Follow by Email

sábado, 12 de março de 2011

Campo Grande (bairro do Rio de Janeiro)

Campo Grande
Rua Olinda Ellis.
Bairro do Rio de Janeiro Bandeira do Município do Rio de Janeiro.png
Área:11.912,53 hectares
Fundação:17 de novembro de 1603
Imigração predominante: Portugal
IDH:0,810
Habitantes:800.494
Limites:Muitos (Informações na Linha 6)
Subprefeitura:Subprefeitura da Zona Oeste
Região Administrativa:Campo Grande


Campo Grande é um bairro da cidade do Rio de Janeiro de classe média com porções de classe média alta. Sua ocupação remonta a 17 de novembro de 1603, e está localizado na zona oeste da cidade possuindo, aproximadamente, 800.494 habitantes inseridos numa área territorial de 11.912,53 hectares.[1] Por ser um bairro de grandes extensões faz limite com outros dez bairros da zona oeste: Paciência, Cosmos e Inhoaíba a oeste; Guaratiba, Vargem Grande, Recreio e Jacarepaguá ao sul; Senador Vasconcelos, Senador Camará, Santíssimo e Bangu a leste e mais o município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, ao norte.


História
Igreja de Nossa Senhora do Desterro.


Bairros cariocas
Mapa da cidade do Rio.svg
Rio de Janeiro

 Antecedentes

Inicialmente, a extensão de terras que vai do Rio da Prata até Cabuçu, que hoje corresponde à Região Campo Grande, era habitada por índios Picinguaba. Após a fundação da Cidade, em 1565, esse território passou a pertencer à grande Sesmaria de Irajá. Desmembrada desta em 1673, a área foi doada pelo governo colonial a Barcelos Domingos e, no mesmo ano, foi criada a Paróquia de Nossa Senhora do Desterro, marco histórico da ocupação territorial da Região.

 A Era Colonial

Antes da Freguesia Rural de Campo Grande começar a prosperar, sua ocupação foi influenciada pela antiga fazenda dos jesuítas, em Santa Cruz. Inicialmente desenvolveu-se na região o cultivo da cana-de-açúcar e a criação de gado bovino. O trabalho dos jesuítas foi de extrema importância para o desenvolvimento do Rio de Janeiro. Além das obras de engenharia que realizaram, como a abertura de canais e a construção de diques e pontes para a regularização do Rio Guandu, o escoamento dos produtos da Fazenda Santa Cruz, oriundos do cultivo da cana-de-açúcar e da produção de carne bovina, era feito através da Estrada da Fazenda dos Jesuítas, posteriormente Estrada Real da Fazenda de Santa Cruz, que ia até São Cristóvão e se interligava com outros caminhos e vias fluviais que chegavam até o centro da cidade.
Do final do século XVI até meados do século XVIII, a ocupação territorial da região foi lenta, apesar do intenso trabalho dos jesuítas, encerrado quando foram expulsos do país pelo Marquês de Pombal, em 1759. Os religiosos foram responsáveis por importantes obras de engenharia como estradas, pontes e inúmeros canais de captação de água para irrigação, drenagem e contenção da planície, sempre sujeita às enchentes dos rios Guandu e Itaguaí.
Entre 1760 e 1770, na antiga Fazenda do Mendanha, o padre Antônio Couto da Fonseca plantou as primeiras mudas de café, que floresceram de forma extraordinária, com mudas originárias das plantadas em 1744 no convento dos padres barbadinhos. Os historiadores apontam a partir daí o desenvolvimento que a cafeicultura teve em todo o estado no século XIX, espalhando-se pelo Vale do Paraíba aos contrafortes da Serra do Mar, atingindo, em sua expansão, a província de Minas Gerais.
Como a região era uma área nitidamente rural, os aglomerados humanos formados durante quase três séculos ficaram restritos às proximidades das fazendas e engenhos e às pequenas vilas de pescadores, ao longo da costa. Já no final do século XVIII, a Freguesia de Campo Grande começou a prosperar.
Seu desenvolvimento urbano ocorreu a partir do núcleo formado no entorno da Igreja de Nossa Senhora do Desterro, cuja atração era a oferta de água do poço que existia perto da igreja. Em Campo Grande, a exemplo do que ocorreu em toda a cidade, o abastecimento público de água foi um fator de atração e desenvolvimento. Foi tão importante para a região que se firmou um acordo garantindo a venda, pelo povoado de Campo Grande para o de Santa Cruz, das cachoeiras dos rios do Prata e Mendanha, com a condição de que as águas continuassem a abastecer o bairro.
Durante todo o século XVIII a ocupação territorial mais efetiva ocorreu em Santa Cruz, por causa do engenho dos jesuítas, e nas proximidades do centro de Campo Grande, cujas terras compreendem hoje as regiões de Bangu e Jacarepaguá. Essas terras eram atravessadas pela Estrada dos Jesuítas, mais tarde Estrada Real de Santa Cruz - que ia até São Cristóvão - e pelas vias hidrográficas da extensa Freguesia de Irajá. Toda a área, na verdade, era uma única região, um imenso sertão pontilhado por alguns núcleos nos pontos de encontro das vias de acesso, em torno dos engenhos e nos pequenos portos fluviais.
A fazenda dos jesuítas era tão importante para o governo colonial que suas terras não foram postas em leilão, após a expropriação, tendo sido incorporadas ao patrimônio oficial e depois transformadas por Dom João VI em Fazenda Real de Santa Cruz, após a transferência da corte portuguesa para o Brasil, em 1808. Com a chegada da comitiva real, a cidade do Rio de Janeiro modificou-se muito e todas as regiões tipicamente rurais sofreram sua influência. As atividades econômicas e culturais aceleraram-se e a zona rural voltou-se para o abastecimento da cidade e para os benefícios trazidos pela corte. Não houve, porém, uma aceleração do desenvolvimento da região, que continuou a manter suas características rurais.

