal de Prevenção à Violência, desenvolvido no 
município desde 2006 e que conta com os seguintes projetos:

Fóruns Locais de Prevenção à Violência: São quatro,
 abrangendo cada uma das regiões de segurança e foram 
criados para servirem de espaços de discussão entre 
representantes dos diversos bairros, com objetivo de 
apontarem seus principais problemas e sugestões no
 contexto da segurança do município.

Conselho Comunitário de Segurança: è uma instancia
 propositiva, composta por representantes da sociedade civil e
 das instituições públicas (municipal, estadual e federal) criado 
com objetivo de levantar problemas diretamente ligados à 
segurança, e apresentar propostas de soluções dos mesmos.
 Este colegiado também é representativo.

Gabinete de Gestão Integrada do Município - GGIM: 
Colegiado composto por Polícias Civil, Federal, Militar e 
Federal Rodoviária, Guarda Municipal, Conselho Tutelar, Corpo
 de Bombeiros, Câmara de Vereadores, Pres. Do Conselho 
Comunitário, Secretaria de Ordem Pública e Prefeito do 
Município. Este órgão e deliberativo e é substanciado pelas 
demandas emergentes de segurança, bem como àquelas
 apresentadas pelo Conselho Comunitário.

Projeto Inspetorias: Compreende o trabalho descentralizado da 
GM nas quatro regiões geográficas de gestão e conta com visitas 
diárias à todas escolas e unidades de saúdes do município, bem
 como a integração da Guarda com a comunidade, no sentido de 
conhecer e encaminhar suas principais demandas na área 
de segurança e ordem pública.

Projeto “Trânsito Educativo”: Este projeto consiste em diminuir 
o número acidentes e infrações de transito por meio da presença, 
orientação e educação. Para o desenvolvimento deste projeto a 
Guarda municipal utiliza-se de recursos tecnológicos e humanos, 
no sentido de otimizar de forma inteligente sua operação.
 Várias ações são desenvolvidas neste projeto, como por exemplo:

A Guarda Municipal de Barra Mansa realiza palestras 
Educativas de Trânsito para condutores infratores, 
Idosos, estudantes, comunidade e empresas privadas
entre outros.


- Posicionamento estratégico em principais pontos de congestionamento
 nos horários de pico.


- Blitz educativas para identificar motoristas infratores, os quais 
são advertidos pela infração cometida e convidados a participar de 
palestras educativas, ministradas pela Guarda e pelo PET – Programa
 de Educação no Transito.ao invés de forma inteligente e otimizada.

- Distribuição de folders, folhetos e outros instrumentos 
informativos sobre o tema transito.

- Ações conjuntas com DETRAN, Polícias Militar, Civil e Rodoviária.



Projeto “Ronda Fluvial”: são observadas possíveis 
agressões ao Meio Ambiente, bem como em todos 
os eventos fluviais no município.


Projeto “Guarda Ambiental”: Desenvolvimento de 
ações de proteção ambiental com o poder de fiscalização, 
quando os agentes municipais buscam a conscientização 
da população para a importância do meio ambiente 
equilibrado e sustentável.
                           

                                                       
Monitoramento por Câmeras: O município possui um sistema
de monitoramento que atualmente conta com 16 câmeras, situadas
 nas principais ruas do centro e Ano Bom. Este sistema é 
operacionalizado pela Guarda Municipal e Polícia Militar com
objetivo de Diminuir os índices de violência e criminalidade. Por
 meio do monitoramento, além da prevenção, torna-se possível
 identificar pontos de conflito e congestionamento no transito, 
cooperar com o sistema investigativo das polícias, identificar pontos 
vulneráveis e que possibilitem ação de criminosos



Cerimonial:  A Guarda Municipal de Barra Mansa atua em vários 
eventos realizados na Cidade, contribuindo para a segurança 
das autoridades e celebridades visitantes.

Apresentador Luciano Huck em visita à Cidade de Barra Mansa
A Corporação tem participação efetiva nos eventos culturais, 
promovendo ações preventivas de segurança às autoridades
 e a população.

Dupla Victor e Léo

A participação da Guarda Municipal de Barra Mansa tem destaque
 pela qualidade dos serviços prestados, contribuindo para imagem 
e a sensação de segurança aos visitantes à Cidade.

Cantor Alexandre Pires

* Informações extraídas do Portal da Prefeitura do Município 
* Imagens fornecidas pelo Comandante Geral Carlos
Natanael Geremias)


enviado por os municipais

TRANSCRITO DE:http://gcmcarlinhossilva.blogspot.com.br/2012/11/guarda-municipal-de-barra-mansa.html