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terça-feira, 22 de março de 2011

BRUXARIA E SATANISMO NO BRASIL

segunda-feira, 9 de novembro de 2009



O Brasil também não fica pra trás quanto ao fato da existência de práticas de satanismo e bruxaria. Percebemos isso claramente dentro do espiritismo.

As religiões afro-brasileiras formaram-se em diferentes regiões e estados do Brasil e em diferentes momentos da nossa história. Por isso, elas adotaram não só diferentes formas de rituais e diferentes versões mitológicas derivadas de tradições africanas diversificadas, como também adotam nome próprio diferente:

• Pajalança, no Amazonas e Pará;
• Candomblé, na Bahia;
• Catimbó, no Piauí e Rio Grande do Norte;
• Xangô, em Pernambuco e Alagoas;
• Tambor (ou Casa) de mina, no Maranhão e no Pará;
• Batuque, no Rio Grande do Sul;
• Macumba, Quimbanda e Umbanda, no Espírito Santo, em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Além disso, predominou no Brasil o SINCRETISMO, a fusão de elementos culturais. Entrou no Catolicismo principalmente no Culto dos Santos.

Inicialmente a identificação dos Orixás como Santos se fez pela necessidade de serem disfarçadas as práticas religiosas negras, não toleradas pelos portugueses. Assim:
Jesus foi identificado com “Oxalá”, o primeiro dos Orixás;
“Iemanjá”, com a Virgem Maria; “Xangô” com S.Jerônimo, e assim por diante.
Com todas essas manobras satânicas muitos cristãos católicos brasileiros seja de qualquer cidade, estado ou região estão sendo enganados pelo demônio das mais diversas formas que se tem dos Santos. Quando se vê que na casa de tal pai-de-santo tem essa ou aquela imagem, logo se diz ou se pensa: “Ora, tem o santo Antônio, Imaculada Conceição,... então é da Igreja”. E muitos católicos estão se infiltrando nesses ambientes ou com essas contaminações. Quando menos se vê, estão totalmente escravos no reino das trevas. Outros, já têm státuas de demônios do espiritismo em suas casas e não sabem que são essas contaminações que destroem sua família, emprego e sua vida.

Apresentamos agora um conjunto de reportagens de sacrifícios humanos no próprio Brasil. É importante percebermos que é algo muito sério. É hora de libertação! Se na sua família, casa, amigos, cidade, já aconteceu isso ou ainda acontece, é hora de você se tornar um profeta do Senhor e denunciar essas práticas apresentando Jesus Cristo como Aquele que é o Deus da Vida e o Senhor absoluto.
Algumas notícias, publicadas na grande imprensa nacional nos anos de 1992-1993 demonstram a que ponto o satanismo homicida vai se expandindo no Brasil, sem que nos demos conta. E o satanismo homicida é apenas o aspecto mais brutal de culto ao demônio que se funde como uma mancha de azeite em nossa pobre pátria. Veremos uma pra que tenhamos consciência de tal prática demoníaca.

7 DE ABRIL DE 1992: SACRIFÍCIO DE CRIANÇA EM HONRA AO DEMÔNIO

Na noite de 7 de Abril de 1992, na cidade balneária de Guaratuba, no Pará; o menino Eduardo Ramos Caetano, de seis pata sete anos de idade, foi sacrificado ritualmente a Exu. Participaram do ritual satânico SETE pessoas: dois pais-de-santo- Vicente de Paula Ferreira e Osvaldo Marceneiro; três outros homens, também ligados a práticas de macumba- Davi dos Santos Soares, Francisco Sérgio Cristofolini e Airton Bardelli dos Santos; mais a mulher e a filha do prefeito da cidade – Celina Cordeiro Abage e Beatriz Cordeiro Abage.
O menino fora seqüestrado na véspera por Celina e sua filha Beatriz, no carro Escort desta última, e levado para um galpão da serraria de propriedade do prefeito Aldo Abage, onde se realizaria o macabro ritual.
Depois de estrangular a criança, fizeram-lhe um talho no pescoço para que o sangue escorresse em uma vasilha; o peito foi aberto e o coração retirado; abriram também o ventre e extraíram as vísceras; depois, deceparam o órgão genital do menino; em seguida, retiraram o couro cabeludo com uma navalha e cortaram as orelhas; por fim, amputaram-lhe as mãozinhas e os dedinhos do pé. Tudo foi recolhido em alguidares (tigelas de barro).
“ O sacrifício da criança eria oferecido a ‘Exu’ que é um espírito que tanto faz o bem como o mal”- declarou posteriormente um dos macumbeiros-assassinos, Osvaldo Marceneiro.
“O local onde o fato foi realizado era escuro, iluminado somente por sete velas brancas, sete velas pretas e sete velas vermelhas. Durante o ritual, Osvaldo cantava hinos de umbanda em louvor a ‘Exu’”.
“A medida que iam sendo retirados os órgãos da criança, Celina ia fazendo pedidos de proteção e vitória, ou seja, proteção no comércio e ‘abrir’ o lado financeiro e ‘força’ na política. Celina agia normalmente, não tendo sentido algum tipo de repulsa durante todo o ritual”.
Ao final deste, as tigelas de barro ou alguidares contendo os órgãos e o sangue do menino sacrificado foram colocados numa casinha, no tamanho de uma casa de cachorro, construída no quintal para essa finalidade (trata-se de uma espécie de pequeno templo dedicado a Exu, existente em todos os terreiros de umbanda).
No interrogatório policial, às perguntas – “Por que foi feito isso? Por que foi sacrificada uma criança?”- A filha do prefeito respondeu: “É para vir mais fortuna, justiça...pra minha família”.
Vicente de Paula disse que o trabalho foi realizado com o objetivo de salvar a falência a serraria pertencente a família de Celina.
A revista “Manchete” publicou ampla reportagem sobre esse crime satânico, sob o título: “Este menino foi vítima de um crime satânico-Missa negra: os rituais que ameaçam as crianças”.
Ali aparece um comentário sobre uma das autoras do crime- a mulher do prefeito- muito ilustrativo da situação de apostasia que vai se generalizando cada vez mais em relação à Igreja Católica: Celina era católica, mas sua fé em Cristo, ao que parece, desde que o marido se tornou prefeito, começou a falhar. Afastou-se aos poucos da Igreja... em compensação, podia ser vista com freqüência em terreiros de macumba. Obcecada por saídas mágicas, Celina decidiu levar para Guaratuba o pai-de-santo Osvaldo Marceneiro, também conhecido como Bruxo, quando sentiu que a situação financeira e política da sua família ia de mal a pior. Ela já o conhecia de Curitiba, pois havia recorrido aos seus trabalhos quando o marido estava em campanha eleitoral em 1988”.


Cássio José
E-mail.:cassiouab@hotmail.com

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