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sábado, 17 de março de 2012

O gel anestésico de origem vegetal


O gel anestésico

UM NOVO GEL ANESTÉSICO FEITO DE UMA PLANTA ENCONTRADA NAS PROFUNDEZAS DA SELVA PERUANA PODERÁ SUBSTITUIR A AGULHA DOS DENTISTAS E TRAZER ALÍVIO A PACIENTES COM MEDO DE INJEÇÃO, DIZEM PESQUISADORES.

OS ÍNDÍGENAS DESCOBRIRAM AS NOTÁVEIS PROPRIEDADES ANESTÉSICAS DA PLANTA ACMELLA OLERACEA HÁ CENTENAS OU MILHARES DE ANOS, USADA PELOS INCAS PARA TRATAR DOR DE DENTE, ÚLCERAS, ABCESSOS E PARA LIMPAR OS DENTES. 


Agora, uma pesquisadora da Universidade de Cambridge diz que o remédio poderá transformar as práticas das cirurgias dentais no ocidente, após descobri-la quando viveu com a tribo dos Keshwa Lamas na selva Amazônica.
A dra. Françoise Barbira Freedman tornou-se a primeira ocidental a ser admitida na secreta sociedade tribal em 1975 e passou os últimos 30 anos vindo com eles e visitando-os.
Ela disse que a planta, que atua bloqueando terminações nervosas, proporciona um efeito anestésico que dura mais de uma hora, provou-se eficaz em estágios iniciais de testes clínicos, sem efeitos colaterais aparentes e com uma resposta positiva dos pacientes.
O gel poderá ser introduzido no mercado pela empresa de Freedman, Ampika Ltd, já em 2014, como alternativa natural aos analgésicos sintéticos como  os antinflamatórios não-esteróides se outros testes derem o resultado esperado.

O gel é feito com a Acmella oleracea, uma erva de floração amarela originária da Amazônia peruana, também trazida do sul da  Ásia por marinheiros nos séculos 18 e 19, com o nome de "planta para dor de dente".

Ela tem-se demonstrado especialmente promissora em casos de tratamento de canal e poderá ser utilizada para reduzir as dores do nascimento de dentes em bebês, para a qual não há alternativa natural, além de uma variedade de outras condições, como a síndrome do cólon irritável, segundo  Freedman.


Ela disse: “este tratamento para dor de dente significa que poderemos ver o fim de alguns tipos de  injeções na cirgurgia dental.

A história começou em 1975 quando ele passou a viver com os povos indígenas do Peru. Caminhavam pela floresta tropical quando ela sentiu uma terrível dor no dente do ciso.

Um dos homens que a acompanhavam notou o que acontecia e preparou-lhe uma pequena massa de plantas para pôr na boca. A dor desapareceu.

Freedman disse ter-se equecido da planta até que um colega neurocientista pediu-lhe, muitos anos depois, para trazer-lhe algumas amostras de plantas medicinais para à Grã-Bretanha em sua próxima viagem, para pesuisas, e  descobriu que eram um sucesso instantãneo.

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