A Era Republicana

A partir da segunda metade do século XIX, a área começou a se adensar com a implantação, em 1878, de uma estação da Estrada de Ferro D. Pedro II, em Campo Grande. O transporte ferroviário, ao facilitar o acesso e seu povoamento, transformou esta região tipicamente rural em urbana. Em 1894, a empresa particular Companhia de Carris Urbanos ganhou a concessão para explorar a linha de bondes à tração animal, possibilitando que as localidades mais distantes da região fossem alcançadas, o que favoreceu o seu desenvolvimento urbano interno.
A partir de 1915, os bondes à tração animal deram lugar aos bondes elétricos, permitindo maior mobilidade e integração entre os núcleos semi-urbanos já formados. Este evento acentuou o adensamento do bairro central de Campo Grande e estimulou o florescimento de um intenso comércio interno, de certa forma, independente. O bairro que, historicamente, já era o ponto de atração do crescimento da região tornava-se agora sua mola propulsora, adquirindo características tipicamente urbanas.
Com as crises da cultura do café, iniciadas no final do século XIX e persistindo no século seguinte, durante a Primeira Guerra Mundial, até culminarem com a depressão que se seguiu ao colapso de Wall Street, em 1929, com suas consequências no comércio internacional estendendo-se à cotação do café, a região voltou-se para uma nova atividade, a citricultura. Desde os primeiros anos do século XX e até os anos 1940, Campo Grande foi considerada a grande região produtora de laranjas, o que lhe rendeu o nome de "Citrolândia".
Desde a segunda metade do século XIX já se configurava no país uma estrutura econômica voltada para o setor industrial, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Mas essa estrutura era extremamente dependente do modelo agrário-exportador da economia, além de afetada por outros fatores, como a inexistência de fontes de energia, o baixo nível de qualificação e recrutamento de mão-de-obra local e a concorrência dos produtos industrializados estrangeiros. Apesar desses entraves, até o início do século XX, uma forte atividade industrial - voltada para a fabricação de tecidos, calçados, mobiliário, bebidas - concentrava-se no Centro do Rio. Embora desde o começo do século XX a região de Campo Grande - até hoje zona de plantio, principalmente de coco, chuchu, aipim, batata doce e frutas - ainda fosse voltada para a plantação de laranjas, nessa época já se delineava a vocação industrial do lugar. Na última década do século XIX, a instalação da Fábrica Bangu e a implantação de unidades militares em Bangu e Realengo afetaram toda a região, inclusive Campo Grande.
Durante o governo do presidente Washington Luís, na década de 1930, a Estrada Real foi incorporada à antiga Estrada Rio-São Paulo. Esse fato integrou Campo Grande ao tecido urbano da cidade, acentuando seu adensamento. Logo após a Segunda Grande Guerra, em 1946, a abertura da grande Avenida Brasil, considerada por muitos a maior via urbana em extensão, aproximou ainda mais a região do restante da cidade.
Criada para escoar a produção das indústrias cariocas, a nova via não teve o fluxo esperado, durante a década de 1950. A criação da rodovia Presidente Dutra, ligando o Rio a São Paulo, desviou o fluxo de mercadorias para outra direção e a região ficou estagnada, em termos de adensamento e desenvolvimento industrial.
A partir da década de 1960, surgiram os distritos industriais em Campo Grande e Santa Cruz, resultando na instalação de grandes empresas, como a siderúrgica Cosigua-Gerdau, a fábrica francesa de pneus Michelin e a Valesul, entre outras.
Historicamente, Campo Grande notabilizou-se por ter se desenvolvido de forma independente do resto da cidade. O progressivo crescimento econômico e considerável autonomia urbana indica um potencial para assumir, em breve, a posição de Cidade-Modelo.[2]

 Cidade/Bairro

Em 1968, o então governador do estado da Guanabara, Francisco Negrão de Lima, promulgou a Lei 1627/68 reconhecendo a localidade de Campo Grande como cidade:
Lei número 1.627, de 14 de junho de 1968, projeto do deputado Frederico Trotta. O governo do estado da Guanabara, faço saber, que a assembléia legislativa do estado da Guanabara aprovou o projeto de lei número:181 de 1967 e eu promulgo, de acordo com o artigo 26, 3°, da constituição do estado, a seguinte lei: Art. 1° - É reconhecida como "Cidade" a localidade de Campo Grande, passando a denominar-se Cidade de Campo Grande. Art. 2° - Esta Lei entrará em vigor, na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Rio de Janeiro, 14 de Junho de 1968 - 80° da república e 9° do estado da Guanabara. Francisco Negrão de Lima, Álvaro Americano, Arnaldo Salgado Mascarenhas, Gonzaga da Gama Filho, Althemar Dutra de Castilho, Humberto Braga, Cotrin Neto, Raymundo de Paula Soares, Hildebrando Monteiro Marinho, Luiz de França Oliveira, Augusto do Amaral Peixoto, Dirceu de Oliveira e Silva, Victor de Oliveira Pinheiro e Lecy Neves.

 Galeria de imagens

 Campo Grande na atualidade

A Região Campo Grande tem o maior contingente populacional da cidade, e sua região central é uma das mais valorizadas da zona oeste, mas por ser a maior em área territorial, sua densidade líquida é a segunda menor entre as 12 regiões do Rio. Suas áreas verdes, seus grandes espaços livres ainda não ocupados, constituem suas maiores atrações. A região juntamente com Guaratiba representa a última grande fronteira para uma expansão de acordo com suas vocações específicas - manifestas historicamente desde o início da formação da cidade - e para o crescimento harmonioso, devido às potencialidades econômicas e culturais que o ambiente natural lhe proporciona desde os primórdios da sua ocupação. A Região apresenta grande potencial para o desenvolvimento de polos de gastronomia e de turismo ecológico.
Campo Grande concentrou o maior número de lançamentos residenciais. O bairro ocupou em 2009 o primeiro lugar em número de lançamentos residenciais no município do Rio de Janeiro - com 2.625 unidades - superando os bairros de Jacarepaguá, 2°, e Barra da Tijuca, que no mesmo ano de 2009 ficou em 4° lugar e hoje atrai grandes construtoras cariocas.[3]

 Geografia

O bairro de Campo Grande cobre uma área de 11.912,53 hectares, sendo o terceiro bairro mais extenso da cidade, onde residem 297.494 habitantes e 85.569 domicílios, segundo o Censo 2000.[1]
A região de Campo Grande possui duas áreas geomorfologicamente distintas.
A primeira é formada pelos afluentes da margem esquerda do Rio Guandu: o Rio Campinho, que nasce na encosta norte da Serra de Inhoaíba e o Rio da Prata, que nasce na encosta sudoeste do Maciço do Gericinó. Esta primeira área possui uma densidade de drenagem menor. Devido à sua pequena superfície, deve-se atentar para uma sistemática dragagem do Rio Guandu e, por possuir uma densidade populacional maior, requer um criterioso estudo da drenagem urbana, a fim de evitar possíveis enchentes.
A segunda área é formada pelos afluentes da Baía de Sepetiba, ao sul do Maciço da Pedra Branca. Os rios Cabuçu e Piraquê drenam a região entre o Maciço da Pedra Branca e a Serra de Inhoaíba. Os rios Portinho e Piracão nascem na vertente sul do Maciço, e o Rio do Ponto nasce na vertente sudoeste da Serra de Inhoaíba. Esta área, situada predominantemente na Baixada de Guaratiba, possui boa drenagem, apesar de sua baixa altitude e estar sujeita a precipitações pluviométricas, em função da pouca distância entre o Maciço e a Baía de Sepetiba. O processo de erosão do Maciço da Pedra Branca e a formação da Restinga de Marambaia provocaram o acúmulo de sedimentos na desembocadura dos rios, resultando na formação dos mangues, um ecossistema frágil e facilmente degradável, recomendando-se o desenvolvimento de atividades de preservação ecológica na área.

 Demografia

O bairro ocupa a 82ª posição (dados 2000) dentre os bairros da cidade em relação ao índice de desenvolvimento humano com índice de 8,10. O IDH-L (Longevidade) é de 0,747, IDH-E (Educação) é de 0,931 e IDH-R (Renda) com índice de 0,751. O bairro de Campo Grande possui um dos melhores índices da zona oeste.
Os dados sociodemográficos indicam que a região cresceu à acentuada taxa de 22%, na década de 1990, a segunda maior taxa de crescimento da cidade, superada somente pela Barra da Tijuca. É a região que tem o maior contingente populacional da cidade, tendo absorvido cerca de 200.000 novos residentes na década.
O maior crescimento populacional ocorreu na segunda metade da década: 14%, ou 126.096 novos moradores. Alguns bairros cresceram a taxas acentuadamente altas na década de 1990, como Guaratiba (43%), Inhoaíba (36%) e Paciência (33%). Cabe destacar que dois bairros perderam população entre 1996 e 2000: Barra de Guaratiba (-11%) e Senador Vasconcelos (-2,5%).

 Economia

Campo Grande possui uma economia bastante diversa, com áreas rurais, uma zona industrial importante para a cidade e um comércio que tem experimentado crescimento significativo nos últimos anos.

 Habitação

O tecido urbano de Campo Grande é regular e descontínuo; a ocupação sendo resultante de loteamentos isolados de grandes áreas. Na verdade, Campo Grande, por dispor de vasta rede de serviços e um comércio que foi se expandindo e se diversificando, cresceu extraordinariamente.
Os mais altos níveis de presença de imóveis próprios encontram-se em Campo Grande. O predomínio é de casas com dois quartos, com área construída de 60 metros quadrados. A CEHAB construiu, nos anos de 1962 a 1979, os seguintes empreendimentos: Bairro de Santa Margarida na Estrada do Campinho, região que juntamente com o trecho da Avenida Brasil resultou em um grande contraste com a região central do bairro e com outros sub-bairros.

Agricultura e pecuária

No Rio da Prata, Mendanha e próximo a Guaratiba ainda encontram-se estabelecimentos que se dedicam a agricultura e pecuária. Dentre as culturas mais desenvolvidas estão a banana, a laranja, a manga, o abacate, o aipim, o chuchu dentre outros. Na pecuária e avicultura destacam-se criações de aves, caprinos, suínos, bovinos e coelhos.

 Indústria e comércio

O comércio no bairro é auto-suficiente, exercendo atração sobre outras regiões. Além do movimentado e popular Calçadão de Campo Grande, há opções de compras, serviços e lazer em shoppings modernos como o West Shopping e o Passeio Shopping. Está previsto ainda para 2012 a inauguração do ParkShopping Campo Grande, do grupo Multiplan.[4]
O setor indústrial também está em crescimento. Campo Grande possui um Distrito Industrial localizado no quilômetro 43 da Avenida Brasil, abrangendo ainda a Estrada do Pedregoso. A atividade econômica local é composta por cerca de 3.700 estabelecimentos, 87,2% dos quais são do segmento de comércio e serviços, empregando aproximadamente 49 mil pessoas. O volume de negócios gera R$ 956,9 milhões de ICMS (US$ 221,3 milhões)(2), sexta arrecadação da cidade.
Entre as indústrias que se encontram instaladas em Campo Grande estão a AmBev, Refrigerantes Convenção, Carreteiro Alimentos (café, arroz, feijão, grãos, e outros), Guaracamp, Cogumelo (estruturas metálicas), Fredvic (confecção), Lillo (produtos infantis), Michelin, EBSE (soldas elétricas), Superpesa (estruturas metálicas), Dancor (bombas) e Ranbaxy (farmacêutica).

 Transporte

 Ônibus

O bairro conta com um dos principais terminais rodoviários da zona oeste: o Terminal Rodoviário de Campo Grande, com baldeações para toda a zona oeste, zona norte, zona sul, Centro, o eixo Niterói-São Gonçalo, além das regiões serrana, dos lagos, sul fluminense e o estado de São Paulo.

 Trem

Campo Grande possui a Estação Campo Grande do segundo mais importante ramal de trens urbanos da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, o Ramal de Santa Cruz.
O mesmo é operado pela SuperVia e nos horários de maior movimento apresenta intervalo médio de 12 a 15 minutos, quando não ocorrem atrasos.
Há serviços de integração com ônibus utilizando exclusivamente o RioCard.

Principais vias

Campo Grande é um bairro que conta com importantes acessos rodoviários ao centro da capital fluminense. O principal é a Avenida Brasil, que a liga ao Centro do Rio de Janeiro. A Avenida Cesário de Melo (antigo Caminho Imperial) interliga o bairro a Santa Cruz. A Estrada Rio São Paulo interliga Campo Grande ao município de Seropédica. além de estar previsto ainda para 2012, a TransOeste.
Outros logradouros importantes, que cruzam o bairro como:
  • Rua Guarani das Missões
  • Rua Artur Rios
  • Rua Augusto de Vasconcellos
  • Rua Campo Grande
  • Rua Gramado
  • Rua Olinda Ellis
  • Avenida Manoel Caldeira de Alvarenga
  • Avenida Santa Cruz
  • Estrada do Rio do A
  • Estrada do Guandu do Sapé
  • Estrada das Capoeiras
  • Estrada do Monteiro
  • Estrada da Caroba
  • Estrada da Posse
  • Estrada do Cabuçu
  • Estrada do Mendanha
  • Estrada do Campinho
  • Estrada Santa Maria
  • Estrada do Tingui
  • Estrada da Cachamorra

 Esporte, lazer, cultura e turismo

Exterior do Complexo Esportivo Miécimo da Silva.
O esporte em Campo Grande tem sua maior representatividade no Campo Grande Atlético Clube, que já foi um dos principais times do futebol carioca. Campo Grande se beneficiou de uma das maiores obras realizadas na área do esporte nos últimos anos na região. O Complexo Esportivo Miécimo da Silva é o maior complexo esportivo pertencente a uma prefeitura municipal no Brasil. Desde então o complexo passou a receber diversos eventos esportivos, sendo o principal deles os Jogos Panamericanos em 2007.
Na área cultural existem poucos espaços como Lona Cultural Elza Osborne e o Teatro Arthur Azevedo. Recentemente, no ano de 2006, o Teatro Arthur Azevedo recebeu um grupo de jovens liderados por Rafael do Nascimento e Danielle Sardinha com a proposta de realizar um trabalho cultural. Essa proposta foi ampliada dando origem a Orquestra Sinfônica Jovem de Campo Grande - RJ, que funciona em seu espaço com a realização de concertos didáticos, oferecidos para a comunidade em geral e a alunos da rede pública de ensino. Além dessa atividade são oferecidas oficinas de musicalização incluindo aulas teóricas e práticas (instrumentais) gratuitamente. A Orquestra tem parceria com o Instituto Rio e é patrocinada pela Casa da Moeda do Brasil e pela Fundação Italiana Fondazione Zegna. Neste ano de 2011 sua administração tem adotado a política de ampliar suas parcerias com empresas de responsabilidade social e através das Leis de incentivo nas três esferas(Federal, Municipal e estadual).
Campo Grande tem como principais atrativos turísticos as paisagens naturais que possibilitam a prática de diversas atividades ligadas ao ecoturismo.
O Parque Municipal da Serra do Mendanha localizado no Maciço do Gericinó tem como atrativos naturais trilhas para caminhada leve onde pode-se observar a pujança da mata atlântica em seu melhor grau de preservação, piscinas naturais, cachoeiras, rios e vestígios vulcânicos. Já no Parque Estadual da Pedra Branca é possível praticar caminhada pesada ao ponto culminante do município do Rio de Janeiro que possui um belíssimo visual. Sua altitude máxima é de 1.025 metros.
 Áreas de lazer
A escola de samba Sereno de Campo Grande representa o bairro no Sambódromo da Marquês de Sapucaí.

 Atrações turísticas, históricas e culturais

 Bibliografia

  • ABREU, Mauricio de A, Evolução Urbana do Rio de Janeiro, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, SMU/IPLANRIO, 3° Edição, 1997
  • LESSA, Carlos, O Rio de Todos os Brasis, Editora Record, 2000
  • GERSON, Brasil, História das Ruas do Rio, Lacerda & Editores, 5° Edição, definitiva e remodelada, 2000

Referências

Nenhum comentário:

Postar um comentário